quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O PÊNALTI ERA DE KALIL

Vou partir da tese do excelente e saudoso Otelo Caçador, esquecido cartunista de O Globo: “pênalti é tão importante que deveria ser batido pelo presidente do clube”. Pois é. Num acerto entre amigos e companheiros, o experiente Júnior deixou para o menino Renan Oliveira, projeto de craque, cobrar a penalidade não convertida e que, certamente, tirou dois pontos importantes do Galo diante do Palmeiras.

No lugar da diretoria do Atlético puniria com multa os dois pela irresponsabilidade. Direis: você tem tanta certeza de que Júnior converteria o pênalti. Não. Mas, na lógica sua probabilidade de erro é menor.

Os fatos confirmam e a experiência conta: Júnior bateu mais pênaltis que Renan na carreira. Supõe-se que seja, portanto, melhor treinado e menos sujeito à malandragem do goleiro Marcos, seu velho companheiro de Seleção. Ambos, campeões do mundo em 200.

Além do mais, quem manda nesses momentos: técnico ou capitão? Se o técnico Roth autorizou a mudança, multa nele, também. Ou então o tradicional coro pra ele, apesar de o jogo ser página virada: “burro, burro”.

Por conta de Flávio Júnior, tenho meu blog: www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com/ Acessem e divulguem.

Não foi das melhores a noite contra o Palmeiras. O time paulista manteve a liderança no empate ( 1 a 1), o Galo perdeu pênalti e um monte de gente pra enfrentar o Corinthians, domingo, em São Paulo. Por enquanto, oito desfalques certos.

O consolo está na volta de Diego Tardelli da Seleção, onde atuou pouco tempo, mas quase meteu o gol que lhe garantiria a vaga permanente. Alessandro pode ser o nono desfalque se não passar na revisão médica.

Como o senhor Celso Roth sairá dessa? Aguardem o próximo episódio. Renteria será salvação de Roth?

“Flavio, sou aquele cruzeirense que você conheceu em Brasília, mas que mora em São José dos Campos. Quero pitacar apenas o seguinte: o gol do Marcelinho Paraíba serviu para mostrar ao time do Cruzeiro que, tomar um gol de vez em quando, faz parte. Mesmo gols bonitos como aquele”.

“O que não faz parte é fazer uma falta ali na entrada da área, arriscando ser expulso, tomar o gol de falta e ainda terminar o jogo com um a menos, este um, suspenso para a próxima partida”.

“Assim sendo, que tal a moçada parar de dar ponta pé, de usar a perna boba deixada para o adversário ser atingido, ou de segurar o atacante que parte direto ao gol?”

Meu caro Daylton G. Guedes: necessariamente não é preciso fazer falta desclassificante, levar amarelo ou vermelho, e ser suspenso. O risco fica apenas no gol de falta. Mas entre levar gol daquele e gol de falta, este dói menos.

Os arautos perrelistas pra desmentirem a imprensa que publicou declarações do empresário de Kleber, Giuseppe Dioguardi, sobre prováveis propostas para Kleber.

A tropa de choque celeste vai entrevistar Dioguardi e ele dirá que Kleber não recebeu nenhuma proposta nem quer sair. O objetivo foi atingido aqui: com certeza Kleber recebeu boa bolada com o dinheiro das vendas.

Este truque é velho. Duro é ver a mídia cair nele e encher espaços com falsas propostas. Resolvido o problema do aumento salarial, a Imprensa torna-se mentirosa. E alguns colegas aceitam tal papel.

Humberto Blechler Machado, BH, garante que o América dos acessos é imbatível no Independência. A receita do acesso em 1997 com Givanildo Oliveira se repete agora no América: a força dentro do Independência.

“Basta uma vitória contra o Brasil de Pelotas para voltar à segunda divisão, hoje uma vitrine importante do futebol brasileiro. Na Série B de 97 foram 11 jogos dentro de casa, com 10 vitórias e um empate”.

“Naquela oportunidade o time marcou 17 gols e não sofreu nem um. Na temporada atual, cinco partidas e cinco vitórias. 11 gols a favor e apenas um contra.O acesso do América depende de mais um bom resultado dentro de casa. Os números não colocam o clube na segunda divisão, mas são um bom indicador que se não der Coelho, é zebra”

Resposta: xô Zebra...

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