segunda-feira, 10 de agosto de 2009

QUE MUDOU: A TROCA DE CAPITÃES?

Henrique, Marquinhos Paraná, Leonardo Silva, Wellington Paulista e Jonathan foram os responsáveis pela vitória ( 3 a 1) sobre o Coritiba. Fábio trabalhou pouco, ou quase nada. Gilberto foi melhor que Athirson, desinteressado. O menino Diego Renan foi pro gasto. Thiago Heleno, Fabrício, Thiago Ribeiro e Soares não jogaram nada. Só na cabeça de Adilson Batista.

Adilson manteve Thiago Ribeiro errando demais. O próprio atleta confessou isso no fim da partida. Preferiu colocar Soares e tirar Wellington Paulista que já havia feito dois gols. Passa a impressão que o técnico não gosta dessa de goleador.

Outra coisa: a preguiçosa atuação de Athirson durou o primeiro tempo todo. No entanto, Adilson o manteve, inexplicavelmente, até aos 7 minutos do 2º tempo. Aí botou Gilberto. Por que não trocou no intervalo?

Sem nenhuma maldade, penso que a grande alteração do Cruzeiro foi a faixa de capitão: saiu do goleiro Fábio e apareceu no braço direito de Leonardo Silva.

Paulo César de Oliveira não deixa de tirar uma lasquinha nos celestes: aquele cartão de Henrique foi tremenda injustiça. A cartolada devia tentar anulá-lo no STJD. Henrique nem encostou no Marcelinho Paraíba.

Soube pelo Portal Uai a distribuição do dinheiro do Wagner: o clube fica com apenas 34% ou cerca de 2,04 milhões de euros (mais ou menos R$ 5,3 milhões); o Laboratório EMS pegará 21%; outro investidor (só Sherlock Holmes sabe quem) 15%. O Al-Ittihab da Arábia ficou com 25%. Por quê? Sei lá.

De um lado um adversário em declínio, porém equipe forte. Bom ambiente pro Tigre. Quebrou a série de três insucessos seguidos ao derrotar (1 a 0, de Marcelo Ramos) o Guarani, que não vence há seis partidas. Fugiu da região perigosa do rebaixamento, mas tá longe do G-4.

Ao analisar as perdas de Wagner e Gérson Magrão, e a provável de Kleber, Adilson Batista deu o perfil dos substitutos que deverão chegar à Toca ainda pra reta final do: serão versáteis e de grupo; ou seja, os que saíram ou vão sair não são de grupo? Cortam-se cabeças de alguns rebelados.

Baixinhos bons de bola que eu gostaria de ver no futebol mineiro: Madson, do Santos, e Fernandinho, do Barueri. Que raça têm! Imagino se tivessem 1,74.

Fabrício continua nocauteado em pé, zonzo, após a derrota da Libertadores ou faz pretexto pra cair fora?


Florentino Fernandes Júnior- BH: “Flávio, jornalista com J maiúsculo é isso aí. Falta culhão nesta imprensa mineira, que abaixa a cabeça e aceita tudo. Vide os carneirinhos das transmissões globais que aceitam todas as besteiras ditas pelos comentaristas da matriz durante os jogos contra Rio e São Paulo”.

“Como explicar o Gerson Magrão ser prestigiado como titular com aquele futebolzinho rastaquera e depois render só 10% para o clube. Isto é ser bom administrador? Quais são o grupo de investidores dos 50%? E a história do Sorin, como explicar? Fora Adilson!”

“E com arrogância, senhor Perrela, vamos, provavelmente, para a Segundona. Tá difícil gostar de futebol = juízes horríveis, jogadores mercenários, dirigentes com interesses vários, comentaristas de tv cujos comentários dão náuseas e angina, jornalistas esportivos de rabo preso”.

“Acho que hoje eu tô amargo; deve ser ainda a síndrome da perda da Libertadores que foi demais para um cruzeirense apaixonado como eu. Mas parabéns pela coragem e lucidez da sua ultima coluna”.

Resposta: receber mensagem igual a esta do doutor Florentino Fernandes, uma das maiores autoridades em cardiologia e clínica geral de Minas Gerais, quiças do País, enche o velho coração caratinguense de vaidade.


Na agenda, você deve ter anotado: nesta terça, às oito da noite, no bar do Alexandre, na esquina de Rafael Magalhães com Paulo Afonso, outra noite de autógrafos do Marias Chuteiras. Aqui no Santo Antonio. Tô lado a partir das sete e meia.


Langlebert Drumond – Gov.Valadares: “Que o Sorin seria uma boa no Galo, com certeza!”


Rogério de Oliveira – São Gonçalo/RJ: ! “Justiça se faça a Adilson: ele encontrou um estilo próprio e original. Parece-se um pouco aqui e ali com Parreira, com Joel Santana, com Mário Sérgio, mas os postulados táticos que estamos vendo são genuinamente seus. Será difícil vendê-los a um grande clube”.

“Admito que, clubes pequenos à beira da degola ou outros mais pequenininhos ainda, estreantes na 3ª divisão, tenham Adilson como sonho de consumo. A sua saída do Cruzeiro causará tantos danos quanto a sua permanência,pois aquele que o suceder herdará o nada”.

“E até que reorganize o caos técnico, tático e ético deste time, derrotas acontecerão como resíduos do passado. E que, ante tal previsão, não se toque agora em nada.Que cessem as contratações e as demissões; as promoções e as dispensas; bens e direitos; caras e bocas”.

“Que fechem todas as entradas e saídas; e usem somente as escadas. Feito isso, aguardem até que tudo seja descontaminado da terrível síndrome de quatro volantes.”

PITACO: “Mas se o Adilson não quiser sair? Bem! Aí teremos o Sarney do futebol” .

Resposta: Sou contra a saída de Adilson e o considero o melhor da nova geração; virou o demônio sem tanta razão. Tem vários erros, é pedante, e precisa rever conceitos ultrapassados. Mas que é bom, é..


Aloizio Grossi – BH “É Flávio, a coisa está realmente preta. Não consigo imaginar um time jogar com 4 volantes, e às vezes até com cinco, perder tantas partidas. Por pior que sejam os jogadores, dá pra umas beliscadas aqui outras ali. Nem isso o Cruzeiro consegue!.. E os volantes não são craques, mas também não são piores que andam por aí.

Resposta: Não creio que o Cruzeiro caia; entendo que tenha de lutar pra atingir, ao menos, o G-4 e voltar à Libertadores. Com calma a gente chega até quando você vai ver a coisa preta. Credos!”

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