quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

TRINCHEIRA DO FLAVIO ANSELMO

HOJE TEM GALO OUTRA VEZ NA COPA DO BRASIL NA PARAÍBA CONTRA BOTAFOGO LOCAL, DIRIGIDO  POR MINEIRO

 

 

Detalhe importante neste jogo em João Pessoa, nesta quarta-feira, à noite, entre Botafogo-PB e Atlético, pela segunda fase da Copa do Brasil, será o confronto fora de campo de dois jovens técnicos.

 

O mineiro Leston Júnior, de 39 anos, está no futebol há 20 anos, e desde 2010 é treinador profissional. Já são dez trabalhos no período. À frente do time paraibano, está invicto este ano e começa a ganhar visibilidade nacional.

 

No banco atleticano estará Thiago Larghi, de 37 anos, que vive sua primeira experiência como comandante. Interino desde a demissão de Oswaldo de Oliveira, ele fez carreira como analista de desempenho – inclusive na Seleção - e busca com seus cursos no Brasil e no exterior, credenciais para ser efetivado.


Leston Júnior

 

Natural de Divinópolis, Leston Júnior iniciou sua carreira de treinador nas categorias de base de Cruzeiro, América e Bahia. Sua estreia como profissional foi em 2010, no Inter de Bebedouro SP, aos 31 anos. Desde então, passou por Olímpia-SP (2012), Guarani-MG (2013/2014), Madureira (2014), Tupi (2015), Mogi Mirim (2016), Remo (2016), Villa Nova (2017) e Moto Club (2017). O trabalho no Botafogo-PB começou em outubro do ano passado, mas com foco no planejamento e na montagem do elenco para esta temporada.

 

Leston lembra com carinho os primeiros trabalhos como profissional em clubes do interior paulista; a passagem pelo Madureira, em 2014; e o acesso do Tupi à Série B, em 2015.

"Em São Paulo, fiz a transição base para o profissional. Tive uma sequência de bons trabalhos no interior, com acessos, depois o quase acesso à Série B com Madureira, e o acesso à Segunda Divisão com o Tupi em 201,  consolidou o trabalho e abriu o mercado nacional".


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

TRINCHEIRA DO FLAVIO ANSELMO

BOLAS TIVERAM OUTRO DESTINO DAQUELE APONTADO PELA ARBITRAGEM

A arbitragem  comandada por Igor Bevenuto, conforme  chiou o presidente do América, Marcus Salum, realmente aprontou uma das maiores sacanagens jamais vistas no Campeonato Mineiro em uma só partida.

Prejudicou, junto com seu assistente, Guilherme Dias Camilo, - considerado o melhor do Brasil, com certeza amigo leal de Eduardo Cunha - o América ao marcar a entrada da bola cabeceada pelo atacante atleticano e que não ultrapassou a linha do gol;

E no segundo tempo, com o placar em 1 a 0 pró Atlético, com  este gol pirata, num lance idêntico, não deixou a bola entrar e não deu gol do Coelho.

Mauro Molinari, meu primo e americano puro sangue, pois meu Tio Zezito torcia pro América local, em Caratinga e veio para BH ser americano verdadeiro. Cara e alma do Pai, o primo Mauro sofre e vibra com o Mequinha.

Mauro recebeu mensagem da Avacoelhada Desorganizada com o mais perfeito tira-teima que vi este final de semana. E me tirou as dúvidas. A bola do Galo não entrou e a do Coelho entrou.

 Não me venham dizer que no lance do América seria apenas empate em 1 a 1 e que o jogo terminou com a vitória atleticana por 3 a 0. Desta forma, o placar final seria de 3 a 1.

No entanto, acontecia naquele momento, uma reação do América; poderia até mesmo virar o marcador e ganhar o jogo, ainda que o Galo lançasse o garoto argentino bom de bola Tomás Andrade, grande destaque na vitória alvinegra, além da arbitragem tendenciosa.

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domingo, 18 de fevereiro de 2018

TRINCHEIRA DO FLAVIO ANSELMO

GALO BICA MÁ FASE E GOLEIA COELHO EM CLÁSSICO CONFUSO DE LANCES QUE DEIXARAM DÚVIDAS: BOLAS ENTRARAM OU NÃO?

 

No primeiro tempo, o jogo foi bem equilibrado em boa parte, porém nos 10m finais, o Galo mandou e até conseguiu fazer 1 a 0, na primeira polêmica do clássico. Linha de passe pelo alto, e Roger Guedes cabeceia pra meta.

 O goleiro americano Glauco cai lá dentro e estica o braço direito dando soco na bola. O assistente Guilherme Camilo, considerado um dos melhores -senão o melhor - bandeira do futebol tupiniquim assinala que a bola pelo alto ultrapassou a linha do gol e corre para o meio-campo, alertando o árbitro que confirma o lance e o gol.

Vibração total no banco do Atlético e da torcida no Independência. Os americanos não concordaram alegando que a bola não havia entrado.

Discussão: a bola entrou ou não entrou? Ninguém sabe de verdade e ninguém viu de verdade? Todos pitacaram e chutaram.

 No segundo tempo, novas emoções e discussões foram reservadas. Outro lance de polêmica e dúvida geral;

 O Galo tomou conta. As duas substituições feitas por Enderson Moreira no intervalo, não surtiram efeito. O técnico do Galo, Thiago, esperou  mais e optou pela entrada do argentino Tomás Andrade. Revolucionou o jogo.

Antes o segundo lance polêmico: confusão na área do Galo e Marquinhos, ex-Cruzeiro, que havia entrado no time americano, cabeceou para defesa de Victor. A bola subiu e foi tirada no alto por Gabriel, do jeito que aconteceu no primeiro gol do Galo; os americanos pediram gol, o árbitro Igor Bevenuto não deu nada, pois o assistente Guilherme Camilo não correu pro meio-de-campo. A bola entrou ou não entrou? Ninguém sabe ninguém viu, só ouvimos chutes e pitacos.

 GAROTO ARGENTINO REVOLUCIONA

O menino Tomás Andrade, argentino contratado pelo Atlético, entrou aos 38m e botou fogo na partida. Sua luta e qualidade técnica com a perna esquerda criaram o segundo gol atleticano. Ele ganhou a disputa com a zaga alvinegra e virou o jogo para Roger Guedes, na ponta direita. Este mandou uma bomba cruzada e a bola desviou em Norberto e entrou. Galo 2 a 0.

O Coelho, longe de repetir suas atuações seguras no Campeonato, ficou perdido em campo. Então, de novo o argentino assumiu a bola pela esquerda, levantou a cabeça e viu Ricardo Oliveira entrando livre pela direita. Se passe saiu na medida e o goleador atleticano fez 3 a 0, Ricardo Oliveira.

Agora, o Galo se volta para a Copa do Brasil e tem jogo decisivo contra o Botafogo de João Pessoa, nesta quarta-feira, lá na Paraíba. O América joga contra o Tombense, no sábado, em Tombos, pelo Campeonato Mineiro,


sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

TRINCHEIRA DO FLAVIO ANSELMO

PARTE DA IMPRENSA JÁ MUDA SEUS CONCEITOS SOBRE NEYMAR

 

 Ao acompanhar a transmissão da Band sobre o jogo Real Madrid e PSG, os comentários de Neto foram me enojando por causa dos "baitas" dele e da proteção exagerada com Neymar. Lembrei-me então que em 2010, após o jogo do Santos contra o Atlético-GO, dirigido por ele, Renê Simões, o treinador afirmou que nós estávamos criávamos "um monstro no futebol brasileiro". E explicou:

 

-" Estou desde garoto no futebol e poucas vezes vi alguém tão mal-educado desportivamente. Sempre trabalhei com jovens e nunca vi nada assim. Está na hora de alguém educar esse rapaz, ou vamos criar um monstro" - disse René na época.

 

 E Renê estava coberto de razão, pelo que se vê. A mídia não cessa de cobrir as atuações e atitudes selvagens de Neymar, até quando ele não joga nada como aconteceu nesta partida de Madrid, com a derrota do PSG por 3 a 1.

 

OPINIÃO DE CASAGRANDE

 

Outra opinião que pesa pelo veículo onde trabalha, é a de Walter Casagrande. Com a experiência de ter disputado competições europeias pelo Porto (Portugal) e Torino (Itália), Casagrande afirmou que o Paris Saint Germain sofre por não ter tanta tradição na Europa. E que o time não vai virar potência no futebol europeu apenas contratando jogadores a peso de ouro.

 

- A camisa e a história pesam muito na Europa. Quando você entra em um mata-mata e você tem pela frente uma potência desse tipo (Real Madrid), é muito difícil ganhar. Não é para qualquer um. Você tem que ter um pouco de história. Não adianta você contratar um monte de grandes jogadores e colocar a camisa do Paris. Não adianta. - afiançou Casagrande.

 

-"O Paris não vai virar grande time, com grande história só por colocar grandes jogadores com a sua camisa. Não vai virar. A camisa do Paris continua a mesma e a história continua a mesma. Do lado de lá isso leva importância.

O Real vai falar "os caras são bons, mas qual a história deles? Com qual camisa eles vão jogar? Então vamos para cima deles". - declarou Casão.

 

Se você colocar o mesmo time do Paris  na Juventus de Turim, aí seria outra parada (...) Pode ser até que o Paris vire. Mas eu acho muito difícil, e a tendência é que o Real faça mais três ou quatro porque o Paris vai ter que ir para cima. Mas o Real tem o Cristiano Ronaldo - disse Casagrande.

 


quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

TRINCHEIRA DO FLAVIO ANSELMO

ATÉ CARLOS CÉSAR JÁ DÁ PALPITE NO COMANDO TÉCNICO DO GALO

O Atlético agora corre atrás de outro nome para assumir o comando técnico do time: estão na lista Wagner Mancini e, Vanderlei Luxemburgo; Felipão que aparecia em primeiro lugar numa pesquisa feita junto à torcida alvinegra foi descartado por causa do salário altíssimo que ele recebia na China e que quer ganhar no futebol brasileiro, também.

 

O problema que o omisso presidente Sette Câmara enfrenta agora é a quantidade de palpiteiro. Inclusive jogadores sem prestígio do elenco têm dado sua opinião, como é o caso de Carlos César. O lateral não escondeu o desconforto do elenco com as indecisões da cartolagem e as diversas trocas de treinadores.

 

Segundo ele, " eu estou no Atlético desde 2011 e tenho presenciado todas as alterações que foram feitas nos últimos anos no comando técnico."

 

Disse mais, Carlos César:

 

 "Não é bom. Até pelo momento que a gente vive, ninguém planeja uma situação dessas. Mas nós jogadores já temos experiência de, ao longo da carreira, passar situações como essas. Temos que focar na partida e entender que o presidente e diretoria tomaram a melhor decisão. Temos que entrar no jogo e esquecer um pouco esse momento de mudanças. Gera um pouco de mal-estar porque pega de surpresa todos os jogadores, como a comissão. As vezes tem uma ligação de um jogador com o treinador pela ajuda, pelo dia-a-dia".

Veja bem que autoridade do Carlos César: ele passou recomendações à diretoria do Atlético e ao futuro treinador do alvinegro. Para os dirigentes, o lateral-direito pregou continuidade ao trabalho do próximo técnico, além de manter a base do elenco atuando juntos pelo maior tempo possível.

Ao comandante que ainda chegará à Cidade do Galo, o jogador recomendou estudar sobre os times campeões em 2013 e 2014, conciliando com conselhos da torcida, além de conhecer as características do alvinegro.

 
Carlos César falou o seguinte:

 

"0 planejamento do grupo vitorioso precisa de tempo maior de trabalho. Um ano  com o mesmo treinador, linha de trabalho, grupo que vem trabalhando junto. Frase que ouvi: uma mudança gera esperança. Nós jogadores esperamos, sim, que possa chegar treinador que venha se adaptar ao momento que o Atlético vive,  e conhecer as características do clube.

Venha estudar aquilo que terá de fazer dentro de campo, o que a torcida pede, como nos anos vitoriosos, como foram jogados, trabalhados, e porque as vitórias vieram. Dentro de campo é essa resposta que temos que dar ao torcedor. Temos que estar em sintonia para as coisas acontecerem".

União para responder cobranças

A divisão de responsabilidades também será melhor trabalhado daqui pra frente a fim de que a pressão não chegue no novo treinador, visando maior tempo de trabalho. Carlos César garante que, sobretudo os jogadores experientes do elenco, irão absorver toda a questão externa, dando tranquilidade ao futuro comandante pra trabalhar.

 

 -" Os anos de carreira nos deixam mais calejados em questões de cobrança. Outro dia, eu comentava que fui ao supermercado, o cara levantou da cadeira e me puxou pelo braço. Conversei com ele e disse que não precisava dessas coisas. A carreira é que te faz agir dessa forma, e não responder com a mesma atitude. Acabamos aceitando certas invasões. Acredito que nós jogadores que temos experiência, podemos ter controle melhor, focados nas partidas pra  mudar a situação", concluiu.

A primeira oportunidade para driblar a situação citada por Carlos César será no clássico contra o América, no domingo, às 17h, no estádio Independência, pela 7ª rodada do Campeonato Mineiro. O Atlético atualmente ocupa a 4ª posição, com oito pontos.


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

TRINCHEIRA DO FLAVIO ANSELMO

JÁ ATÉ ACHO QUE OSWALDO DE OLIVEIRA ESTAVA CERTO, TUDO POR CAUSA DO JORNALISTA PAULISTA QUE CHAMOU GOLEIRO FÁBIO DE GORDO.

 

Olha aqui, pessoal das coletivas : vocês têm abusado da liberdade de imprensa, com opiniões cretinas e perguntas maldosas.  Pronto, pulei para o lado de lá e dou agora razão aos entrevistados nos últimos entreveros. Nesta quarta-feira, o goleiro Fábio soltou os cachorros pra cima de um jornalista paulista que opinou sobre sua ausência da Seleção porque está gordo. Disse Fábio, numa coletiva:

 

. "O cara não tem sabedoria. Nem sei quem foi, mas não tem sabedoria. Basta olhar minha história. Imagina se eu estivesse magrinho, então, puxa... Se eu gordinho todo mundo quer... Com todo respeito ao Jaílson, que não tem nada a ver com a história, mas o Jailson surgiu agora. Sou profissional há 20 anos. Só de grandes equipes, graças a Deus, mais de 15 anos como titular. O cara não tem sabedoria e conhece pouco de futebol", disse.

 

"O cara não sabe analisar profissionalmente. Leva muito para o lado pessoal ou estadual. Achando que porque está em São Paulo, porque está no Rio de Janeiro, é melhor do que estar em Minas. O cara tem que ver história. Deus já me justificou, infelizmente esse daí ainda vai ter oportunidade de falar bem. Para mim não muda nada. Isso desmerece o Cruzeiro pelo departamento de fisiologia e preparadores que têm. A história dos goleiros que passaram aqui... Desvaloriza tudo isso por causa de preferência de estado. O cara foi sem sabedoria, para não falar outro termo", complementou.

 

Jailson ganhou de Fábio na escolha dos comentaristas. Votaram no palmeirense, além de Spimpolo, os jornalistas Ricardo Martins e Alfredo Loebeling. Alexandre Praetzel e Ademir Quintino escolheram o goleiro cruzeirense. Na comparação dos times, o resultado foi 6 a 6.

 

Venceram Jailson (Palmeiras); Edilson (Cruzeiro), Edu Dracena (Palmeiras), Manoel (Cruzeiro) e Diogo Barbosa (Palmeiras); Tchê Tchê (Palmeiras), Felipe Melo (Palmeiras), Lucas Lima (Palmeiras), Thiago Neves (Cruzeiro) e Arrascaeta (Cruzeiro); Fred (Cruzeiro). Técnico: Mano Menezes (Cruzeiro).

 

C-7 VENCE DISPUTA COM NEYMAR

 

Neymar perdeu longe a disputa entre ele e Cristiano Ronaldo esta tarde em Madrid. O Paris Saint Germain até que saiu na frente, porém com o futebol mostrado pelos meninos de Zinedine Zidane no segundo tempo, o Real mereceu vencer e virou para 3 a 1.  C-7 marcou duas vezes e destemperou a partida. Aliás, como se esperava, um jogaço de qualidade e demoção.

 

FELIPÃO VEM AÍ.

 

O presidente fraco do Atlético decidiu voltar atrás e liberou a entrada de Léo Gomide na Cidade do Galo. Essas coisas bobas que cartola decide só para aparecer na imprensa. Quando aparece demais, levando porrada, volta atrás e piora sua situação junto à torcida e a mídia.

Ele voltou porque sabe que se mantiver tal postura draconiana o Galo vai fechar as portas para toda imprensa esportiva após a chegada de Felipão, nervoso e brigão. Que os deuses do futebol protejam esta classe privilegiada dos repórteres esportivos e sempre sujeita às intempéries do humor dos treinadores falastrões e metidos a bravo. Puta que pariu...


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

ATLÉTICO QUER BOTAR SUA DIRETORIA EM ORDEM


BASTOU  SIMPLES EPISÓDIO DA TROCA DE TREINADOR PRA  SEDE DE LOURDES DO GALO VIRAR CASA DE MÃE JOANA

 

 

A provável negativa do técnico Cuca em aceitar a proposta do Atlético pra assumir logo o time, o que ele desmentiu com veemência  no sábado e, ainda, irritou- se o Presidente Sette Câmara que, segundo ele, colocava palavras na sua boca. Cuca confirmou a este Blog que já havia comentado com o ex-presidente e seu amigo, Alexandre Kalil ( o primeiro a telefonar-lhe) que não estava disposto a trabalhar em nenhum clube agora, pois pretendia ir à Rússia acompanhar ao vivo a Copa do Mundo.

 

Esta mistura de informação em torno da vinda ou não de Cuca aprontou verdadeira confusão da sede administrativa do Atlético, em Lourdes, que o cartola-mor  Sette Câmara no momento de alto disse-me-disse, gritou lá da sua sala:

 

"Querem me puxar o tapete, pô! ,

 

Então, a turma da fofoca, dos pitaqueiros de plantão, desmanchou-se tão rápido quanto se formara e cada qual foi se esconder em seu canto. As informações desencontradas foram as que mais irritaram à Presidência, como, por exemplo, a de que Cuca seria a segunda opção e que a primeira era Abel Braga, com quem  alguns dirigentes já haviam mantido contato.

 

Não só pela ordem das opções, mas, principalmente, porque Abel está empregado e com contrato em vigor no Fluminense.

Cuca, de forma veemente, negou até mesmo a proposta:

 

: "Isso não é verdade. Eu não fui procurado por ninguém do Atlético, nem por diretor nem por presidente nem por ninguém. Tenho um carinho enorme pelo Atlético, todos sabem disso, mas não vou aceitar que falem coisas que não são verdade.

Se tivessem me procurado e eu tivesse negado, falaria que neguei. É mentira, não me procuraram."

Cuca já sabia que o Atlético havia procurado Abel Braga. 

 

AMADORISMO TOTAL

Nem é preciso dizer que a saída de Alexandre Kalil da presidência do Atlético deixou o clube numa situação caótica: acabou o profissionalismo que era quase total e assumiu o amadorismo de que nunca havia sentado numa cadeira tão importante. Gente permaneceu com a intenção de ajudar e de servir ao clube de seu coração, como por exemplo, o  dinamismo e a inteligência do Dr. Lázaro Cunha, antes diretor jurídico e agora numa difusa função  de cobrir todos os setores necessitados. Porém, às vezes, sua onipresença não funciona, como foi neste caso de Cuca.

Outro dia, o Presidente Sette Câmara afirmou que Cuca tinha a preferência, como Abel Braga, também. Suas contratações não vingaram, mas o clube poderia até mudar de convicção e buscar alguém com menos cartaz, menos experiência e igual competência.

Aí, alguém falou no nome do mineiro Ney Franco, porém imediatamente o assunto foi  cortado e jogado na gaveta da espera. Pura besteira e falta de profissionalismo:  Ney é respeitado pelo Brasil afora e, além da Seleção Olímpica, já treinou grandes equipes no Rio de Janeiro e em São Paulo, merece sua chance agora no estado onde nasceu e surgiu para o futebol profissional.


ATLÉTICO QUER BOTAR SUA DIRETORIA EM ORDEM


BASTOU  SIMPLES EPISÓDIO DA TROCA DE TREINADOR PRA  SEDE DE LOURDES DO GALO VIRAR CASA DE MÃE JOANA

 

 

A provável negativa do técnico Cuca em aceitar a proposta do Atlético pra assumir logo o time, o que ele desmentiu com veemência  no sábado e, ainda, irritou- se o Presidente Sette Câmara que, segundo ele, colocava palavras na sua boca. Cuca confirmou a este Blog que já havia comentado com o ex-presidente e seu amigo, Alexandre Kalil ( o primeiro a telefonar-lhe) que não estava disposto a trabalhar em nenhum clube agora, pois pretendia ir à Rússia acompanhar ao vivo a Copa do Mundo.

 

Esta mistura de informação em torno da vinda ou não de Cuca aprontou verdadeira confusão da sede administrativa do Atlético, em Lourdes, que o cartola-mor  Sette Câmara no momento de alto disse-me-disse, gritou lá da sua sala:

 

"Querem me puxar o tapete, pô! ,

 

Então, a turma da fofoca, dos pitaqueiros de plantão, desmanchou-se tão rápido quanto se formara e cada qual foi se esconder em seu canto. As informações desencontradas foram as que mais irritaram à Presidência, como, por exemplo, a de que Cuca seria a segunda opção e que a primeira era Abel Braga, com quem  alguns dirigentes já haviam mantido contato.

 

Não só pela ordem das opções, mas, principalmente, porque Abel está empregado e com contrato em vigor no Fluminense.

Cuca, de forma veemente, negou até mesmo a proposta:

 

: "Isso não é verdade. Eu não fui procurado por ninguém do Atlético, nem por diretor nem por presidente nem por ninguém. Tenho um carinho enorme pelo Atlético, todos sabem disso, mas não vou aceitar que falem coisas que não são verdade.

Se tivessem me procurado e eu tivesse negado, falaria que neguei. É mentira, não me procuraram."

Cuca já sabia que o Atlético havia procurado Abel Braga. 

 

AMADORISMO TOTAL

Nem é preciso dizer que a saída de Alexandre Kalil da presidência do Atlético deixou o clube numa situação caótica: acabou o profissionalismo que era quase total e assumiu o amadorismo de que nunca havia sentado numa cadeira tão importante. Gente permaneceu com a intenção de ajudar e de servir ao clube de seu coração, como por exemplo, o  dinamismo e a inteligência do Dr. Lázaro Cunha, antes diretor jurídico e agora numa difusa função  de cobrir todos os setores necessitados. Porém, às vezes, sua onipresença não funciona, como foi neste caso de Cuca.

Outro dia, o Presidente Sette Câmara afirmou que Cuca tinha a preferência, como Abel Braga, também. Suas contratações não vingaram, mas o clube poderia até mudar de convicção e buscar alguém com menos cartaz, menos experiência e igual competência.

Aí, alguém falou no nome do mineiro Ney Franco, porém imediatamente o assunto foi  cortado e jogado na gaveta da espera. Pura besteira e falta de profissionalismo:  Ney é respeitado pelo Brasil afora e, além da Seleção Olímpica, já treinou grandes equipes no Rio de Janeiro e em São Paulo, merece sua chance agora no estado onde nasceu e surgiu para o futebol profissional.


sábado, 10 de fevereiro de 2018

TRINCHEIRA DO FLAVIO ANSELMO

 

CUCA MANDA RECADO AOS CARTOLAS DO GALO: NÃO MANCHEM MINHA HISTÓRIA NO CLUBE

 

0 site Superesportes informou que falou,  por telefone, com o técnico Cuca e ele se posicionou, bem irritado, da seguinte forma:

 

. "Fiquei sabendo que noticiaram que eu não aceitei proposta do Atlético, que eu a recusei. Isso não é verdade. Eu não fui procurado por ninguém do Atlético, nem por diretor, nem por presidente,  nem por ninguém".

 

Céus!!! Que tropa de mentirosos é essa que, atualmente, comanda o Galo . Fala coisa com coisa e ninguém diz a verdade, pelo menos é o que sinto acompanhando aqui do meu escritório no Despenhadeiro da Abre Campo, no Santo Antônio. Disse mais o técnico Cuca:

 

 -"Tenho carinho enorme pelo Atlético, todos sabem disso, mas não vou aceitar que falem coisas que não são verdade. Se tivessem me procurado e eu tivesse negado, falaria que neguei. É mentira, não me procuraram. Devem ter outros caminhos, o que é normal no futebol, mas não usem artifício de que eu teria negado proposta do Atlético, pois não é verdade".

 

Técnico campeão da Copa Libertadores pelo Atlético em 2013 e bicampeão mineiro em 2011 e 2012, Cuca destacou que informações falsas podem prejudicar sua imagem com o torcedor do clube.

 

- "Daqui a pouco vão dizer  que " o Cuca não quis". Vão dizer que estão me oferecendo. Nada disso. Essas coisas desanimam a gente de seguir no futebol. Estou aqui apenas esclarecendo uma informação mentirosa. Tenho história no Atlético que construí com muito sacrifício, muito suor, e quero manter isso limpinho para sempre. Que não manchem minha história no clube", declarou Cuca.

 

Histórico

 

A passagem de Cuca pelo Atlético foi de agosto de 2011 a dezembro de 2013. Ele assumiu o time num momento difícil no Campeonato Brasileiro, acumulou seis derrotas em seus primeiros jogos no comando,e conseguiu evitar o rebaixamento. O Galo terminou a Série A na 15ª colocação e abalado pela derrota por 6 a 1 para o Cruzeiro na última rodada.

 

Em 2012, ele teve a oportunidade de iniciar o trabalho e remontou o elenco. Cuca conquistou o Campeonato Mineiro e foi vice-campeão brasileiro, já contando com peças importantes como Victor, Marcos Rocha, Bernard, Jô e Ronaldinho Gaúcho.

 

Em 2013, com a volta de Diego Tardelli do Catar, o time ficou ainda mais forte e conquistou a inédita Copa Libertadores, além do bi Mineiro. A grande frustração ficou por conta do Mundial de Clubes, com a eliminação nas semifinais diante do Raja Casablanca (3 a 1) e a impossibilidade de disputar o título com o poderoso Bayern de Munique de Pep Guardiola.

 

Às vésperas da semifinal, Cuca comunicou ao elenco que deixaria o Atlético para assumir o Shandong Luneng, da China, a partir de 2014.

Desde então, Cuca se tornou ídolo da torcida do Atlético. No clube, seus números são positivos. Em 153 jogos, ele conquistou 80 vitórias, 34 empates e 39 derrotas. O aproveitamento é de 59,69%.

 


TRINCHEIRA DO FLAVIO ANSELMO

PRESIDENTE DO GALO, QUER RETRATAÇÃO DE GOMIDE PARA ENCERRAR A CONFUSÃO CRIADA PELO DEMITIDO OSVALDO OLIVEIRA

 

 

 

0 inexpressivo presidente do Atlético falou à Imprensa sobre a demissão do técnico Oswaldo de Oliveira e afirmou que ela foi puramente técnica, baseada na partida contra o Atlético acreano.

 

Sobre o entrevero entre o treinador e o reporter da Rádio Inconfidência, Sette Câmara afirmou que espera retratação de Léo Gomide para abrir, de novo, as portas da Cidade do Galo para ele. Gomide lembra o seguinte:

"No momento em que Oswaldo partia para cima de mim, coube ao diretor de comunicação do Atlético, Domênico Bhering, tentar acalmar os ânimos do treinador. No meio da confusão, o funcionário alvinegro, responsável por mediar a relação entre profissionais da imprensa e o técnico, utilizou a palavra 'babaca' para se referir a Gomide".

Houve a agressão verbal do Diretor de Comunicação:

("Este repórter é um babaca… não vale a pena") além do ex-treinador ter afirmado que ao chegar no Clube foi advertido:

 

'Olha, tem um cara assim, assim", revelando perseguição pessoal incompatível com a atividade jornalística. A meu ver, isso sim exigia pronta retratação", continuou, na nota, Léo Gomide.

 

Gomide não tem que se retratar p. nenhuma! Retratação aqui cabe ao tresloucado Oswaldo de Oliveira e ao diretor de futebol Alexandre Gallo outro avacalhado na história. Sempre tive o maior respeito pelo diretor de comunicação Domênico Bhering, porém no episódio do Acre foi de uma pobreza impressionante.

 


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

GRITAR O SEU NOME AO VENTO


Gritar seu nome ao vento,
que desce da montanha verdejante,
vento forte que carrega minha saudade
serve-me de alento
de caridade.

É um coadjuvante
Contra a sensação de que perdi o seu amor;
Sento-me à beira da estrada,
na sombra do enorme eucalipto,
e ali sozinho, sinto-me inapto
A seguir em frente, sem minha amada.

Inaura, Inaura, Inaura, onde estás?
Ouça o apelo que o vento carrega
e ao silêncio da amargura entrega
Feito grito de desespero do amor perdido
Que você renega
E que faz meu espírito mais sofrido
Desça , Inaura, desça
E de uma vez a este caminheiro  apareça.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

PARACATU OU NO RIO BOM

 

PARACATU, OU NO RIO BOM

(Flávio Anselmo – Jornal Solidariedade)

 Se algum turista pede-nos alguma orientação sobre como conhecer alguma coisa do Brasil colonial nas terras de Minas, é bem provável que nossas indicações fiquem entre Ouro Preto, Mariana, Congonhas, Tiradentes, São João Del Rei, Serro, Diamantina, ou Araxá. Agora, incluo Paracatu (em tupi, "no rio bom") nos meus roteiros históricos.

Paracatu possui pontos maravilhosos, onde a história do Brasil confunde-se com a natureza, exibindo quadros naturais de admiráveis cachoeiras e velhos casarões do Século XVIII.  

Levar apenas a máquina fotográfica a Paracatu não resolve; é preciso de tempo pra se conhecer – e registrar, claro – as suas belezas e suas delícias gastronômicas.  Tempo, também, pra viver e curtir suas celebrações, ritos, danças, tradições.

Foi bom papear com Dario Alegria, ex-craque do América, Palmeiras, Fluminense e Monterrey do México, atualmente responsável pelo Museu Histórico de Paracatu; filho da terra, Dario especializou-se em contar casos e narrVVar os acontecimentos marcantes de sua cidade. 

Basta dizer que Paracatu teve origem no Século XVIII e se chamava Arraial de São Luiz e Santana das Minas de Paracatu. Em 1798, a Rainha Dona Maria I, a Louca, presenteou a sesmaria ao filho Dom Pedro I. Antes da fuga da família real para o Brasil. tornou-se Vila de Paracatu do Príncipe. Foi o 13º município instalado em Minas Gerais.

Compensa na viagem de carro pela 040 com destino a Brasília, além de visitar Três Marias, uma parada mais demorada em Paracatu. Existem bons hotéis, pousadas e restaurantes. À noite, sob um manto estrelado de calor suportável não deixe de se envolver nas manifestações folclóricas locais e nem de deliciar-se dos inúmeros tira-gostos diferentes e das cachaças fabricadas em Paracatu, de apreciação nacional.

Paracatu exala aquela mística de que a história do Brasil necessita ser recontada ou conhecida, enquanto houver tempo.  




terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

CHAMAMENTO DE DEUS

 

Não me faço de exemplo; apenas quero registrar  neste espaço que os desígnios de Deus, às vezes, existem para nos colocar à prova. O destino estabelece que nossa hora chegou e lhe põe no coração a expectativa falsa de que Deus decidiu tê-lo ao Seu lado.

 

Porém, senti posteriormente aos fatos, por três vezes, nas quais esse chamamento passou por meu espírito, que Deus apenas testou minha crença  Ou melhor, quis testar minha fé em mim mesmo e nas pessoas.

 

Na primeira vez, durante um churrasco na casa de meus cunhados, em Caratinga, revelei a um deles, doutor Romeu, cardiologista, o incomodo que me perseguia há dias. Qualquer coisa parecida com mal-estar estomacal.

 

Examinando superficialmente, ele detectou extra-sístole e recomendou que na minha volta procurasse urgente o meu médico. Feito o exame, foi constatado entupimento de 85% numa artéria importante. Estava em processo de angina. Salvei-me a tempo com a implantação de um stend.

 

Da segunda vez, mesmo incomodo. De novo, imaginei problemas com a velha esofagite, Procurei o meu médico. Sugeriu que eu voltasse ao cardiologista. Novos entupimentos mais sérios e a recomendação de cirurgia. Reativei a fé em mim e na crença em Deus. Fui sem medo à mesa de cirurgia, apesar de a seriedade do problema. Estava a um passo de fatal infarto.

 

A terceira foi neste período. Saí do bloco cirúrgico, passei os dias previstos na UTI e preparava-me para retornar ao apartamento. Tive uma terrível dor na mão esquerda, bem inchada. Reclamei aos médicos de plantão, às enfermeiras. Ninguém me atendia.

 

Acreditei em mim e no meu canal aberto com Ele. Roguei-lhe que fizesse o meu cardiologista, doutor Carlos Eduardo Ornelas, aparecer. Normalmente, ele não aparece naquele horário.  Mal acabei de orar, o doutor Ornelas, de súbito, surge à minha frente.

 

Só ele poderia salvar-me naquela hora, pensei. E foi assim que ele constatou a infecção que já me tomava o corpo. Eu me salvei pela terceira vez.

 

Nos desígnios de Deus a minha hora, ainda, não chegara. Tenho coisas a fazer por aqui. Outros, menos crentes em si próprios e em terceiros, podem ser pegos pelo chamamento Divino, por ignorarem  ao  aconselhamento Dele: " Faça a tua parte que eu te ajudarei..."

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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

TRINCHEIRA DO FLAVIO ANSELMO

FESTIVAL DE GOLS BONITOS, NENHUM IGUAL AO DO ARRASCAETA

 

A movimentação do jogo era excelente, no primeiro tempo, com domínio absoluto do Cruzeiro. Sentia-se a ausência de Thiago no meio-campo azul por causa da distribuição da bola com passes certos, tabelas pelo meio, ao invés daquele arcabouço exagerado de bolas aéreas pra Fred.

A defesa do Coelho suportava bem a pressão provocada pela atuação defensiva segura do meio-campo, retomando toda segunda bola,  graças às atuações de Henrique, mais atrás, e de Ariel Cabral mais avançado. Outro escondido no jogo foi Rafinha, artilheiro do campeonato e bem apagado no clássico.

Na bola aérea só dava América, por causa de sua zaga excelente de Rafael Lima e Messias, perfeitos nas bolas pelo alto. Mesmo assim, o Cruzeiro teve três oportunidades boas de gols, desperdiçadas por Arrascaeta, Fred e Rafinha.

Vendo a partida em casa, pela televisão, tive a impressão de covardia do esquema de Enderson Moreira, com a equipe recuada e sem velocidade nos contra-ataques. Tanto que Fábio só participou do jogo em duas bolas chutadas, sendo a segunda de Matheus Sales. O goleiro estrelado fez boa defesa e desviou a escanteio.

Os lances de contra-ataques do Coelho morriam nos pés do lerdo Renan Oliveira ou nos de Aylon, bem marcado por Egídio. O empate de 0 a 0 no primeiro tempo não foi legal para o Cruzeiro; e na fase final, as substituições feitas por

Enderson surtiram mais efeito do que as de Mano. Enderson tirou Zé Ricardo e colocou Christian; Davi entrou no meio, na vaga de Matheus Sales; e Serginho na de Renan Oliveira. O Coelho conseguiu equilibrar a partida e empurrou o Cruzeiro mais pra atrás. Mano colocou o intragável Rafael Sóbis no lugar de Rafinha e piorou mais ainda. Então veio o absurdo: a troca de Arrascaeta pelo volante Bruno Silva - foi  chute de Mano no saco da torcida.

Afinal, aconteceu quando o jogo estava bem equilibrado e Arrascaeta em produtiva movimentação, e pouco depois dele  surpreender todo Mineirão com o incrível gol de voleio, após pegar de cheio o cruzamento na medida de Edilson, aos 27m.

Parece que Mano puniu Arrascaeta por sua arte e ótima atuação, com a substituição pelo volante pesadão e que piorou a atuação do meio-campo azul.   

A vitória por 1 a 0 fez o Cruzeiro isolar-se na liderança, quebrou a invencibilidade americana e manteve o tabu de oito jogos em perder para o Coelho, no novo Mineirão.

Teve outra substituição, desta vez acertada no time azul. O estreante argentino Mancuello entrou no lugar de Robinho, já cansado e mal na partida.

Novo público excelente em jogo do Cruzeiro pelo Campeonato Mineiro: 47.499 pagantes e renda de R$ 608.231,00. Apitou bem Wanderson Alves de Souza.

Arrascaeta com a beleza de gol, comemorado aqui e no Uruguai, marcou pela 36ª vez com a camisa azul celeste,e igualou-se ao argentino Montillo. Na frente dele está Marcelo Moreno, com 45 gols, dentre os estrangeiros goleadores da equipe de Mano Meneses.


domingo, 4 de fevereiro de 2018

HISTÓRIA DA MÁRTIR, IRMÃ ADELAIDE MOLINARI, CONTADA PELA MANA NELLY

 

A história das famílias Anselmo e Molinari é longa, mas agradável. Gosto muito de curti-la ou vivê-la, como, por exemplo, na comemoração dos aniversários da Tia Dilce Molinari, única sobrevivente dos meios-irmãos de meu pai, Sodico, que na hierarquia histórica da árvore genealógica seria o mais velho.

Tia Dilce, uma figura amada, carismática, bela, está com 102 anos e a cada festa de aniversário, se reúne toda família num clube ou na fazenda de seu genro.

 

Agora, passo a conhecer este outro leque dos Molinari, assentados do sul do País, no Rio Grande. Que sensação maravilhosa!

 

Troco mensagens com Nely e conheço mais um bom pedaço dos Molinari. Foi ela quem me falou sobre Irmã Adelaide Molinari, sua mana, assassinada no norte do País.

 

A história dela diz assim:

 

Irmã Adelaide Molinari pertenceu a agora é mártir da Galeria da Irmandade dos Mártires da Caminhada. Nasceu em 02/02/1938, na cidade de Garibaldi -RS filha dos agricultores Salvador e Cecília Molinari.

 

Mudou-se, ainda menina, para Palmeira das Missões RS. Trabalhava com a família na roça. Aí descobriu sua vocação religiosa. Com o apoio de seus pais, foi morar com as Filhas do Amor Divino.  

1.      

Na noite de 15 para 16 de abril de 2017, aconteceu a 32ª Caminhada Irmã Adelaide, de Eldorado dos Carajás até Curionópolis, no Pará, com a participação de grande número de Filhas do Amor Divino, e a participação da Superiora Geral Irmã Maria Dulce Adams e da Superiora Provincial..

 Irmã Adelaide trabalhava na cidade Curionópolis, no Pará, que pertence à diocese de Marabá. Seu trabalho principal consistia em dar catequese às crianças e jovens. Cuidava também de vários clubes de mães da região. Muito simpática, era a alegria da juventude e das crianças.

Livro conta a história da Irmã Adelaide  

 

No dia 7 de dezembro de 2010, lançou-se o  livro que retrata a história da Irmã Adelaide Molinari, na Paraíba. O livro  é "Homens e Mulheres que Morreram na Luta pela Reforma Agrária e pela Vida" de autoria do técnico Agrícola Ivanildo Pereira Dantas, assessor da Federação dos Trabalhadores na Agricultura da Paraíba.

 

OS 30 anos da morte de Irmã Adelaide ...

 

Em 12 de abril de 2015, a religiosa, da mesma congregação, Irmã Lourdes Dill, foi vítima de assassinato quando atuava em favor dos mais pobres em Eldorado do Carajás, uma zona ainda hoje conflagrada no norte do País. O crime faz 30 anos e vale conferir o texto-homenagem à irmã Adelaide Molinari, escrito em 14 de abril de 2009.. leiam:

 

"- Hoje a Igreja dos Pobres faz a memória do martírio da Irmã Adelaide Molinari, assassinada na rodoviária de Eldorado dos Carajás - PA, depois de ter assumido com ousadia profética a missão de anunciar a Boa Nova da vida e da liberdade aos pobres da Amazônia, Adelaide Molinari, religiosa, 47 anos, foi assassinada na Rodoviária de Curionópolis-PA.

O disparo feito contra o presidente do Sindicato dos Trabalhadores atingiu-a no pescoço. Arnaldo Delcídio Ferreira viria a ser assassinado no dia 2 de maio de 1993. Irmã Adelaide Molinari morreu no dia 14 de abril de 1985.

 

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