quarta-feira, 19 de agosto de 2009

SE DÚVIDAS HÁ NELES, IMAGINEM EM NÓS

As dúvidas que Celso Roth e Adilson Batista carregam para os enfrentamentos de Atlético e Cruzeiro contra Avaí, no Mineirão, e Flamengo, no Maracanã, logo à noite, enchem-nos de temores justificados. O Galo tá perrengue de novo: sete desfalques. E a Raposa ameaçada de obrigar-nos tolerar Jancarlos, além de hoje, por mais quatro partidas. Jonathan, que já não é nenhuma Ferrari, para por 20 dias lesionado.

O consolo tá na cabeça de Roth. Deixou vazar escalação bem ofensiva e corajosa diante do Avaí, sexto colocado, 30 pontos, colado na espora do Galo, quinto com 32 pontos. A fama de retranqueiro de Roth, de novo, cai por terra. Teoricamente só usará o brucutu Jonilson na marcação. O outro volante, Carlos Alberto, se solta bem.

Boas novas: Renan Oliveira assume o lugar do cansado Júnior, na armação(?) das jogadas e Renteria estréia, na vaga de Diego Tardelli. O goleiro? Deus nos acuda: o Edson.

O técnico Silas, nome da hora, vê o jogo contra o Galo o ponto de partida do Avaí pra alçar com o pensamento mais alto. Quem sabe vaga na Libertadores. Pois o perigo do descenso já se foi. Palmas pro Silas: é assim que se pensa.

PITACO UM: “Estou com muita gana de jogar” do becão Welton Felipe, de retorno à equipe. Assustador. Agora ele mata alguém em campo.

O eterno espicha/encolhe de Bebeto de Freitas no Atlético retorna: foi embora pro Rio cuidar de assuntos particulares. Diz que não é em definitivo. Sei lá. Foi assim das outras vezes.

Se eu estivesse no lugar do Urso Bravo encerraria logo essa relação conflituosa com Bebeto. Assumia logo a Adriana Branco na direção-executiva. Com várias vantagens: tão competente quanto o outro; é mulher e muito bonita.

FALE COMIGO PELO MEU BLOG: www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com Seja um pitaqueiro contumaz nele.

PITACO DOIS: “por favor, me deixem jogar no Maracanã; o estádio me causa arrepios de emoção” do Dinamite Joffre Guerrón suplicando à CBF que o libere pra enfrentar o Flamengo logo.

Na última vez que jogou no Maracanã, a Trincheira vai repetir o que os intrépidos repórteres dizem 20 vezes por dia, Guerrón fez a festa em cima do Fluminense, na decisão da Taça Libertadores. Foi campeão com a LDU.

Adilson, porém, pensa em optar por Thiago Ribeiro, aquele que corre, corre, corre, corre, cansa e perde 60 gols. E erra 40 passes. Não há coração celeste que resista tanto. Henrique volta, mas Fabrício fica. E tome três volantes e mais Gilberto. Coitado do menino Diego Renan, vai ter que bater corner e cabecear pro gol.

Meu amigo Ivan Drumond, filho da legenda Felipe Drumond, nome de rua e meu companheiro de longa data na Rádio Guarani e na TV Itacolomi, teve uma segunda feira de febre galopante: viu as ruas de Beagá cheias de camisas diferentes. Eram os torcedores do América, segundo ele.

“A maioria acordou com a camisa verde e preta e desfilou seu orgulho, guardado há tanto tempo. Eles eram vistos já nas primeiras horas da manhã por todos os lados, colorindo ruas, avenidas e praças de Belo Horizonte com as cores do clube , inclusive nos colégios e faculdades (contrariando a máxima de que o Coelho não tem jovens em sua torcida.” Em que mundo você estava meu querido Ivan? Com devido respeito.

Vai daí, caro filho de Felipe, não conte com o Gegê Angelino, ex-companheiro daqueles tempos de Itacolomi: é, reverberantemente, contra o preto na camisa americana. Quer campanha pelo alviverdão...

Nos pitacos de hoje sobrou até pro meu protegido Gabriel Azzi, filho de Paulinho Pedra Azul e projeto de treinador brilhante. Rogério de Oliveira – São Gonçalo/RJ – manda ver:

Grande mestre Flávio. Muitos esperavam recuperação estonteante do Cruzeiro como o fazem Inter, São Paulo e Grêmio”.

“Era gulodice oferecida pelo menino Adilson após a perda da Libertadores; e que não passou de bala puxa-puxa no jogo contra o Coritiba e de peitinho-de-moça nos jogos contra Santo André e Fluminense”.

“O filhote do grande "Pedra Azul", técnico de chupeta, na Trincheira de V.Sa., ao invés de mirar-se em Tim, como o faz Paulo Autuori, babar por Telê, Murici, Leão e Luxa, resolveu derreter-se pelo incipiente e esforçado Adilson, que com seus obcecantes volantes, nos livrará, bravamente, da Segundona até o fim de seu contrato”.

“O olho esbugalhado do homem da arquibancada é diferente da luneta profissional do homem do túnel. Àquele por quem a cozinheira suspirar, por quem o taxista bebemorar e o negão desdentado disser: É isso aí! Agora vai!, este sim será o técnico do momento”.

“Portanto, que venha esse técnico, com um grau de Salinas na ideia, bafo de feijão tropeiro a boca e com táticas de jogo que incendeiem o povão. As concepções de futebol do menino Adilson são burguesas não só para BH, como para o país do futebol. Abraços do modesto Fiscal de Tributos de Contagem aposentado que muito o admira”.

Resposta: Caro Rogério, Gabriel é pra ser louvado. Aos 19 anos, adora futebol e quer ser treinador. Estuda bastante pra isso. Admira todos os treinadores que você citou, inclusive Adilson. É um direito dele, não? Sobre Elba de Pádua Lima, Tim, quando este morreu, Gabriel ainda estava no saco do Paulinho. Com o devido respeito.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Escolha a melhor forma de se identificar em Comentar como: Depois pitaque à vontade.