segunda-feira, 31 de agosto de 2009

respostas a outros pitacos

Ricardo Pinto – Contagem: O direito de criticar e contestar ninguém lhe tira, Ricardo, como os meus colegas, também, devem criticar, ainda que não lhe agradem. Você, por exemplo, revela pra mim o nome de um comentarista que não conhecia: José Augusto Toscano, da Rádio Inconfidência. Se você gostou dele, espero que outros, também, ouçam e gostem. Assim se faz uma Imprensa democrática. Quanto às perguntas: “Cadê o Sindicato dos Jornalistas? Cadê o Código de Ética?” Eu, também, as faço e sem respostas...

Hailton Moreira: não exageremos, caro Hailton. Não posso acreditar que você acreditar em 99,99% das coisas que falo. Vale como conforto, apesar de saber que existe uma forte ala entre o 0,01% que detesta. Sobre o Zezé quase apanhar do Anderson no vestiário, antes da partida decisiva da Libertadores, porque exigiu a escalação de Thiago Heleno, com o devido respeito, não acredito. É conversa fiada. Você pode esconder qualquer coisa envolvendo três pessoas, mas num vestiário cheio, duvido. Além do mais, se isso tivesse acontecido, Adilson estaria fora do Cruzeiro. Pegaria o boné e se mandaria. Personalidade pra tanto ele tem de sobra...

Respostas aos pitacos

João Chiabi Duarte: Obrigado pelo longo prestígio. Além de ser gente boa de Conceição do Mato Dentro, amigo de Chico Maia, é conterrâneo de Orlando Augusto, com quem estarei todas as terças e quintas-feiras, a partir das 12h30m, no Jogada de Classe da TV Horizonte, Canal 22. É preciso que Adilson Batista acredite em Bernardo, Dudu, e Diego Renan pra dar pulmão novo ao time que tem ficado velho após a saída de Ramirez, Charles e Wagner. E com a inconstância de Jonathas. Pra melhor, o 4-3-3 ainda é o melhor esquema tático. Escreva sempre.

Anônimo: Que coisa feia, senhor Anônimo. Tá com medo de quê? Suas críticas nem foram tão ácidas assim. Estou acostumado com coisas piores. Dê às caras, medroso. Chamei de trouxa quem pagar o “pagar-pra-ver” e penso que o cara é trouxa mesmo. Eu não pago realmente porque estou duro, à espera que o INSS solte minha aposentadoria que tá rolando por lá a quase um ano. O presidente Lula não falou em 30 minutos?

Gustavo – BH: - Lamento pela proibição de seu filho entrar no Independência com uma garrafa de água mineral. Mas é a lei. Burra, mas é lei. Ele não, mas um adulto pode atirar tal garrafa no gramado é a coisa vira uma merda. No entanto, sou a favor do “é proibido proibir”, cada qual que se conscientize. E concordo com você: não abra mão do seu direito de indignar-se. O Brasil tá precisando de mais gente indignada. E Viva o Coelhão, campeão da série C e futuro campeão da B.

Outro Anônimo: Se você acha que a máscara do Galo tá que cai, não seria bom você, também, fazer a sua cair e mostrar a cara, sô? Anônimo não tá com nada, não.

José Antônio – Seja bem vindo em qualquer uma das minhas Trincheiras, Zé Antônio.

Fausto P. Cortes Júnior –Vila Velha/ES: o feijão com arroz do Cruzeiro mostrado contra o Náutico não durou nem mais dois jogos, amigo...

Eduardo Cruz – BH – Venha sempre com seus pitacos. Gostei muito desses últimos.

Wilson Diniz – BH – Obrigado pelos elogios e pela força. O caso do Kleber parece que será resolvido agora, com a janela fechada.

Flávio de Oliveira- BH – Depende de onde você mora. No Luxemburgo, na livraria do Shopping Woods você encontra meus dois livros do momento. Na Prudente de Morais, Livraria Ouvidor, também. Ou então, mande-me um email com seu endereço e acertaremos o envio dos livros pelos Correios. Abs e obrigado.

domingo, 30 de agosto de 2009

JOGAR COM MEDO DÁ NISSO

O Cruzeiro abriu 2 a 0 e jogava só na defesa. Levou 2 a 1 e continuou na defesa. Fez 3 a 1 aos 38m do segundo tempo e se manteve lá atrás. Em determinado momento tinha quatro beques e dois volantes de marcação: Leonardo Silva, Thiago Heleno, Gil e Vinicius na zaga e Fabrício e Henrique de volantes. Diogo Renan não sabia o que fazia; se era lateral ou meia. Soares, peça de prateleira sem utilidade, só enfeitava. Aí entrou o equatoriano Guerron pra correr com Thiago Ribeiro.Nada acrescentou. O Vitória encheu-se de brio diante do medroso Cruzeiro e buscou o empate de 3 a 3.

Adilson saiu de casa em duas partidas (Botafogo e Vitória) atrás de seis pontos. Trouxe inexpressivos dois pontos que nem fizeram o Cruzeiro mexer direito na tabela de classificação. Não será com esta falta de ousadia que o time conquistará a vaga na Libertadores. O

Galo não estaria desperdiçando orações se agradecesse aos deuses pelo empate com o Sport (1 x 1) no Mineirão. Saiu barato. No final, os pernambucanos tiveram dois gols anulados – corretamente – por impedimento que demonstraram, contudo, o espírito da partida. O tempo todo foi assim. Ao fazer 1 a 0, o Leão do Norte mandava no jogo e era melhor, também, ao tomar o empate. Como explicar essa queda atleticana? Não sei.

Celso Roth tem razão ao dizer que ficou decepcionado com a atuação do Galo. Confirma as críticas da gente. Segundo ele, o Atlético poderia ter sofrido uma derrota histórica e que essa foi a pior atuação da equipe sob seu comando. Creio que quanto o termo histórico, Roth quis dizer “goleada histórica”.

No Independência, a adrenalina subiu tanto, que alguns preferiram voltar pra casa após terminar o tempo normal em 2 a 1. O sofrimento já havia sido enorme pra torcida até o Coelho conseguir este resultado e fugir do empate que botava o Guaratinguetá às finais da Série C. O placar levava à loteria dos pênaltis.

Loteria mesmo. Só técnica e competência não resolvem. E os times mostraram competência e sorte na cobrança normal: 5 a 5. Nas alternadas, 6 a 6. Na sétima cobrança, o Guará perdeu. Moisés – tinha que ser um abençoado – fez 7 a 6. América tá na final e decide o título. Contra quem? Isso não importa...

Pois é, o assunto é Independência. Então, vale registrar que o Conselho Municipal do Meio Ambiente liberou a licença ambiental que permitirá a reforma que o transformará numa bela arena enquanto o Mineirão ficar fechado pras obras do Mundial.

A ensebação na liberação desse documento deixou o futebol mineiro arrepiado, sob ameaça de não ter estádio pra suas disputas a partir do ano que vem até 2013. Coisas da burocracia burra, que entrava e implica com a vida dos cidadãos.

PITACO. “Seria o melhor que poderia acontecer para nos. Ganhar o clássico no sábado. Temos que buscar o resultado desde o primeiro momento” de Lionel Messi ao desembarcar no Ezeiza pra se apresentar ao técnico Maradona.

Os argentinos prometem força total no clássico contra o Brasileiro. sábado, em Buenos Aires. Vengam, hermanos...

Que vitória do Tigre! Virou zebra em cima do Vila Nova, em Goiânia. A vitória (2 a 0), fez o Ipatinga subir na classificação da Série B. Pra confirmar que não foi por acaso que venceu no Serra Dourada, o Tigre precisa bater a Macaca, de Campinas, sexta-feira em no Ipatingão.

O Zebu tá que tira sarro no Uberlândia: na disputa da Série D o tradicional Verdão foi desclassificado pelo desconhecido Araguaia. Com ares de vingador, o Uberaba atropelou este adversário, no Estádio Engenheiro João Guido, e deu aquele passo que o Uberlândia não conseguiu dar rumo às quartas de final.

Em compensação, o Tupi, em Juiz de Fora, fez festa a partida toda e entregou o ouro pro Macaé, do Rio de Janeiro, aos 44m do segundo tempo. As maiores chances dos mineiros seguirem em frente, portanto, ficaram apenas no Zebu.

Acesse meu blog e vote na pesquisa “quem chegará na frente, Atlético ou Cruzeiro?” Ou dê seu pitaco sobre a rodada: www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspots.com

Do outro lado da lagoa, os maus resultados nas duas últimas partidas foram transferidos aos problemas de contusão: em Salvador, o Cruzeiro não teve Fábio, Jonathas, Marquinhos Paraná, Kleber e Wellington Paulista. Há controvérsias...

Fábio foi bem substituído por Andrei que fez boas defesas. Jonathas, realmente, tem feito falta porque esse Jancarlos é muito ruim. O time já entra com uma substituição programada. Thiago Heleno, apesar de ser desastroso, é titular de Adilson Batista.

Marquinhos Paraná, realmente, faz falta. Mas Thiago Ribeiro e Soares não acrescentam nada. E haja cabeça pra entender tanta variação de esquema que Adilson aplica numa só partida. O pobre do Diego Renan que o diga.

Minha Caixa de Entrada tinha a mensagem de Maria Efigênia Sales, do Bairro Sion, BH: “Recebi o seu web jornal através de um amigo, colega meu da área jurídica, seu leitor também Gege Angelino. Quero manifestar duas coisas. Primeiro: avalizo inteiramente a colocação do Gege sobre tirar a cor preto da camisa do América. Retornar logo com a tradicional e gloriosa de tantos valores, alviverde, que meu saudoso pai adorava”.

“Desde que o preto está no Coelho, as coisas ficaram pretas. Diretor Alencar, mude logo, já, pois o senhor. é a única pessoa que sei comunga desta idéia também. Segundo: uma tristeza a falta de personalidade dos diretores atuais do Palmeiras. Trocar o uniforme de tantas glorias, por um outro, de cor azul, totalmente fora dos padrões de respeito, de amor e de consideração aos milhares de torcedores”.

“E estes, que nada fizeram, aceitando tudo passivamente, como covardes? Tamanha indecência em nome de uma copa do mundo que ainda está longe? É a mesma coisa que trocar o azul do Cruzeiro por vermelho e branco, não seria?”

Justiçar com as próprias mãos não pode, senhores cartolas do Botafogo. Bateram no Rodrigo Cintra, juiz que apitou o jogo contra o Grêmio (3 a 3) e, apesar de concordar que o time carioca foi descaradamente roubado (pela terceira vez seguida), não endosso agressões físicas.Mesmo no Cintra. O melhor mesmo é fazer como o presidente fez: de público, aos brados, jogou coisas estranhas no ventilador...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A VERDADE APARECEU

Ao detonar a informação que Marques não ficaria no Atlético, ouvida pelo tratador de passarinhos do então presidente Ziza Valadares, no Mercado Central, parecia que eu estava mexendo num vespeiro. Imediatamente, a mídia repercutiu o fato com a devida importância e citou a fonte com a conveniência ética do jornalismo moderno. Mas, nos dias seguintes, boa parte dela tentou esvaziar o furo da Trincheira, inclusive um diretor do próprio jornal da Capital que a publicava.

As duas fontes eram capazes: a que ouviu de Ziza que as mordomias no Atlético estavam com os dias contados e que Marques, eterno chinelinho, seria o primeiro a ter seu contrato rescindido; bem como a fonte exclusiva que me trouxe tal furo de reportagem.

Quando o assunto ferveu, e diante das pressões que me foram feitas, a minha fonte colocou o tratador de passarinho ao celular. E ele ratificou: “Marques não fica no Atlético”. Falou alto, curto e grosso.

Ouvi claro e em bom tom, apesar da ruindade da telefonia celular de Minas Gerais.

E de fato não ficaria, não fosse a esperteza e a capacidade de seu procurador, Aurélio Dias, que lembrou aos cartolas atleticanos do acordo que clube e atleta fizeram antes na Justiça do Trabalho.

No seu retorno do Japão, Marques tinha vultosa soma em dinheiro pra receber de direitos trabalhistas. Feijão sem bicho. Podia gastar por conta, pois a ação corria em fase de liquidação.

Numa jogada de mestre do advogado José Murilo Procópio, surgiu o acordo louco que permitiu a volta de Marques ao Atlético. Num instante imaginei: Procópio driblou melhor que Marques.

Na época até achei estranho o acordo feito pelo meu ex-colega de Faculdade. Comentei isso na Trincheira. Marques abria mão de pequena fortuna pra voltar a vestir a camisa do Galo.

Entendi o seguinte: Marques vai pagar-se pra jogar no Galo. Não me lembro os números; o montante calculado pela Justiça Trabalhista reduziu-se a um quarto. Ou Marques ficara louco, ou, realmente, amava à loucura o time.

Nem um, nem outro. Estava de olho na torcida atleticana e na ilusória condição de ídolo que lhe abriria as portas da carreira política. O maior de todos os ídolos, Reinaldo José de Lima, sabe quanto custa esta história...

A condição de ídolo, atualmente, é efêmera. Rei morto, rei posto. A vez agora é de Diego Tardelli.

Voltemos à vaca fria: as forças que me odeiam, tentaram desmoralizar-me. Marques ficou e teve até o contrato renovado depois da queda de Ziza pelo atual presidente, Alexandre Kalil.

Pensei: Kalil jogou pra torcida que o carregou nos ombros. Não existia ainda nem a figura de Tardelli; a esperança de um ídolo atleticano repousava no sombrio horizonte de Marques.

Contudo, também não foi apenas assim: Kalil jogou pela torcida e pelo acordo.

Marques pretendia – e pretende – manter-se vivo, em evidência. Por ali mesmo na Cidade do Galo. Perto das eleições, promoverão seu retorno aos gramados, com bastante badalação. E ele ficará pronto pra correr...atrás de voto.

Meu amigo Chiquinho Maia, que na época (junto com Teodomiro Braga, de O Tempo) esteve na turma do bem que duvidou da minha informação e de minha fonte acrescentou o ponto derradeiro na história esta semana na sua trincheira.

Aliás, Teodomiro Braga, ao telefone, me disse que eu acreditava em fonte vazia e que devia tomar cuidado com outras iguais no futuro. Pretendeu ensinar o Pai Nosso a um velho vigário com 50 anos de batina...

Chico Maia revelou agora, em suas colunas nos jornais do deputado federal Vitório Medioli, que Marques será candidato a deputado estadual no PTB. Cruzes!

Como qualquer cidadão tem este direito e creio até que seja mais preparado do que 80% dos nomes ocupantes da Assembléia Legislativa no momento. Pelo menos, sem os vícios que enodoam a política tupiniquim em todos os patamares.

PITACO: “Com o Kléber no time somos mais fortes pra brigar pela vaga na Copa Libertadores. Acho que agora a nossa situação melhora muito”, de Zezé Perrela ao anunciar o fim das conversas com o Porto e que o Gladiador fica até dezembro.

Quem acredita no que Perrela disse que o time fica mais forte com Kleber, mesmo chateado por perder tanta grana, levante a mão. Chiii! Esperava menos gente!

O andado Marcelo Ramos fez no empate com o Figueirense o gol de número 450 na gloriosa carreira. Mas espero que tenha guardado pelos menos uns dois pro Vila Nova, hoje à noite, em Goiânia. Como o Tigre precisa de seus gols nesse momento!

Tá que bomba meu blog. Ao acessar coloque seu email pra eu poder respondê-lo, cara. E dê pitacos à vontade: www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com

Até que os reservas do Galo não fizeram feio diante dos titulares do Goiás, um dos melhores times do Brasileiro. Todavia, o empate (1 a 1) no Mineirão foi um desastre. O gol fora vale muito na Sul Americana. Os goianos fazem o jogo de volta em vantagem. Querem exemplo: o Flu tirou o Fla com dois empates: 0 a 0 e 1 a 1.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

ESTE É O NOSSO BRASIL

Não sei quantas vezes já tive que responder perguntas sobre o paradeiro de Ricardo Guimarães, ex-presidente do Atlético. Não tivemos mais nenhum contato, depois que deixou o clube. Segundo soube, por amigos comuns, Ricardo, desiludido com a Imprensa mineira, decidiu escolher meia dúzia dos mais próximos e ignorar o resto. Visto não ser próximo dele e de nenhum outro cartola, estou ignorado. Gosto do Ricardo Guimarães. Só não gosto do BMG e do que a instituição faz, impunemente, com os pobres aposentados de todo País, presos nas malhas do seu empréstimo compulsório.

Você é um desses? Gostaria de quitar, antecipadamente, o empréstimo consignado feito em momento de aperto e que, consta em contrato, pode ser pago a qualquer época com desconto dos juros? Eu sou um desses trouxas. Uma vez precisei de grana e recorri ao empréstimo consignado do BMG, como funcionário público estadual aposentado. Na época de acertar o empréstimo uma represente credenciada do banco veio à minha. Quando quis quitar esse empréstimo, telefonei pra tal pessoa e não consegui falar mais com ela. Soube que pra conseguir o extrato com os cálculos da quitação antecipada eu teria que ir, pessoalmente, à uma agência do BMG. Na época, existia uma perto do prédio principal onde ficam Ricardo, Nélio Brant e a turma toda de cartolas do banco. Demorou uns 20 dias, mas foi fácil.

Fiz outro empréstimo. A coisa tava preta. 48 meses pra pagar. Porém, as finanças melhoraram e resolvi quitar os 12 meses que faltam. Me dirigi àquela agência que citei acima. Dei com a cara na porta. Agência fechada. Fui ao prédio central e a atendente da portaria, ao lado de um segurança mal encarado, me entregou um panfleto, com mapa, endereço e tudo mais: em Contagem. Só lá, no período de 10h às 16h poderia conseguir o tal extrato. Sem essa de 0800; Internet ou coisas tantas. Pessoalmente, ou por meio de procuração.

Foi feito isso no Rio, em São Paulo e no caixa prego. Jogada suja pra dificultar as coisas e evitar que o consumidor quite antes a dívida e o banco perca seus juros altos. Não me parece coisa do Ricardo Guimarães; contudo, sendo o dono, tem culpa maior no cartório. Como no caso do mensalão. Que fiz eu, então? Fiz o que todo consumidor que esteja nas garras do BMG, passando por igual problema, sem poder gritar na Imprensa, pois ela tá amordaçada pelas verbas de publicidade do banco: fui ao PROCON da Assembléia, ali na Rua Santa Catarina. Não é a primeira vez, nem será a última que recorro a ele em defesa dos meus direitos.

Não há vergonha nisso. O PROCON existe pra cumprir tais funções; chamar à responsabilidade os maus empresários, aqueles que tentam iludir, enganar e tomar dinheiro do povo. Fui bem atendido pelos jovens estagiários e o PROCON mandou notificar o Banco. Dia 14 de setembro, teremos uma audiência. Não quero tomar nada daqueles caras. Quero APENAS saber quanto devo e por meio desse extrato calcular se terei condições de quitar a dívida, antecipadamente. Que mal há nisso, doutor Ricardo Guimarães? Ruindade, pecado, desatino, é o que o BMG faz com seus clientes, que sustentam o complexo enorme. Moradores em Belo Horizonte são obrigados a ir a Contagem resolver problema simples que não custaria nada, nem tempo, na Internet, por fax, ou telefone. Multa nele, PROCON. E você amigo, não perca tempo. Vá atrás, também. Cuide de seus direitos.

Depois deste comentário desagradável, entro em um assunto mais triste, ainda; coisas desse Brasil: quando há paciente, não existem hospitais, doadores ou condições de transplantes. Quando existe hospital, doadores, gente interessada, faltam pacientes. Leia abaixo a mensagem que recebi, assinada pelo médico Eduardo Bezerra:

“O JORNAL DA REDE GLOBO MOSTROU UMA REPORTAGEM SOBRE O HOSPITAL DOS OLHOS DE SOROCABA. ESTE HOSPITAL É DA MAÇONARIA, SEM FINS LUCRATIVOS.
ELE É CONVENIADO COM O SUS, E TEM CAPACIDADE PARA REALIZAR CERCA DE 300 TRANSPLANTES DE CÓRNEAS POR MÊS, POIS HÁ ESTOQUE DE CÓRNEAS SUFICIENTE PARA ISSO. ENTRETANTO, O HOSPITAL REALIZA SOMENTE CERCA DE 120 TRANSPLANTES POR MÊS, DEVIDO A FALTA DE PACIENTES. AS CÓRNEAS NÃO UTILIZADAS SÃO JOGADAS FORA POR PASSAR O TEMPO DE UTILIZAÇÃO E VALIDADE! REPASSANDO DE MÃO EM MÃO ESTE E-MAIL PODERÁ CAIR NAS MÃOS DE ALGUÉM QUE CONHEÇA ALGUÉM À ESPERA DE CÓRNEAS. ELA PODE ENTRAR EM CONTATO COM O HOSPITAL OFTALMOLÓGICO DE SOROCABA -SP E SE CURAR!
TELEFONE - (15) 3212-7009- DE 2ª A 6ª FEIRA”

TIME FORTE NO RIO, RESERVA EM BH

Indignado, o apreciador voraz da Trincheira, José Antônio Mendes de Souza e Silva – BH – que diz não torcer pelo Galo revela sua estranheza do time reserva hoje contra o Goiás, também cascudão, e me pergunta: “Então por que os times falam tanto nesta Sul Americana?” Também não sei, Zé!
Aposto, no entanto, que Celso Roth sabe que a torcida não gostou.

Tanto que na sua “esclarecedora” entrevista Roth disse que “quando sentamos e decidimos isso, tínhamos, e temos, a noção clara que o que nos importa é o Campeonato Brasileiro, com todo respeito à Sul-Americana”. Óbvio que não havia representante da Massa em tal reunião e, portanto, ninguém quis saber o pensamento dela.

No Pitaco do torcedor Zé Antônio, uma informação que, talvez, Roth, também, não ignora. Emerson Leão ganhou R$ 300 mil, em 2007, por classificar o Galo pra esta competição.

E tem mais, segundo o Zé: “em 2008 o Galo foi eliminado pelo Botafogo e a renda das duas partidas deu apenas 70% do que Leão embolsou de prêmio.

PITACO: “Não é à toa que a maioria dos times da Primeira Divisão está quebrada” do torcedor José Antônio Mendes de Souza e Silva. Parabéns, Zé. Na mosca!

Melhor exemplo não há: se o momento do Cruzeiro é desdobrar fibra por fibra. Caso queira entrar no G-4 atrás da vaga da Libertadores deve todo elenco mirar-se em Wellington Paulista. Que astral tem este moço!

Nem com o castigo injustificado que Adilson Batista aplica-lhe ao negar a titularidade da camisa 9 pra ele, Wellington Paulista, 26 anos, entrega os pontos. Em campo, no banco de reserva, é de uma simpatia irradiante.

Seu contagiante otimismo já me conquistou há tempo. Tenho escrito que não se trata de craque, mas de um centroavante indispensável. O melhor de todos do elenco; e obrigado a disputar posição com vários enganadores.

Paulista é o segundo artilheiro da equipe e perde apenas pra Kleber. Porém, se Adilson não o tivesse encostado em diversas partidas, poderia estar na artilharia do Brasileiro.

Em três partidas na qual ficou no banco e não entrou, o Cruzeiro teve pênalti a seu favor; Wellington Paulista, apesar de reserva, era o cobrador oficial do time.

Sangue nos olhos dos botafoguenses esta noite no Engenhão, mas nos dos cruzeirenses, além das vistas ensanguentadas, será preciso que o pessoal entre em campo, também, soltando fogo nas ventas.

Os cariocas estão na zona do rebaixamento, penúltimos colocados, com 21 pontos. O Cruzeiro passeia pela zona intermediária, da Sul Americana, com 27. Se pensa chegar no G-4 tem que fazer 40 dos 54 pontos em disputa. Não é fácil, não. Só com superação igual a de Wellington Paulista.

Outra derrota e ficará o Ipatinga sujeito a frequentar o buraco negro da Segundona. Nem em casa vence mais. O empate (2 a 2) com o Figueirense, no Ipatingão, foi tétrico.

Amanhã, diante do Vila Nova, em Goiânia, terá de ser calça de veludo, ou bunda de fora.

O Tigre tem 25 pontos tá em 12º lugar. Porém, o primeiro dos quatro emburacados é o Fortaleza, ao lado do Juventude, com 22 pontos. A vitória de um deles e a derrota do Ipatinga recomeça o sofrimento.

Recado do Leonardo Silva: “roubar a bola do ataque botafoguense sem fazer falta perto da área. Pra evitar de o Lúcio Flávio ir lá e...bola nas redes”. Pergunto: também é preciso fazer tantas faltas, ô Leonardo?

O Porto testa a adrenalina de Perrela e Maluf, ou não vai mesmo chegar aos 10 milhões de euros? E o Cruzeiro: aceitará os 7,5 milhões oferecidos e mais as liberações definitivas do argentino Ernesto Farias e Leandro Lima?

O suspense tá perto de acabar. Mas, afinal, este Ernesto Farias é o famoso quem?

“Que torcida chata...já falei que Tardelli não sai!” Manchete da volta do Urso Raivoso, agora brigando com a Massa. Céus!

Vou salvar o lado do doutor Rogério Bertho, dublê de jornalista e engenheiro civil. Na justificativa dele, falou em disjuntor aquele fusível que desarma nas sobrecargas elétricas. Como foi o caso do Mineirão. Como sou vidrado em churrasco, escrevi adjuntor na coluna de ontem. Esta é peça usada nas boas churrasqueiras do ramo...

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

FOI O SOBRENATURAL DE ALMEIDA

Aqueles que, como este filho de dona Geralda, resolveram atirar pedras na Ademg, sem conhecimento de causa, quebraram a cara. O assessor de Imprensa da entidade, jornalista Rogério Bertho, ligou repercutindo a minha coluna de ontem e explicando qual foi o problema. E não se apressem, também, repreender: o que um jornalista entende de energia elétrica? É que antes de mudar (inexplicavelmente de profissão) Rogério fez Engenharia e militou por uns três anos. Aí, encheu o saco e virou excelente repórter e agora assessor, também, da melhor qualidade.

Não critiquei a Ademg no episódio, porque conheço de sobra os doutores Ricardo Raso e Aparecida, engenheiros do estádio. Apenas levantei a possibilidade de tal fato suceder numa Copa do Mundo. Segundo Bertho, poderá acontecer sim, como pode acontecer na Alemanha, nos Estados Unidos, na minha casa e na sua. Não tem como ser previsto. Bertho informou que na houve queda de energia. A geração da Cemig chegou, normalmente, e, de prontidão contra as eventualidades estava lá, também, o gerador do Mineirão.

Só não contava com o tal de adjuntor, o Sobrenatural de Almeida da noite. E olha que são dezenas deles, cada um de 400 amperes. O que aconteceu é que um desses adjuntores desarmou e fez a luz cair. Tentaram ligar a iluminação reserva e ela caiu aos 14m do segundo tempo por causa do mesmo adjuntor, que fica no caminho entre as duas iluminações: a nova e a velha. Tanto que no primeiro apagão o problema demorou a ser resolvido. Já no segundo, foi mais rápido porque os técnicos já conheciam o danado do adjuntor. Final feliz e vamos em frente.

Se você tá disposto a pagar pra ver o time reserva do Galo jogar, apareça no Mineirão. Caso contrário, nem saia de casa. Nesse frio, o melhor que faz é arrumar com cobertor de orelha e roçar os pés debaixo das coberturas. Na televisão, só se for filme bom. Nada de futebol de reservas, amigo.

Dá licença pra aplaudir as três últimas contratações do Galo. Alexandre Kalil, na orientação de Celso Roth, trouxe gente pras posições que o time precisa. Se vão ser reforços, ou meras contratações, só o tempo dirá.

O que me agrada mais nos atletas que vêm é a versatilidade. Não existe mais jogador de um instrumento só. Correa, Coelho e Jorge Luiz batem o corner vão lá na área e fazem o gol. Não creio que esqueceram disso lá no estrangeiro.

O goleiro Edson tem contrato com o Galo até 2011. Pra sair antes precisa ser indenizado. Se não pagarem, o clube volta às rodas da Justiça Trabalhista. Vai que é sua, Edson...

PITACO. “...estou cansado desses jogos as 18h30m; ô saudade de quando os jogos no domingo eram as 17h ou 16h...” de Ronaldo Araújo Alves, BH. Ele falou antes sobre os apagões no Mineirão, assunto já esgotado com o Rogério Bertho, acima.

Ferraram o Bispo, e meu editor de esportes do Diário do Rio Doce bota a boca no trombone. Meu chefe Wellington Malini chia com razão. O apitador Arilson Bispo da Anunciação é aspirante ao quadro da Fifa e no empate (3 a 3) entre Corinthians x Botafogo fez tudo errado.

O pobre do Arilson levou suspensão por tempo indeterminado. Por causa dos erros contra o Botafogo, ou contra o Corinthians? Ganha um doce quem acertar. O Timão, protegido global, tá por cima da carne seca. Tem até artilheiro (Ronaldo Fenômeno) pago com ajuda da Poderosa. Pode?

Pode sim, nesse País pode tudo. Depois que o Sindico foi pro andar de cima permitem até mulher dançar com mulher e homem beijar na boca de homem. Como diria o bom corintiano: ô loco!

Pitaco 2: “Ouvi dizer que ele (Lula) é vascaíno e foi forçado escolher o Corinthians como tática de campanha”, de Wellington Malini. Cá de minha banda prefiro dizer: no lugar do Lula, não torceria por nenhum deles.

O Cruzeiro vai atrás dos três pontos possíveis que o adiamento da partida contra o Botafogo tirou dele. Foi bom o adiamento visto que na época Ney Franco, amigo e conterrâneo, treinava o time carioca. Agora que ele se mandou pra Curitiba, vamos gritar juntos: dá-lhe Cruzeirão!!!

Mas antes vamos analisar com calma o que pensa Adilson Batista pra esse confronto de amanhã no Engenhão. O beque Gil que tem formado boa dupla com Leonardo Silva tá fora. Vem Thiago Heleno? Meu Deus!

Kleber, com o pé direito no Porto e o esquerdo na Toca, sabe que dessa semana a coisa não passa. Perrela insiste em só liberá-lo pelo pagamento da multa: 10 milhões de euros. Nem mais, nem menos.

Ah, tem outro problema mais grave: Wellington Paulista tá suspenso. Espero que não tenha levado a fôrma (ô revisão, aqui o acento diferencial vale, é opcional) de fazer gols com ele.

Leandro Lima chega pra reforçar o time dos chinelinhos: lá já estão Kleber, Fortunato, Gustavo e o eterno Athirson.

domingo, 23 de agosto de 2009

E SE FOSSE NA COPA DO MUNDO?

Aquele acende/apaga dos refletores, que me perdoem o trocadilho, tirou o brilho da goleada do Cruzeiro sobre o Náutico (4 a 2). Quando a partida pegava no tranco, a energia falhava. Voltou, engrenou o jogo, fugiu a energia. Que diabo, gente! Pra prevenir contra futuros vexames no Mundial do Brasil não seria melhor jogar, então, com a luz natural dos domingos, como sempre foi a regra geral do esporte? Perguntem pra dona Globo e o senhor Sportv (donos do pagar-pra-ver) que conseguem irritar os usuários da Net, compradores incautos dos absurdos pacotes e que conseguem até encher o saco de quem vai ao Mineirão, obrigados por esse horário estapafúrdio das seis e meia. E querem que eu volte...

A melhor resposta que dou aos críticos das críticas que fiz a Adilson Batista por insistir com a dupla Kleber e Thiago Ribeiro esteve nessa partida. Wellington Paulista, sempre preterido por Adilson, esteve presente na área e fez 3 gols. Em dois deles, como legítimo centroavante aproveitando de cabeça as jogadas de Gilberto e Guerrón.

A ausência de Kleber soltou o time. Os contra-ataques não foram retidos tanto naquela insistência dele em prender a bola e provocar os beques. Thiago Ribeiro azucrinou a vida da torcida celeste que foi a campo ver o prometido Guerrón. De birra, Adilson botou Thiago como já fizera em anos anteriores, com outros atletas, pra provocar.

A zaga melhorou demais com Leonardo Silva e Gil; Fabrício, também, sem Kleber pela frente, cresceu e voltou a fazer outro gol de perna esquerda. Diego Renan tá que cresce, mas não me faz, ainda, esquecer Sorin. Nem fará. Gilberto, conforme previ na coluna anterior, esbanja categoria e em forma porá o Cruzeiro nas cabeças.

Entre o vai-e-vem da energia, Joffre Guerrón entrou e fez sua parte no ataque: botou a bola na cabeça de Wellington Paulista pra marcar o quarto gol. Mas o professor cobrou mais. Quer o equatoriano combatendo, marcando e atacando. Que nem, arre!, Thiago Ribeiro. Poupa-nos, meu bom Adilson...

O Flamengo levou um passeio (3 a 0) do Avaí, na Ressacada e os pitaqueiros daquele programa pós-jogo do Sportv não falaram de outra coisa: o time não presta, o treinador não presta, Adriano tá lascado, o time é júnior, e tal e coisa. Não sobrou nada pro trabalho de Silas no Avaí, novo quarto colocado do Brasileiro.

Pra falar da goleada ( 4 a 1) do Grêmio sobre o Galo não se pode usar a técnica jornalística da irrealidade acima citada. Os gaúchos são melhores, foram melhores e golearam com mérito. O Atlético de Roth chegou ao limite; é esperar pra ver se melhora com os reforços definitivos de Coelho, Renteria, Aranha, Márcio Araújo e outros.

Nesta quarta-feira, o Galo muda o foco: estréia na Sul Americana, recebendo o Goiás; deve encarar esta competição, ao contrário da maioria dos outros participantes com seriedade. Sem essa de vê-la tão-somente como caça-níquel. O presidente Kalil não disse que no momento o Galo não precisa de dinheiro, mas de moral e respeito?

O primeiro objetivo já foi alcançado: o América tá de volta à Série B. Se Givanildo criou outra meta – a do título da Terceira – atletas e torcedores não devem, em princípio, preocupar-se com a derrota (2 a 1) em Guaratinguetá.

A exemplo da Copa do Brasil e da primeira fase da Taça Libertadores, gol anotado fora de casa tem peso dobrado nas questões de desempate. Aquele bendito golzinho que o Coelho fez no finalzinho pode colocá-lo nas finais caso vença por 1 a 0 apenas o bravo time paulista no Independência.

PITACO: Este filho do Sodico marcará presença no Independência e levará o primo Mauro Molinari, americano dos chatos, com ele.

Pitaco do leitor William Tito Soares – BH: “Curioso como de repente o Cruzeiro vem sendo metralhado por vocês. Não basta ter sido metralhado pelas arbitragens em alguns jogos? Interessante como a perda da Libertadores mexeu com a cabeça das pessoas. O mesmo Adilson que você pedia que tivesse seu contrato renovado por 5 anos, hoje não presta. (Nota do autor: eu escrevi isso, William?). O Kléber, que foi fundamental na campanha da Libertadores, hoje é vítima de constantes marteladas. (N.A: é porque tem martelado demais e não consegue nem andar em campo”.

Se não me engano, os números do Kléber, no ano, são melhores que os do que Diego Tardelli, mas não parece. Porque ninguém elogiou o profissionalismo deste rapaz que após a perda da Libertadores; se casou 2 dias depois, recusou a licença (até prevista
na CLT), pediu para jogar. No domingo estava em campo contra o Corinthians (um dos jogos em que o Cruzeiro foi garfado).

Aliás, ninguém se lembra mais do rigor das arbitragens em algumas expulsões e que não fossem os muitos erros de arbitragem, o Cruzeiro poderia estar muito melhor na tabela. Respeito muito a tua opinião Flávio, mas acho que você tem exagerado....”

Resposta: caro William, se você gosta do futebol do Cruzeiro no momento e aceita a falta de interesse do Kleber, doido pra ser vendido e p. da vida porque o Cruzeiro não aceitou, uma possível a proposta de menos de 10 milhões de euros, tudo bem. Respeito.

Eu exijo que o Cruzeiro e o Atlético, times grandes, briguem como tal. Pela cabeça do Brasileiro. Não é isso que se ouve em toda parte, entre seus torcedores? Esse papo de abatimento pela perda da Libertadores é página virada. Encheu o saco”.

No meu caso, estaria arrasado se o Coelho não subisse à Série B. Por isso, me realizei em 2009. Na questão de arbitragens concordo em parte. No caso específico do juiz Rodrigo Cintra, entendo que ele é soprador de apito. Ruim de doer!”

Vamos ao Adilson. Essa de exigir demissão acabou. Minha época passou, amigo. Quando podia, exigia e tirava mesmo. Agora, quem pode exigir não tem peito; só existem amizade e babação – além de coisitas más - com a cartolagem.

Adilson merece contrato de 20 anos: sério, competente e bom de serviço. Seu maior defeito é igual ao nosso: ser simples mortal.

Adilson tem projetado mal a formação da equipe. Os Thiagos te agradam? Se a resposta for sim, me desculpe, mas você tá na contramão da torcida celeste.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O QUE ESTAVA AZUL VIROU PRETO E VICE VERSA

Foi uma confusão generalizada o fechamento da primeira rodada do returno do Brasileiro: o que estava vermelho/preto no Maracanã na virada do primeiro tempo azulou no segundo e terminou da cor do céu. O que estava preto-e-branco com fortes tendências alvinegras no final, acabou azulada pelo empate do Avaí ( 2 a 2). O Cruzeiro fez a virada (2 a 1) sobre o Mengão no Maraca após Thiago Ribeiro, Kleber, Thiago Heleno e o esquema doido de Adilson terem enchido a paciência do torcedor.

Diria que o Galo jogou 52 minutos: os 45 do primeiro tempo, quando o goleiro adversário Eduardo Martini evitou vários gols. E mais 7 da fase final ao marcar 2 a 0 através de Eder Luis e Marcos Rocha. A partir daí, sem nenhuma explicação, entregou a partida ao Avaí até levar o empate no finalzinho graças às confusões do goleiro Edson. Só não vê quem não quer: o Galo entrou no limite de Celso Roth. Seus times vão, vão, vão e, de repente, não vão mais: caem, caem, caem. O Atlético tá fora do G-4 e Kalil afirma que nada mudou, ou mudará no clube. Nem com a chegada do lateral Coelho.

Renteria mostrou qualidades enquanto teve fôlego. Pregou no segundo tempo e saiu. Se Roth continuar audacioso, apesar do revés, o Galo terá ataque forte: Renteria, Eder Luis e Diego Tardelli. Ah, ia me esquecendo: desde que Kalil cumpra o prometido e não vender Tardelli pelos9 milhões de euros anunciados.

Coelho é boa pedida: lateral ala, que sabe apoiar porque veio do meio-campo. Bom de passe e de chutes a longa e média distância. Encheu os adversários do Galo de gols e teve momento de idolatria na torcida. Durou menos que os outros ídolos.

A alegria final não pode apagar o sofrimento da partida no Maracanã. Não dou mérito às mudanças de Adilson Batista porque ele podia ter evitado tantos problemas escalando o time correto desde o início.

Por que Henrique de ala direita e Marquinhos Paraná por dentro em todo primeiro tempo e parte do segundo? Qual é o mistério de Thiago Ribeiro pela condição de “imexível” que tem junto ao técnico? Até o jogo do Rio, o ataque celeste era o pior da competição, com 18 gols.

Continua mal: os gols do Maracanã foram anotados por atletas do meio-campo: Diego Renan, um golaço, e Fabrício, frangão de Bruno. Juntos Kleber (6) e Wellington Paulista (5) marcaram 11 vezes. No entanto, Adilson tem paixão por Kleber e Tiago Ribeiro (1) dois patetas, perdedores de gols e péssimos assistentes.

A Trincheira ainda questiona: por que o Cruzeiro não vende logo o ex-Gladiador e hoje enamorado Kleber? O gol que perdeu diante de Bruno confirma sua inutilidade atual.

Por que Adilson tira logo um dos artilheiros, Wellington Paulista, e insiste com Tiago Ribeiro? É amigo deste e inimigo do outro ou de todo cruzeirense?

Por que Adilson decidiu usar três beques logo agora nesta fase de entreguista e cabeça de bagre de Thiago Heleno? Viu como ele entregou a Emerson o gol do Flamengo?

Por fim, ou o Cruzeiro teve dificuldade pra empurrar bêbado ladeira abaixo no Maracanã ou derrotou o juvenil do Flamengo? Vote você, amigo da Trincheira.

Meu blog tá aberto pra você escrever à vontade: esculhambar desde o dono dele até o papagaio da vizinha do meu tio em Barbacena.
Anote-o: www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com

Democraticamente, a Trincheira cede o direito de resposta ao futuro treinador Gabriel Azzi, filho do Paulinho Pedra Azul e e Cris Azzi, minha conterrânea, em razão de ter seu nome citado numa mensagem do leitor Rogério de Oliveira, mineiro, residente em São Gonçalo, no Rio de Janeiro.

Prestemos atenção no que diz o garoto: “Gostei da minha defesa que você fez. Claro que eu admiro o Telê, Muricy, Felipão, Minelli, Rinus Michels, Tim, Leão e Luxa (meu professor via multimídia). Entendo perfeitamente a crítica, porém, qual desses grandes treinadores não foi chamado de burro, contestado e amargurou anos sem títulos?”

“O mestre Telê passou anos e anos tentando ser campeão e sempre muito contestado, tornou o que é hoje, um mito! O grande Muricy foi assumir uma grande equipe a poucos anos e só foi campeão no Internacional por que a direção lá é muito competente e o segurou por três anos para que o trabalho fosse avaliado”.

“Sobre esses grandes eu nem dou "pitaco". Tenho que falar dos jovens, dos trabalhadores, competentes, e honestos que vejo hoje. O Adilson só joga com três volantes porque venderam os meias que ele tinha para colocar em campo. As pessoas se esquecem rápido das coisas boas”.

“Ele montou o time vice-campeão da Libertadores, inventou o baita volante Marquinhos Paraná, fez o Jonathas que nunca jogou nada jogar, buscou o Leonardo Silva no Vitória, trabalhou o Ramirez que foi a grande revelação do Cruzeiro”.

“Das coisas boas, ninguém lembra! Daqui a pouco demitem "o técnico, com um grau de Salinas na idéia, bafo de feijão tropeiro..." e contratam um "técnico de palavras bonitas e trabalho medíocre...". Criticas são críticas, boas ou ruins vamos ouvi-las sempre!”

Resposta: menino, você começa bem. Ouça as críticas sem rebatê-las ou consternasse. As opiniões alheias são importantes, ainda que não nos agradem. Tire lições delas”.

VEJAM O MAL que os homens da beca têm feito ao futebol mineiro: ninguém, exceto profissionais da imprensa e do jogo, viu a chuva de gols no Parque do Sabiá, por que o Ministério Público e a Prefeitura tiveram a infeliz ideia de determinar à CBF que o Uberlândia jogasse de portões fechados por causa da gripe suína. A pandemia só atingiu a bela cidade do Triângulo e a cabeça das autoridades.

Pior ainda: em Pouso Alegre, os dois times da cidade( Guarani e Pouso Alegre) são obrigados a jogar a terceira divisão mineira em campos de localidades vizinhas. O Prefeito de Pouso Alegre, dono do Manduzão, estádio de 20 mil lugares, construido pra redenção do futebol local, determinou que ele só pode ser aberto pra espetáculos sertanejos ou da MPB. E a Câmara Municipal não cassa este incompetente, meu Deus!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

ACREDITO NO PRESIDENTE KALIL

Mas até certo ponto. Quando ele diz que teve várias propostas milionárias da Europa pra negociar Diego Tardelli, acredito. Porém, ao reafirmar que não venderá o craque até o fim do ano, prefiro esperar a janela de transferência da Fifa se fechar no cabo de agosto. Acredito que Kalil faça qualquer loucura pelo Galo, menos queimar dinheiro.

O filho de Elias deve se lembrar que o pai não vendeu Reinaldo Lima para o Paris Saint Germain por U$ l milhão (dinheiro pacas na época) e ficou sem ele e o dinheiro pouco tempo depois.

Jogar pra torcida no momento também motiva. A Massa tem correspondido a campanha da equipe e morre de amores por Diego Tardelli, o ídolo que lhe faltava nos últimos anos.

Não há porque não acreditar que Kalil esteja alucinado, como tem afirmado, pra que essa janela se encerre logo; e que o título vale qualquer sacrifício. Sem dúvida. Mas 9 milhões de euros, Urso Bravo?

Este silêncio de Kalil, que tem falado apenas por meio dessa nova mania (Twitter-um blog curto e grosso) e negativa em vender Tardelli por 9 milhões de euros, deixa a impressão que o presidente queimou de vez os neurônios.

Imagino que nem o fato de o Galo ter saído da zona da Libertadores incentiva Kalil a passar Tardelli nos cobres europeus. Diz claro: “tenho confiança e ambição de chegar ao título”. Talvez, de consolo, à Libertadores. Arre égua!

PITACO: “Tenho compromisso com a torcida de segurar Diego Tardelli e vou cumprir” de Alexandre Kalil. E a Massa canta: “ei, ei, ei, Kalil é nosso rei...”

Jonathan Píriz, 22 anos, 1,85m, 70kg, reserva do Peñarol, tem tudo pra “reforçar” o Atlético no returno e na Sul Americana. Alguém conhece?

Critério, ou falta de, é o que se imagina nessa história de Guerrón. Alguém anunciou que se o nome do equatoriano saísse no BID da CBF ele enfrentaria o Flamengo. Foi publicado e Guerrón caiu na relação de Adilson Batista.

O técnico alegou que o Dinamite, pra ter o estopim aceso, precisa de entrar em forma. Ficou 10 dias em Quito tratando da transferência. Mas o Gil, beque que veio de Goiânia, não chegou num dia e jogou no outro?

No Mercado Central a gente se informa de tudo: na política, na vida social e no futebol. O passarinho que me contava as coisas alvinegras na época de Ziza Valadares, agora revela as fofocas cruzeirenses.

Essa ouvi lá, enquanto comprava minhas castanhas do Pará: falta pouco e pouco mesmo pra Juan Pablo Sorin retornar à Toca. O argentino deu dois passos à frente e Adilson, também. Perrela aprova tudo. Só falta agora convencer a dona Sol, bela esposa do craque.

Sol brilha em Beagá que nem as manhãs ensolaradas da cidade do doutor Lacerda. Ela ficou magoada com o tratamento dado ao marido. Partiu dela a ideia de Sorin encerrar a carreira. Um amigo comum tem tentado aparar todas as arestas.

O turno começou eletrizante. Sem contar os jogos da quinta-feira à noite, quando o Galo enfrentou o Avaí, a rodada agitou: o Corinthians chegou mais pra perto do G-4, e derrubou o Inter, 33 pontos, no Gigante da Beira Rio.

O Coritiba colaborou ao vencer o Palmeiras. O São Paulo de Ricardo Gomes completou nove jogos sem derrota ao bater no pobre do Fluminense. Foi outro que encostou.

O Barueri sobe, e põe o Sport pra descer; o Santo André complica a vida do Botafogo lá no Engenhão. Leão e Fogão estão atolados. E como não era noite de gaúchos, o Peixe botou o Grêmio pra descer mais ainda.

Interessante é o bolo no início do returno. Sem contar as três partidas de ontem à noite, a gangorra mostra pequenas diferenças entre Palmeiras, (37) São Paulo (36), Goiás (35), Inter (33), Galo (32) Corinthians (31) Barueri (31), Avaí ( 30) e Grêmio (28). Será que os pequenos vão aguentar o pique do returno? Duvido.

ACESSE MEU BLOG E MANDE SEUS PITACOS. www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

SE DÚVIDAS HÁ NELES, IMAGINEM EM NÓS

As dúvidas que Celso Roth e Adilson Batista carregam para os enfrentamentos de Atlético e Cruzeiro contra Avaí, no Mineirão, e Flamengo, no Maracanã, logo à noite, enchem-nos de temores justificados. O Galo tá perrengue de novo: sete desfalques. E a Raposa ameaçada de obrigar-nos tolerar Jancarlos, além de hoje, por mais quatro partidas. Jonathan, que já não é nenhuma Ferrari, para por 20 dias lesionado.

O consolo tá na cabeça de Roth. Deixou vazar escalação bem ofensiva e corajosa diante do Avaí, sexto colocado, 30 pontos, colado na espora do Galo, quinto com 32 pontos. A fama de retranqueiro de Roth, de novo, cai por terra. Teoricamente só usará o brucutu Jonilson na marcação. O outro volante, Carlos Alberto, se solta bem.

Boas novas: Renan Oliveira assume o lugar do cansado Júnior, na armação(?) das jogadas e Renteria estréia, na vaga de Diego Tardelli. O goleiro? Deus nos acuda: o Edson.

O técnico Silas, nome da hora, vê o jogo contra o Galo o ponto de partida do Avaí pra alçar com o pensamento mais alto. Quem sabe vaga na Libertadores. Pois o perigo do descenso já se foi. Palmas pro Silas: é assim que se pensa.

PITACO UM: “Estou com muita gana de jogar” do becão Welton Felipe, de retorno à equipe. Assustador. Agora ele mata alguém em campo.

O eterno espicha/encolhe de Bebeto de Freitas no Atlético retorna: foi embora pro Rio cuidar de assuntos particulares. Diz que não é em definitivo. Sei lá. Foi assim das outras vezes.

Se eu estivesse no lugar do Urso Bravo encerraria logo essa relação conflituosa com Bebeto. Assumia logo a Adriana Branco na direção-executiva. Com várias vantagens: tão competente quanto o outro; é mulher e muito bonita.

FALE COMIGO PELO MEU BLOG: www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com Seja um pitaqueiro contumaz nele.

PITACO DOIS: “por favor, me deixem jogar no Maracanã; o estádio me causa arrepios de emoção” do Dinamite Joffre Guerrón suplicando à CBF que o libere pra enfrentar o Flamengo logo.

Na última vez que jogou no Maracanã, a Trincheira vai repetir o que os intrépidos repórteres dizem 20 vezes por dia, Guerrón fez a festa em cima do Fluminense, na decisão da Taça Libertadores. Foi campeão com a LDU.

Adilson, porém, pensa em optar por Thiago Ribeiro, aquele que corre, corre, corre, corre, cansa e perde 60 gols. E erra 40 passes. Não há coração celeste que resista tanto. Henrique volta, mas Fabrício fica. E tome três volantes e mais Gilberto. Coitado do menino Diego Renan, vai ter que bater corner e cabecear pro gol.

Meu amigo Ivan Drumond, filho da legenda Felipe Drumond, nome de rua e meu companheiro de longa data na Rádio Guarani e na TV Itacolomi, teve uma segunda feira de febre galopante: viu as ruas de Beagá cheias de camisas diferentes. Eram os torcedores do América, segundo ele.

“A maioria acordou com a camisa verde e preta e desfilou seu orgulho, guardado há tanto tempo. Eles eram vistos já nas primeiras horas da manhã por todos os lados, colorindo ruas, avenidas e praças de Belo Horizonte com as cores do clube , inclusive nos colégios e faculdades (contrariando a máxima de que o Coelho não tem jovens em sua torcida.” Em que mundo você estava meu querido Ivan? Com devido respeito.

Vai daí, caro filho de Felipe, não conte com o Gegê Angelino, ex-companheiro daqueles tempos de Itacolomi: é, reverberantemente, contra o preto na camisa americana. Quer campanha pelo alviverdão...

Nos pitacos de hoje sobrou até pro meu protegido Gabriel Azzi, filho de Paulinho Pedra Azul e projeto de treinador brilhante. Rogério de Oliveira – São Gonçalo/RJ – manda ver:

Grande mestre Flávio. Muitos esperavam recuperação estonteante do Cruzeiro como o fazem Inter, São Paulo e Grêmio”.

“Era gulodice oferecida pelo menino Adilson após a perda da Libertadores; e que não passou de bala puxa-puxa no jogo contra o Coritiba e de peitinho-de-moça nos jogos contra Santo André e Fluminense”.

“O filhote do grande "Pedra Azul", técnico de chupeta, na Trincheira de V.Sa., ao invés de mirar-se em Tim, como o faz Paulo Autuori, babar por Telê, Murici, Leão e Luxa, resolveu derreter-se pelo incipiente e esforçado Adilson, que com seus obcecantes volantes, nos livrará, bravamente, da Segundona até o fim de seu contrato”.

“O olho esbugalhado do homem da arquibancada é diferente da luneta profissional do homem do túnel. Àquele por quem a cozinheira suspirar, por quem o taxista bebemorar e o negão desdentado disser: É isso aí! Agora vai!, este sim será o técnico do momento”.

“Portanto, que venha esse técnico, com um grau de Salinas na ideia, bafo de feijão tropeiro a boca e com táticas de jogo que incendeiem o povão. As concepções de futebol do menino Adilson são burguesas não só para BH, como para o país do futebol. Abraços do modesto Fiscal de Tributos de Contagem aposentado que muito o admira”.

Resposta: Caro Rogério, Gabriel é pra ser louvado. Aos 19 anos, adora futebol e quer ser treinador. Estuda bastante pra isso. Admira todos os treinadores que você citou, inclusive Adilson. É um direito dele, não? Sobre Elba de Pádua Lima, Tim, quando este morreu, Gabriel ainda estava no saco do Paulinho. Com o devido respeito.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

DOIDEIRA POR DOIDEIRA...

Se Adilson Batista botou o beque goiano Gil em campo dois dias após chegar a Beagá, não duvido que Joffre Guerrón, o equatoriano, estreie diante do Flamengo amanhã, no Rio. Seria outra doideira do técnico. Mas, do jeito que a boiada vai é preferível levar coice de Guerrón que chifrada do Soares.

Outra coisa, já deu pra sentir que Diego Renan pode ser o camisa 10 sem essa necessidade constante de três volantes e de Marquinhos Paraná, na realidade, ser o lateral esquerdo.

Soluções: Henrique volta no lugar de Fabrício, que vai pro banco; Fabinho fica e Paraná vira, em definitivo lateral; Guerrón, em princípio, ao lado de Kleber, até ser atacado de klebernite. Sai o Paulista, enquanto aprende de novo a fazer gol.

Sonho alto: Diego Renan e Dudu nas meias. Aos menos uns dois joguinhos; só pra ver, Adilson...

Boa matéria de Bruno Furtado no Portal Uai. Vá lá conferir. Os números dele mostram que o Cruzeiro tem o pior ataque do Brasileiro – 18 gols em 18 jogos – e o pior na história do clube na disputa de pontos corridos.

Te cuida, Capitão América!

Luxa, Luxa, Luxemburgo, nunca imaginei que Wanderlei Luxemburgo, ainda, tivesse tantas “viúvas” em Beagá. O jogo foi Cruzeiro x Santos mas as carpideiras choram apenas o Luxa. É Luxa, nas fotos, nas manchetes, nas rádios, nos programas de tevê. Cruzes!

Que balança louca um campeonato de pontos corridos! O Goiás arrancou lá de baixo e é vice-líder com 35 pontos. Bem, o Internacional tem 33 e apenas 17 jogos. Faltam dois pra passar a régua no turno.

Arrancada maior que o Avaí, no entanto, não houve. Saiu da lanterna e hoje tá em sexto, dois pontos atrás do Galo, o quinto: 32 a 30. Tudo bem, minha gente. Eu sei que o Galo tem uma partida – Internacional –a menos. Isso, porém, não tira os méritos dos barrigas verdes.

O confronto de amanhã, no Mineirão, tem esse tempero importante, sem falar que o Galo pode estrear o colombiano Renteria no lugar do suspenso Tardelli. Coisa nova: Galo e Avaí jogam a famosa partida de seis pontos.

Celso Roth não tem muito que pensar não: se der pro Bruno tem de jogar ele; sem Tardelli, a parceria com Eder Luis é de Renteria. E pronto: goleada nos simpáticos barrigas verdes.

Ô loco, presidente Adão: o Villa Nova ficou rico de repente? Contratou 14 jogadores pra disputar a Taça Minas Gerais. Como confio e gosto do trabalho do técnico Moacir Júnior penso que o Leão agiu com acerto.

“Visitei seu blog, mas não soube opinar diretamente lá...” O blog que Marta Dias, BH, visitou é o www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com

Nem eu saberia, Marta. Quem sabe é o Flavinho. No entanto, gostei do seu pitaco: “Eu, também, estou com klebernite. Com ele a bola não rola; para nele por causa das faltas adversárias ou porque ele a prende em demasia.”

“E, este não é o jogo do Cruzeiro, conhecido pela técnica e rapidez. Kleber, também,fala demais; tá parecendo o Rôni em 2008. Quer aparecer mais do que os outros e acaba criando clima ruim”.

PITACO: “Melhor é vender mesmo o Kleber. Sem ele, ganhamos lá em Curitiba. Com ele, sei não viu. Viva o São Fabio”, de Maria Dias- BH

A volta do Coelho à Segunda Divisão mexeu com Beagá: Salum e Alencarzinho, os nomes da hora, sumiram. Igualmente, Toninho Gamaliel, da Orca, que tá com o meu Corsa há mais de 10 dias.

Até Silvino Batista, meu fisioterapeuta, andou com a mão macia nesta segunda-feira. E se voltar então pra Primeira, hein doutor Eduardo Azeredo?

Meu primo Mauro Molinari, americano como o saudoso pai Zezito, queimou a língua: previa Wilson de Souza Mendonça no apito por ordem da CBF e da Globo pra proteger o Brasil. Protegeu mal, né primo?

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

COELHÃO SALVA NOSSO DOMINGO

Tudo caminhava pra outro sorumbático final de semana mineiro nos campeonatos brasileiros: o Ipatinga havia empatado em casa com o América-RN( 2 a 2); e o domingo, que reservava três confrontos de pura adrenalina, só não deu azia em vidro de Omeprazol por causa do Coelho. Voltaram os tempos de festa e glória no Estádio Independência lotado por facções de diversas torcidas unidas.

Sob o comando da Coelhomania elas empurraram o Verdão pra cima do Brasil de Pelotas. A vitória (3 a 1) voltou com o América pra Segunda Divisão. Missão cumprida. Se ganhar o título da categoria, bom. Caso contrário já fez o que tinha de fazer.

Vou resumir a emoção que tomou conta o Horto no choro compulsivo do diretor de futebol Alencar da Silveira, antes da partida. Não conseguiu dar entrevista.

Alencarzinho chorou antes, ainda bem, pra fazer festa depois. A caminhada do Coelho de volta à elite do futebol tupiniquim teve o primeiro degrau superado.

A derrota do Galo no Pacaembu e que o tirou do G-4 tem várias explicações só não cabe a do beque Alex Bruno de que o juiz gaúcho Leandro Vuanden exagerou e inibiu o time atleticano com excesso de cartões. Papo furado.

Celso Roth, apesar do monte de desfalques, conseguiu piorar a coisa ao inventar Tchô de volante e depois ao tirá-lo pra colocar o quarto beque (Marcos) no jogo. Perdendo de l a 0, com Renan Oliveira no banco.

Depois, tirou Júnior e botou mais um volante de marcação, o moço Jataí. A bola não chegou em Diego Tardelli. Não havia quem apoiar o ataque.

No Mineirão, Adilson Batista mostrou que o time pode readquirir a velha vontade. Rodar o Cruzeiro rodou bem. Só não sabe mais como botar a bola nas redes adversárias. Então, fica nervoso e Fábio tem que se virar lá atrás pra evitar os gols inimigos.

Ali pelo meio do segundo tempo, os dois treinadores - Adilson e Luxemburgo – mexeram pra valer. O santista passou a impressão de ir ao suicídio colocando mais dois atacantes – Robinho e Neymar; o cruzeirense reforçou a marcação com o terceiro zagueiro (Gil) no lugar do insosso Gilberto. Se quisesse poderia, também, ter sacado Fabrício, muito mal.

A partida ficou aberta e os dois times tiveram boas chances com ótimas defesas de Fábio e Felipe. Adilson liberou os laterais e colocou Jonathan na ponta-direita. Não deu. Botou o garoto Dudu, por pouco tempo, e o time melhorou na criatividade.

O melhor lance do ataque, aliás, foi com os meninos Dudu e Diego Renan, e Wellington Paulista chegou atrasado. Só não entendi a entrada de Soares; perdeu também gol feito e nada acrescentou.

A rodada final do turno apertará o gogó dos dois times: o Cruzeiro, no Maracanã, sabe que não pode se iludir com a goleada que o Flamengo levou do Grêmio (4 a 1) em Porto Alegre. O goleiro gaúcho Victor fez milagres.

E o Galo recebe, na quinta-feira, o indigesto Avaí. Penso que já passou da hora dos deuses do futebol começarem a dar aquela mãozinha pra gente...

O conterrâneo Ney Franco estreou no Coritiba batendo no Fluminense (3 a 1). Até aí nada demais, visto que o tricolor carioca virou saco de pancadas. Porém confirmou, como diz Fernando Vanucci, que o que é bom vem do ovo...

Sem vencer há 9 partidas, o Sport abraça o Fluminense. Rubronegros e tricolores correm sérios riscos de desabar juntos pra segunda divisão. Bem que gente conhecida minha gostaria que o rubronegro aí fosse outro...

PITACO: “Flávio, pouco tempo atrás ouvi 2 jornalistas, em programas diferentes, anunciarem furo da mesma reportagem. Puro marketing pessoal! Você não foi só o primeiro, foi o único. Havia racha mesmo!” do leitor Eujácio Souza Prates sobre a informação em primeira mão que a Trincheira deu, desmentida pela diretoria celeste, apesar de ser verdade verdadeira...

Acesse meu blog e dê pitacos à vontade: www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com

Conta a história que à época do chamado Estado Novo, ditadura de Getúlio Vargas, um de seus ministros, cujo nome me falha agora produziu esta pérola: “ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”.

Ninguém acabou com ninguém: as saúvas cabeçudas continuam por aí atormentando a gente, mas foram substituídas pelos ministros e senadores que estão dois pra acabar com o País. Da banda de cá, faço a adaptação: “ou Adilson tira Fabrício, ou Fabrício acaba tirando Adilson”.

O bom volante esqueceu como se joga futebol de qualidade, enquanto as más línguas garantem que o problema de Fabrício se chama klebernite...

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

FORO DA TRINCHEIRA

Eujácio Souza Prates –BH – “Flávio, quando o Ortigoza fez o gol, haviam 3 jogadores do Galo à sua frente. Ou seja: eles marcam a bola e nunca o jogador. Foram o goleiro e os defensores para o primeiro pau. Nossos modernos e sapientes técnicos, que arrumam desculpas pra tudo, nunca mudam esse fator”.

“Acho a maior bobagem esse negócio de time misto na Sul-americana. Jogador não gosta de treinar e sim de jogar. O Cruzeiro e outros times usaram times mistos e não ganharam nada. Aliás, como no caso do zagueiro Anderson: no dia que precisaram dele estava fora de forma. Com este plantel, dificilmente o Galo vai ser campeão brasileiro. Chega no final do ano, os dirigentes usam este torneio para conformar a torcida”.

Resposta: Concordo contigo, em gênero, e os graus todos.

Marco Antônio Matos – Brasília: “Só faltava esta: parceiro do Paulinho Pedra Azul. Eu e o Paceli já pretendíamos pedir um tempo, agora vamos ter que ouvir o Mestre cantando músicas de sua autoria. Vá com calma senão o Agnaldo Timóteo fica com ciúmes. Sou cruzeirense.Meu sangue é azul”.

Resposta: Na verdade, surpreso está este filho do Sodico. Paceli e você ainda juntos em Brasília; sangue bem diferente, e ninguém matou ninguém. O Agnaldo negou-se a gravar música minha.

WWW.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com: que tal transformá-lo no Foro de Debates. Lá poderão todos vocês brigarem à vontade.

Marta Dias – B.Santa Tereza – BH: “O PÊNALTI ERA DE KALIL: Ah, deixa o menino bater sempre. Até aprender, ter experiência. Vamos amar. Se fosse o Adilson, ele não deixaria. Técnicos como ele sabem que nessas horas o importante é contar com experiência e não com juventude! Não é hora de fazer estrelas e sim pontos e gols! Se o experiente errar, tem crédito; já o imaturo, fica marcado. As verônicas estão desesperadas. BH dormiu tranquila...tranquila...que bom!”

Resposta: Marta, você provocou: agora aguenta! Cumé que é mesmo: “deixa o menino bater sempre, até aprender”. Os maldosos poderiam responder: “isso menino já nasce sabendo...”

Rênio Carlos Garcia – Uberlândia: “Vai entender a cabeça das autoridades ! O jogo do Uberlândia EC e Araguaia, válido pela segunda fase da série D será com portões fechados”.

“Nesse jogo que iriam no máximo 10 mil pessoas; no estádio cabem 50 mil. Tudo por causa da GRIPE A. Acho que em BH é outro país! Aí não deve ter nenhum caso dessa danada. Fazer o que né ? Mais de 100 mil reais de prejuízo para o Verdão”.

Resposta: meu amigo e colega Lélio Gustavo disse que determinado atleta do Cruzeiro tinha QI de alface; levou processo na Justiça, mas, parece-me, que ganhou. Vou arriscar respondê-lo, se for processo jogo a culpa em você. O QI desses cartolas é de m. Na verdade, tem gente ganhando um bom troco nessa história de gripe suína. Ou você duvida?

Leonardo IG – BH: “Sem dúvida, também que Junior era o mais indicado. Inês é morta. A mesma que nem foi vista que quando o Renan Oliveira fez a paradinha e o São Marcos já tinha dados 3 passos. Mas isto é choro de atleticano. Jornalistas isentos não notariam isto nunca”.

“A bem da verdade, o Palmeiras não tirou pontos do Galo. Para quem já estava rebaixado antes do início da competição já está de bom tamanho acabar a primeira fase no G4. Que engulam as línguas os que disseram o contrário, os mesmos que compraram passagens para Dubai e contavam com um time mineiro campeão do mundo este ano”.

“As verdades no futebol duram menos que a própria frase. Não se assuste se o Kleber for vendido por valor inferior aos 10 m. Diego Tardeli com vaga permanente na seleção? Teria que fazer chover canivete (aberto). Alessandro desfalque? Ah, sim o banco vai ficar desfalcado, pode ser. Igual ao desfalque no ataque do Cruzeiro. Temos 3 opções: um está suspenso, outro está sem condições. Pense Adilson, pense, quem será a solução?”

Resposta: Visto que sou bobo lá do Caratinga, ainda não entendi seu raciocínio: você é contra ou favor de quem?

Em razão de viagem neste final de semana à Santa Terrinha a fim de conversar com o prefeito João Bosco, improvisei a coluna deste sábado. Mas ficou gostosa, não?

Viajo em companhia do Edson Nunes, superintendente geral do Sistema Divina Providência. A idéia é implantar um Centro de Formação Profissional na minha cidade. Mais crédito com a Terrinha. Mais detalhes, depois.

O PÊNALTI ERA DE KALIL

Vou partir da tese do excelente e saudoso Otelo Caçador, esquecido cartunista de O Globo: “pênalti é tão importante que deveria ser batido pelo presidente do clube”. Pois é. Num acerto entre amigos e companheiros, o experiente Júnior deixou para o menino Renan Oliveira, projeto de craque, cobrar a penalidade não convertida e que, certamente, tirou dois pontos importantes do Galo diante do Palmeiras.

No lugar da diretoria do Atlético puniria com multa os dois pela irresponsabilidade. Direis: você tem tanta certeza de que Júnior converteria o pênalti. Não. Mas, na lógica sua probabilidade de erro é menor.

Os fatos confirmam e a experiência conta: Júnior bateu mais pênaltis que Renan na carreira. Supõe-se que seja, portanto, melhor treinado e menos sujeito à malandragem do goleiro Marcos, seu velho companheiro de Seleção. Ambos, campeões do mundo em 200.

Além do mais, quem manda nesses momentos: técnico ou capitão? Se o técnico Roth autorizou a mudança, multa nele, também. Ou então o tradicional coro pra ele, apesar de o jogo ser página virada: “burro, burro”.

Por conta de Flávio Júnior, tenho meu blog: www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com/ Acessem e divulguem.

Não foi das melhores a noite contra o Palmeiras. O time paulista manteve a liderança no empate ( 1 a 1), o Galo perdeu pênalti e um monte de gente pra enfrentar o Corinthians, domingo, em São Paulo. Por enquanto, oito desfalques certos.

O consolo está na volta de Diego Tardelli da Seleção, onde atuou pouco tempo, mas quase meteu o gol que lhe garantiria a vaga permanente. Alessandro pode ser o nono desfalque se não passar na revisão médica.

Como o senhor Celso Roth sairá dessa? Aguardem o próximo episódio. Renteria será salvação de Roth?

“Flavio, sou aquele cruzeirense que você conheceu em Brasília, mas que mora em São José dos Campos. Quero pitacar apenas o seguinte: o gol do Marcelinho Paraíba serviu para mostrar ao time do Cruzeiro que, tomar um gol de vez em quando, faz parte. Mesmo gols bonitos como aquele”.

“O que não faz parte é fazer uma falta ali na entrada da área, arriscando ser expulso, tomar o gol de falta e ainda terminar o jogo com um a menos, este um, suspenso para a próxima partida”.

“Assim sendo, que tal a moçada parar de dar ponta pé, de usar a perna boba deixada para o adversário ser atingido, ou de segurar o atacante que parte direto ao gol?”

Meu caro Daylton G. Guedes: necessariamente não é preciso fazer falta desclassificante, levar amarelo ou vermelho, e ser suspenso. O risco fica apenas no gol de falta. Mas entre levar gol daquele e gol de falta, este dói menos.

Os arautos perrelistas pra desmentirem a imprensa que publicou declarações do empresário de Kleber, Giuseppe Dioguardi, sobre prováveis propostas para Kleber.

A tropa de choque celeste vai entrevistar Dioguardi e ele dirá que Kleber não recebeu nenhuma proposta nem quer sair. O objetivo foi atingido aqui: com certeza Kleber recebeu boa bolada com o dinheiro das vendas.

Este truque é velho. Duro é ver a mídia cair nele e encher espaços com falsas propostas. Resolvido o problema do aumento salarial, a Imprensa torna-se mentirosa. E alguns colegas aceitam tal papel.

Humberto Blechler Machado, BH, garante que o América dos acessos é imbatível no Independência. A receita do acesso em 1997 com Givanildo Oliveira se repete agora no América: a força dentro do Independência.

“Basta uma vitória contra o Brasil de Pelotas para voltar à segunda divisão, hoje uma vitrine importante do futebol brasileiro. Na Série B de 97 foram 11 jogos dentro de casa, com 10 vitórias e um empate”.

“Naquela oportunidade o time marcou 17 gols e não sofreu nem um. Na temporada atual, cinco partidas e cinco vitórias. 11 gols a favor e apenas um contra.O acesso do América depende de mais um bom resultado dentro de casa. Os números não colocam o clube na segunda divisão, mas são um bom indicador que se não der Coelho, é zebra”

Resposta: xô Zebra...

O POETA BAIXOU NA TRINCHEIRA

Talvez tenha sido a primeira vez que Paulinho Pedra Azul e este locutor que vos escreve, como dois mineiros do interior, bebedores de cachaça da roça, tenham trocado uns assuntos com mais delonga. Foi no Bar do Alexandre, terça-feira última, por ocasião da noite de autógrafos que promovi no Bairro Santo Antônio. Paulinho e eu temos várias coisas em comum, dentre elas somos moradores deste bairro espetacular (Santo Antônio). No mais temos alguns empates; em outros casos, levo de goleada dele.



A inspiração de Paulinho, por exemplo, transcende ao mundo dos mortais e voa como passarinho lá no sertão de Pedra Azul. A minha inspiração é canhestra, bate nas cercas de bambu dos antigos quintais e ressoa por ali mesmo. Dei azar, ainda: brinquei com Paulinho sobre compormos algo tão bonito quanto o que ele faz.



O rapaz de Pedra Azul me revelou que só é letrista nas suas parcerias. Como faço? A única coisa que imagino poder construir numa parceria são letras sem pé nem cabeça.



Ansioso, Paulinho Pedra Azul esperou pela chegada do filho Gabriel Azzi Moraes, nascido de sua relação com Isabel Cristina – a Cris – menina caratinguense, cujos pais Chico Azzi e Luzmar eram vizinhos e amigos de meu saudoso irmão mais velho, Zito e de sua Zita, ainda lá na Santa Terrinha, saudável e bela.



Pasmem: como escrevi na coluna de ontem, confirmei pessoalmente que Gabriel quer ser treinador de futebol. Coisa de louco: nos dois desvios da lucidez - poeta e técnico de futebol - preferiu a última. E sabe das coisas, o jovem de 19 anos.



Papeamos bem, acompanhados por Alexandre dono do ambiente e de sua incomparável picanha. Paulinho tornou-se, por instante, Paulinho Caratinga e eu me tornei Flávio Pedra Azul.



Queríamos entrar o máximo possível no quintal do outro, sorver nossas origens, porque nada melhor existe.



A opinião de Gabriel Azzi, que tem certificados de cursos da Fundação Wanderley Luxemburgo e do Milan, da Itália, vem abaixo. A Trincheira hoje está ocupada por ele, filho do poeta, cantor e gente da melhor qualidade, Paulinho Pedra Azul.



Senhoras e Senhores, com vocês Gabriel Azzi Moraes: “Flávio, tomei a liberdade de responder o e-mail, como se ele tivesse sido enviado apenas para mim. Como eu gostei da coluna, vou comentá-la, pois quando o assunto é futebol eu fico horas e horas ouvindo, sem o menor tédio”.

“Realmente amanhã (hoje) o coração atleticano estará dividido, mas ver um jogador do Atlético com a camisa canarinho me faz lembrar a época em que Marques e Guilherme fizeram a dupla de ataque da Seleção Brasileira tempos atrás em um amistoso”.



“Quisera eu ter visto "O Rei", Reinaldo, com a amarelinha. Acho que seria demais pra mim! Se o futebol de hoje me empolga, imagina o da década de 80”.

“A formação com 3 zagueiros também me assusta. Oxalá o jogo contra o São Paulo se repita e aquele futebol vistoso apague os números que fazem mais parte do futebol no Brasil hoje, do que os craques que decidem jogo”.



“Com essa "Queima de estoque" de jogadores tão jovens para o exterior, nós temos que avaliar a tática para saber quem é favorito no gramado do "Gigante da Pampulha". Que dureza não?”

“Já a dança das cadeiras neste esporte maravilhoso, me causa mais arrepios do que um time com 3 zagueiros e dois volantes "Carregadores de Piano". Demitir o Ney Franco em pleno campeonato é como demitir o pintor da nossa casa na "primeira mão de tinta".



“Desse jeito trabalho nenhum evolui e jovens que sonham em ser treinadores de futebol (assim como eu), ficam cada vez mais empolgados para correr atrás do sonho (risos!)”.

“Falamos do Adilson Batista na mesa do bar do Alexandre. Esqueci de comentar que admiro muito ele, assim como o Muricy, principalmente por serem trabalhadores e honestos. Acho que isso no futebol é defeito! vai saber, né?”



“Minha admiração veio quando assisti ao treino do Cruzeiro e vi o Adilson marcar (literalmente) o Thiago Ribeiro na Toca II, ensinando o outro Thiago, o Heleno, a marcar o adversário na área. Disso ele entende!”



“Só é complicado ensinar o Thiago Ribeiro a acertar o gol! (risos). Me lembro de quebrar várias vezes a lâmpada da casa da "Dona Izabel Cristina", imitando o "Capitão América" do Grêmio (Adilson), chutando a bola para fora do campo com aquela raça que só ele tinha.



“Ele será um dos grandes! Assim como o meu ídolo e gênio já citado por você, Telê Santana foi. Deste você sabe falar muito melhor do que eu!”

“Concordo com você em gênero, número e grau. Realmente meu pai é um dos grandes no que faz. Além do coração do mesmo tamanho da competência artística. Espero um dia orgulhar ele tanto quanto ele me orgulha”.



“Quem sabe no prêmio "Técnico do Brasileirão" eu não possa dedicar o prêmio a ele e a minha mãe? Que são os motivadores da minha ideia maluca de ser treinador de futebol. Trabalho assim como ele trabalhou, para chegar lá!”



“E com a mesma dedicação e paciência que sua conterrânea teve para me criar”.

“Concordo totalmente com suas palavras na coluna em que meu nome foi citado e me deixou muito feliz. Assino embaixo ! Muito obrigado, e já me desculpe pela ousadia de comentar!”



“É que o futebol me deixa com vontade de escrever, mesmo não sendo um bom escritor.
Um abraço do mais novo amigo e correspondente virtual”.





Resposta: nada a acrescentar, Gabriel, ainda vamos falar muito de futebol e eu vou falar muito de você, do Adilson, do Ney, e de outros jovens talentos – são tantos! – que sonham em mudar a cara do futebol brasileiro e vão conseguir. São bons. Estarei vivo, se Deus quiser, pra ver isso.



E você, leitor, entendeu agora porque gosto de publicar as mensagens que recebo. Em O TEMPO, sem nenhuma explicação lógica, fomos proibidos disso. Tá bom. E pra encerrar: Gabriel é atleticano e Paulinho Pedra Azul é cruzeirense.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

MASSA DIVIDIDA EM DUAS FRENTES

Hoje a Massa alvinegra divide o coração: em Tallin, as atenções estarão na Seleção com Diego Tardelli, seu novo ídolo, às duas e meia da tarde. Diego na camisa do escrete canarinho. Se Dunga deixar, claro! O técnico e sua comissão, em companhia tão-somente de Tardelli, passaram 11 horas dentro do avião até descer em Frankfurt, na Alemanha. Imagine o mau humor gaúcho do homem.

Se Tardelli não jogar, ao menos, meia hora nesse amistoso contra a Estônia imagine, também, o mau humor da Massa.

A torcida alvinegra cuspirá marimbondos, como diria o saudoso Fernando Sasso. O amistoso na Estônia desfalcou o Galo hoje à noite, contra o líder Palmeiras, do seu principal jogador.

Sentado no banco na Estônia, a importância de Diego Tardelli será reclamada – e como – por aqui!

A formação de três beques é assombração ao meio-dia azucrinando a vida dos atleticanos? A proposta de Celso Roth pra logo, um esquema 3-5-2 agrada-me, desde que o time tenha bons alas e dois marcadores fortes no meio-campo. Então não é a proposta de Roth que assusta. Falta elenco.

PITACO. “A última vez que usou o esquema 3-5-2, o Galo bateu no São Paulo jogando bem”.. Do beque Alex Bruno, substituto de Evandro.

Conhece aquela brincadeira de criança na qual a música roda, enquanto a meninada gira em torno de cadeiras? De repente, para a música e todos têm de se assentar. Quem perder, sai da brincadeira e retiram uma cadeira.

Mais ou menos a coisa vai assim no Brasileiro. Rodam a música e quando param o som, cai algum treinador. Desempregado? Tiram-lhe a cadeira? Sai da brincadeira? Que nada. Logo tem vaga e tem alguém em seu lugar.

Ney Franco, meu bom conterrâneo, caiu no Botafogo e está em Curitiba acertando com o Coxa.

Na vaga do Botafogo, talvez Wagner Mancini. Mas se bobearam este aparece em Salvador, no lugar de Carpeggiani que viria pro Flamengo. No Fogão, então, quem? Cuca. Vocês saberão primeiro do que a Trincheira. É o tal fuso horário.


Viva o interior, não deixo de cantar nunca: “Minha terra tem Palmeiras, onde canta a sabiá; as aves que aqui gorjeiam, não gorjeiam como lá”.

Casemiro de Abreu com certeza nasceu em Caratinga, à sombra dos laranjais da casa da ex-rua das Flores, 241. As palmeiras do Jardim Grande o inspiraram.

Não é falta de assunto, não. Quero expor meu lado interiorano pra demonstrar a alegria que sinto com as campanhas do Uberlândia, Uberaba e Tupi na Série D. E na Série C o Ituiutaba, também, quase na outra fase, ao vencer o Gama por 2 a 1.

Do Mecão, guardo minha boca pra comer minha farinha. 0 empate lá (0 a 0) foi bom. Porém não se deve esquecer que o empate com gols aqui, no Estádio Independência, classifica o Brasil de Pelotas. Sem festa, por enquanto...

Convém o turco Eduardo Maluf voltar a conversar com a rapaziada: gente tirou o pé contra o Coritiba com medo de expulsão e cartão. Depois, tome multa no lombo. Mas deixar Marcelinho Paraíba fazer gol pode!

Henrique, um dos melhores em Curitiba, levou o terceiro cartão. Fabrício, o pior, não levou cartão algum; nem de ponto. Athirson, preguiçoso, merecia cartão azul. Gilberto, cartão de boas vindas.

Se seguir esta lógica que o destino colocou-lhe à mão, Adilson Batista daria boa acertada na equipe.

Na direção de Telê Santana, este Thiago Ribeiro ficaria depois do treino aprendendo chutar a gol e a passar. Umas três horas; igual fez com Eder Bomba. O cara faz tudo certo, na hora de chutar ou passar: pé no balde de 50 litros de leite.

Que Paulinho Pedra Azul é um dos mais importantes poetas e compositores desse Brasil varonil, eu sei. Que é cruzeirense azulão, também. Mas que Gabriel Azzi, seu filho com minha conterrânea Isabel é atleticano; que apesar de tocar bem dois instrumentos, prefere ser treinador de futebol, surpreende.

Gabriel tem 19 anos, faz Educação Física, e já se diplomou como o técnico mais novo do País, no instituto do Vanderlei Luxemburgo. Esses dias, tirou diploma fornecido pelo Milan, num curso ministrado em BH. O primeiro, reconhecido pelo MEC. Onde está o Cruzeiro que não leva esse gênio urgente pra Toca?

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

QUE MUDOU: A TROCA DE CAPITÃES?

Henrique, Marquinhos Paraná, Leonardo Silva, Wellington Paulista e Jonathan foram os responsáveis pela vitória ( 3 a 1) sobre o Coritiba. Fábio trabalhou pouco, ou quase nada. Gilberto foi melhor que Athirson, desinteressado. O menino Diego Renan foi pro gasto. Thiago Heleno, Fabrício, Thiago Ribeiro e Soares não jogaram nada. Só na cabeça de Adilson Batista.

Adilson manteve Thiago Ribeiro errando demais. O próprio atleta confessou isso no fim da partida. Preferiu colocar Soares e tirar Wellington Paulista que já havia feito dois gols. Passa a impressão que o técnico não gosta dessa de goleador.

Outra coisa: a preguiçosa atuação de Athirson durou o primeiro tempo todo. No entanto, Adilson o manteve, inexplicavelmente, até aos 7 minutos do 2º tempo. Aí botou Gilberto. Por que não trocou no intervalo?

Sem nenhuma maldade, penso que a grande alteração do Cruzeiro foi a faixa de capitão: saiu do goleiro Fábio e apareceu no braço direito de Leonardo Silva.

Paulo César de Oliveira não deixa de tirar uma lasquinha nos celestes: aquele cartão de Henrique foi tremenda injustiça. A cartolada devia tentar anulá-lo no STJD. Henrique nem encostou no Marcelinho Paraíba.

Soube pelo Portal Uai a distribuição do dinheiro do Wagner: o clube fica com apenas 34% ou cerca de 2,04 milhões de euros (mais ou menos R$ 5,3 milhões); o Laboratório EMS pegará 21%; outro investidor (só Sherlock Holmes sabe quem) 15%. O Al-Ittihab da Arábia ficou com 25%. Por quê? Sei lá.

De um lado um adversário em declínio, porém equipe forte. Bom ambiente pro Tigre. Quebrou a série de três insucessos seguidos ao derrotar (1 a 0, de Marcelo Ramos) o Guarani, que não vence há seis partidas. Fugiu da região perigosa do rebaixamento, mas tá longe do G-4.

Ao analisar as perdas de Wagner e Gérson Magrão, e a provável de Kleber, Adilson Batista deu o perfil dos substitutos que deverão chegar à Toca ainda pra reta final do: serão versáteis e de grupo; ou seja, os que saíram ou vão sair não são de grupo? Cortam-se cabeças de alguns rebelados.

Baixinhos bons de bola que eu gostaria de ver no futebol mineiro: Madson, do Santos, e Fernandinho, do Barueri. Que raça têm! Imagino se tivessem 1,74.

Fabrício continua nocauteado em pé, zonzo, após a derrota da Libertadores ou faz pretexto pra cair fora?


Florentino Fernandes Júnior- BH: “Flávio, jornalista com J maiúsculo é isso aí. Falta culhão nesta imprensa mineira, que abaixa a cabeça e aceita tudo. Vide os carneirinhos das transmissões globais que aceitam todas as besteiras ditas pelos comentaristas da matriz durante os jogos contra Rio e São Paulo”.

“Como explicar o Gerson Magrão ser prestigiado como titular com aquele futebolzinho rastaquera e depois render só 10% para o clube. Isto é ser bom administrador? Quais são o grupo de investidores dos 50%? E a história do Sorin, como explicar? Fora Adilson!”

“E com arrogância, senhor Perrela, vamos, provavelmente, para a Segundona. Tá difícil gostar de futebol = juízes horríveis, jogadores mercenários, dirigentes com interesses vários, comentaristas de tv cujos comentários dão náuseas e angina, jornalistas esportivos de rabo preso”.

“Acho que hoje eu tô amargo; deve ser ainda a síndrome da perda da Libertadores que foi demais para um cruzeirense apaixonado como eu. Mas parabéns pela coragem e lucidez da sua ultima coluna”.

Resposta: receber mensagem igual a esta do doutor Florentino Fernandes, uma das maiores autoridades em cardiologia e clínica geral de Minas Gerais, quiças do País, enche o velho coração caratinguense de vaidade.


Na agenda, você deve ter anotado: nesta terça, às oito da noite, no bar do Alexandre, na esquina de Rafael Magalhães com Paulo Afonso, outra noite de autógrafos do Marias Chuteiras. Aqui no Santo Antonio. Tô lado a partir das sete e meia.


Langlebert Drumond – Gov.Valadares: “Que o Sorin seria uma boa no Galo, com certeza!”


Rogério de Oliveira – São Gonçalo/RJ: ! “Justiça se faça a Adilson: ele encontrou um estilo próprio e original. Parece-se um pouco aqui e ali com Parreira, com Joel Santana, com Mário Sérgio, mas os postulados táticos que estamos vendo são genuinamente seus. Será difícil vendê-los a um grande clube”.

“Admito que, clubes pequenos à beira da degola ou outros mais pequenininhos ainda, estreantes na 3ª divisão, tenham Adilson como sonho de consumo. A sua saída do Cruzeiro causará tantos danos quanto a sua permanência,pois aquele que o suceder herdará o nada”.

“E até que reorganize o caos técnico, tático e ético deste time, derrotas acontecerão como resíduos do passado. E que, ante tal previsão, não se toque agora em nada.Que cessem as contratações e as demissões; as promoções e as dispensas; bens e direitos; caras e bocas”.

“Que fechem todas as entradas e saídas; e usem somente as escadas. Feito isso, aguardem até que tudo seja descontaminado da terrível síndrome de quatro volantes.”

PITACO: “Mas se o Adilson não quiser sair? Bem! Aí teremos o Sarney do futebol” .

Resposta: Sou contra a saída de Adilson e o considero o melhor da nova geração; virou o demônio sem tanta razão. Tem vários erros, é pedante, e precisa rever conceitos ultrapassados. Mas que é bom, é..


Aloizio Grossi – BH “É Flávio, a coisa está realmente preta. Não consigo imaginar um time jogar com 4 volantes, e às vezes até com cinco, perder tantas partidas. Por pior que sejam os jogadores, dá pra umas beliscadas aqui outras ali. Nem isso o Cruzeiro consegue!.. E os volantes não são craques, mas também não são piores que andam por aí.

Resposta: Não creio que o Cruzeiro caia; entendo que tenha de lutar pra atingir, ao menos, o G-4 e voltar à Libertadores. Com calma a gente chega até quando você vai ver a coisa preta. Credos!”

sábado, 8 de agosto de 2009

MOTIM NA TOCA EXISTE MESSSSMO

O racha na Toca da Raposa não é invenção de ninguém.Muito menos da Trincheira que primeiro ressaltou o fato. A reação de Adilson Batista insinuando divisão, também, na Imprensa (50% de gente boa e 50% presos a algum tipo de dossiê, segundo ele) é prova que o grupo forte provocou o motim. Os jovens são liderados; os recém chegados ficam de tocaia; os amigos de Batista cerram os dentes com a faca gaúcha entre eles. Daí Perrela ter aparecido pra desmentir tudo, prestigiar Adilson e anunciar mais negócios.

A milionária transação de Wagner, nos atuais padrões tupiniquins, renderá bom dinheiro ao clube. O meia custará 6 milhões de euros ao Lokomotiv da Rússia e a parte do Cruzeiro não será revelada. Ficará na moita.

A de Gerson Magrão, uma merreca de 220 mil euros, foi anunciada em altos brados.

A possível venda do goleiro Fábio por 4 milhões de euros, que Perrela vetou por entender que se trata do único atleta inegociável do elenco, tem o peso das verdades de Alexandre Kalil.

A melhor do Urso Bravo: ‘o Galo teve propostas milionárias por vários de seus craques e não venderá nenhum. Só ano que vem”.

Ou seja, tanto lá, como do outro lado da lagoa, tudo não passa de conversa fiada. Se a grana aparecer sai Tardelli, sai Fábio, sai Kleber e, se bobear, sai até o Maluf.

Caso esteja no meu juízo perfeito sou capaz de usar a veemência dos caratinguenses pra repetir que Perrela, dias atrás, disse a mesma coisa sobre Kleber.

Agora já estuda a melhor maneira de passá-lo nos cobres por 10 milhões de euros, multa prevista no contrato do craque.

PITACO: Zezé Perrela deu as caras, subiu no tamborete e anunciou: Adilson Batista tá prestigiado; e Kleber só sai por 15 milhões de euros. Nem uma, nem outra afirmação merece crédito...



Em outro espaço de Imprensa da Toca, ou seja, na redação do EM e na mesa de Jaeci Carvalho, o empresário de Kleber, Giuseppe Dioguardi, dizia que por contrato o clube é obrigado a negociar o atleta caso surja uma proposta européia superior a 10 milhões de euros.

Convenhamos: 10 milhões e um é proposta superior. Ou não.

A ditadura de Zezé Perrela eliminou o contraditório na Toca da Raposa. Verdade, só aquela que mandam o ex-global ler em nota oficial. Estultice pura essa de afirmar que tem gente vendo fantasma. Pode ser; afinal as as viúvas a gente vê nos gramados dos jogos no Mineirão. Um chororó sem fim por causa da perda da Libertadora. Troço mais enjoado!

Segundo Adilson “há 20 dias nós éramos os melhores do mundo e a gente sabe que é assim que funciona o futebol”. Não corresponde a nenhum comentário que tenha ouvido, lido ou visto. Qual o trouxa diria que o
Cruzeiro era, há dias, o melhor time do mundo? E o Barcelona?

Tais declarações sim, como as dos dossiês, representam a falta de equilíbrio e amadurecimento de Adilson Batista. Os mesmos defeitos que o levaram a perder a Libertadores, apesar do elenco, nos dois últimos anos.

O bom Eduardo Maluf abordou o assunto mais bravo, ainda, e disse que o Cruzeiro não entraria nessa de grupo dividido, que tem uma ala que não gosta do Adílson. Isso é mentira! É mentira!” Rosnou bravo.

“Nós não vamos – disse mais o diretor - aceitar coisas plantadas de fora. Se existisse, eu era o primeiro a ir ao presidente e falar que existe. Ninguém vai plantar coisa que não existe dentro do Cruzeiro”.

Maluf jogou pra torcida: ele sabe melhor que ninguém as histórias das multas por expulsão e que pra muitos dos indisciplinados elas não seriam aplicadas em Kleber.

E Maluf conhece este filho de dona Geralda há bastante tempo; desde os tempos em que Eduardo era goleiro frangueiro do Valério, apadrinhado
pelo gente boa Liu, presidente do clube. Sabe que não minto.




Tá que chega a hora de mais uma noite de autógrafos do Marias Chuteiras. Arnaldo Vale, líder da Rádio Ceasa, Kleber Valadão, meu ídolo, e Talardo José dos Santos, pai de todos já confirmaram presença no Bar do Alexandre – ex-publicitário – na rua Rafael Magalhães esquina com Paulo Afonso, no Santo Antônio pra testarem as geladas e os tira-gostos da casa. Livros não; já comprou uns 30 cada. Mãos abertas esses meninos.

Atenção Santelmo e Flávio Júnior: vamos acionar as tchurmas porque o papai comprou carro novo e não tem o dinheiro da entrada.

Também confirmaram João Veras, Eduardo Viegas, Maria Ercília Viegas, Junior Viegas, Aloísio Drubsky; novo desembargador Eduardo Machado, me desculpa a falha e apareça.

A turma do Hoje em Dia, liderada pelo Carlos Lindemberg, Editor Chefe, e mais Leopoldo José, Rogério Perez, com caneta nova pra distribuir seus próprios autógrafos, o editor Pérsio Fantin, Julia Prazeres e Haroldo Lemos que deixaram de viajar de férias pra prestigiar minha noitada e uma pá de leitores que me pedem uma nova chance duma noite de autógrafos. Aproveitem que tá acabando.