segunda-feira, 17 de agosto de 2009

COELHÃO SALVA NOSSO DOMINGO

Tudo caminhava pra outro sorumbático final de semana mineiro nos campeonatos brasileiros: o Ipatinga havia empatado em casa com o América-RN( 2 a 2); e o domingo, que reservava três confrontos de pura adrenalina, só não deu azia em vidro de Omeprazol por causa do Coelho. Voltaram os tempos de festa e glória no Estádio Independência lotado por facções de diversas torcidas unidas.

Sob o comando da Coelhomania elas empurraram o Verdão pra cima do Brasil de Pelotas. A vitória (3 a 1) voltou com o América pra Segunda Divisão. Missão cumprida. Se ganhar o título da categoria, bom. Caso contrário já fez o que tinha de fazer.

Vou resumir a emoção que tomou conta o Horto no choro compulsivo do diretor de futebol Alencar da Silveira, antes da partida. Não conseguiu dar entrevista.

Alencarzinho chorou antes, ainda bem, pra fazer festa depois. A caminhada do Coelho de volta à elite do futebol tupiniquim teve o primeiro degrau superado.

A derrota do Galo no Pacaembu e que o tirou do G-4 tem várias explicações só não cabe a do beque Alex Bruno de que o juiz gaúcho Leandro Vuanden exagerou e inibiu o time atleticano com excesso de cartões. Papo furado.

Celso Roth, apesar do monte de desfalques, conseguiu piorar a coisa ao inventar Tchô de volante e depois ao tirá-lo pra colocar o quarto beque (Marcos) no jogo. Perdendo de l a 0, com Renan Oliveira no banco.

Depois, tirou Júnior e botou mais um volante de marcação, o moço Jataí. A bola não chegou em Diego Tardelli. Não havia quem apoiar o ataque.

No Mineirão, Adilson Batista mostrou que o time pode readquirir a velha vontade. Rodar o Cruzeiro rodou bem. Só não sabe mais como botar a bola nas redes adversárias. Então, fica nervoso e Fábio tem que se virar lá atrás pra evitar os gols inimigos.

Ali pelo meio do segundo tempo, os dois treinadores - Adilson e Luxemburgo – mexeram pra valer. O santista passou a impressão de ir ao suicídio colocando mais dois atacantes – Robinho e Neymar; o cruzeirense reforçou a marcação com o terceiro zagueiro (Gil) no lugar do insosso Gilberto. Se quisesse poderia, também, ter sacado Fabrício, muito mal.

A partida ficou aberta e os dois times tiveram boas chances com ótimas defesas de Fábio e Felipe. Adilson liberou os laterais e colocou Jonathan na ponta-direita. Não deu. Botou o garoto Dudu, por pouco tempo, e o time melhorou na criatividade.

O melhor lance do ataque, aliás, foi com os meninos Dudu e Diego Renan, e Wellington Paulista chegou atrasado. Só não entendi a entrada de Soares; perdeu também gol feito e nada acrescentou.

A rodada final do turno apertará o gogó dos dois times: o Cruzeiro, no Maracanã, sabe que não pode se iludir com a goleada que o Flamengo levou do Grêmio (4 a 1) em Porto Alegre. O goleiro gaúcho Victor fez milagres.

E o Galo recebe, na quinta-feira, o indigesto Avaí. Penso que já passou da hora dos deuses do futebol começarem a dar aquela mãozinha pra gente...

O conterrâneo Ney Franco estreou no Coritiba batendo no Fluminense (3 a 1). Até aí nada demais, visto que o tricolor carioca virou saco de pancadas. Porém confirmou, como diz Fernando Vanucci, que o que é bom vem do ovo...

Sem vencer há 9 partidas, o Sport abraça o Fluminense. Rubronegros e tricolores correm sérios riscos de desabar juntos pra segunda divisão. Bem que gente conhecida minha gostaria que o rubronegro aí fosse outro...

PITACO: “Flávio, pouco tempo atrás ouvi 2 jornalistas, em programas diferentes, anunciarem furo da mesma reportagem. Puro marketing pessoal! Você não foi só o primeiro, foi o único. Havia racha mesmo!” do leitor Eujácio Souza Prates sobre a informação em primeira mão que a Trincheira deu, desmentida pela diretoria celeste, apesar de ser verdade verdadeira...

Acesse meu blog e dê pitacos à vontade: www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com

Conta a história que à época do chamado Estado Novo, ditadura de Getúlio Vargas, um de seus ministros, cujo nome me falha agora produziu esta pérola: “ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”.

Ninguém acabou com ninguém: as saúvas cabeçudas continuam por aí atormentando a gente, mas foram substituídas pelos ministros e senadores que estão dois pra acabar com o País. Da banda de cá, faço a adaptação: “ou Adilson tira Fabrício, ou Fabrício acaba tirando Adilson”.

O bom volante esqueceu como se joga futebol de qualidade, enquanto as más línguas garantem que o problema de Fabrício se chama klebernite...

2 comentários:

  1. Parabéns pelo blog caro Flávio!
    Já estava passando da hora.
    Abraço,
    Chico Maia

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  2. ola tudo bem FLAVIO qria comenta com vc o assunto sobre as cotas de televisão para o ano seguinte pois tanto cruzeiro quanto galo merecem cotas relativas as dos clubes paulistas e cariocas
    pois se não for assim os dois não dispultaram titulos por iguldade com nenhum time do mundo!!!!!!!!!

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