terça-feira, 8 de setembro de 2009

KLEBER DE NOVO AGITA A TOCA

Segundo Senhor X, o espião adulto, bem infiltrado nos recôncavos da Toca da Raposa, e nas hostes perrelistas, o atacante Kleber desta vez exagerou. Fez tanta raiva no comando celeste como fizeram antes Edmundo Animal e Wanderley Luxemburgo. E os dois foram imediatamente dispensados. Neste caso, existe dinheiro grosso envolvido e Perrela, evidentemente, não dará mole. Aos íntimos, profundamente irritado, repetiu o que tem dito: “se pagarem a multa contratual, Kleber pode ir embora pra onde quiser”.

A desilusão da torcida azul, assustada com a nova derrota diante do São Paulo, e a passividade da equipe ao permitir nova virada, é manifestada na quantidade de email e participação no meu blog. Uma delas, de Jofre Luz, de Pouso Alegre, diz que “Kleber não é meu ídolo coisa nenhuma; é ídolo da torcida palmeirense”.

É a verdade que Eduardo Maluf tenta esconder ao declarar que prefere ficar com as declarações de amor ao Cruzeiro que Kleber fez há uns dois meses. Se Maluf não acredita na veracidade das atuais, que procure, junto com o jogador, um psicólogo de confiança.

PITACO: Kleber, na crise de identidade atual, leva o Cruzeiro ao naufrágio.

O Cruzeiro encheu-se de centroavante e agora não tem nenhum. Adilson Batista dispensou Wanderlei e Zé Carlos antes. A vítima da vez é o Rômulo. Direis, nenhum joga nada! Então por que foram contratados?

Na falta de Wellington Paulista, lesionado, quem será o centroavante? Soares, Thiago Ribeiro, Guerrón ou o chinelinho Kleber? Por isso que o time não faz gol: não tem centroavante e os inventados por Adilson acertam apenas o placar do Mineirão.

Sem pretender transformar a difícil vitória sobre o Santo André num marco histórico, este filho do Sodico afirma, contudo, que ela teve fatores positivos, além de fazer o Galo subir na tabela e quebrar a série negativa de resultados. Mostrou Jorge Luis.

A zaga atleticana ficou mais leve sem a presença estabanada de Welton Felipe. Jorge Luis, 27 anos,acostumado ao trabalho de Celso Roth desde seus tempos de Vasco, mostrou liderança, capacidade de domínio do setor e valentia. Até o Werley jogou melhor ao seu lado.

A chance de aproximar-se mais do G-4 vem aí no domingo, em casa: Galo x Furacão, Atlético x Atlético. Basta que a rapaziada de Roth repita a garra e a vontade de buscar a vitória até o fim, como fez diante do Santo André, e o Furacão vira ventinho.

No mais, torcida pro Barueri. Caso ele bata no Goiás, lá em São Paulo, e o Galo vença aqui, o G-4 terá um mineiro dentro dele. O Galo pularia de 37 pra 40 e o Goiás ficaria com 39.

Espero que Dunga não use o grande número de desfalques na Seleção pra justificar qualquer placar negativo esta noite em Salvador contra o Chile. O pessoal escalado faz parte do grupo dele e, ainda, buscou mais gente, como Diego Tardelli, com condições de manter o padrão brasileiro lá no alto.

O Brasil não deve entrar em campo de espírito desarmado porque já está na Copa do Mundo. O torcedor baiano – e de resto todos nós – quer o escrete canarinho com sangue nos olhos e triturando os adversários como fez em Buenos Aires. Se repetir a atuação de Santiago, ótimo.





A arma do técnico Marcelo Bielsa pro Chile bater o Brasil em Salvador, informam as agências chilenas, será o conhecido Valdívia, ex-Palmeiras. Pra quem enfrentou Lionel Messi, Verón, Carlito Tevez e outras feras na jaula deles, a simples presença de Valdívia torna-se uma fichinha.

Tive uma informação que me agradou bastante. Não totalmente, mas o suficiente pra me deixar feliz: Ricardo Luís – lembra-se dele? Aquele volante de classe, de bom passe, revelado pelo América? Pois é, infelizmente, uma séria contusão o afastou do América. Ricardo foi tido como acabado para o futebol.

Rapaz de boa índole, de ótima criação, Ricardo entregou-se aos estudos, formou-se em administração, porém no coração pulsava o amor pelo futebol e a vontade de superação. Aos 29 anos, Ricardo – ou Kaká, como é conhecido em família – escondeu-se da mídia mineira, mas não do futebol.

Passou pelo Novo Hamburgo, do Rio Grande do Sul; pelo Democrata de Sete Lagoas, Legião FC de Brasília, Volta Redonda e, atualmente, disputa a segunda divisão candanga com o Unaí/MG. Merece melhor situação, não só pela pessoa que é, mas – e principalmente – pelo futebol que, ainda, joga.

Já passou a hora de algum time dos bons do interior de Minas trazer o Kaká de volta. Com certeza, quem o fizer não se arrependerá.

A imprensa do Paraguai joga pesado contra os argentinos. Ranços da Guerra do Chaco, na década de 30, são remexidos e a fama de “trapaceiros” dos argentinos relembrada, por meio do apelido que ganharam na época: “curepas”, ou couro de porco.

O jornal La Crônica ataca duro: “Curepa, vamos te sacudir como fizeram os brasileiros”. E manda outro recado a Diego Maradona, em trocadilho que o lembra de seus problemas com as drogas: “Se pensava em ganhar, Maradona, não aspire.” Coisa feia...

Desespero mesmo haverá no clássico vovô de domingo no Maracanã: Fluminense, lanterna, e Botafogo, enterrado, consideram esta partida o ponto de recuperação de ambos. Veremos...

Use meu blog pra falar comigo: www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com Vá lá e dê seu pitaco ou participe de nossas enquetes.

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