quarta-feira, 25 de novembro de 2009

FLU CAI DE 5 NA ALTITUDE DE QUITO

Guerron com a camisa da LDU arrebentou com o Fluminense, no Maracanã, na decisão da Libertadores. Isso lhe valeu prestígio no Brasil e na Europa. Lá não deu certo, agora usa o prestígio no Brasil tentando acertar na Toca da Raposa. Já aprendi que colombiano e equatoriano jogam muito, realmente, mas nas altitudes de Bogotá e Quito. Sairam de lá, negam fogo.

A bola da vez agora é Edson Mendes autor dos três primeiros gols sobre o Fluminense, ontem à noite, em Quito, no primeiro jogo da decisão da Copa Sul Americana. Tá assim de time brasileiro atrás do meia equatoriano que chuta uma barbaridade na altitude. Em campo, estavam De La Cruz e Reascu que negaram fogo no território tupiniquim. Mas brilhou a estrela de Mendes, um apoiador cheio de pernas.

Os amigos do Sportv - principalmente Luiz Carlos Júnior, tricolor de dar cambalhota desde seus tempos de Brasília - culparam o cansaço do Fluminense. A desculpa se justifica, como, também, se justifica qualquer derrota brasileira lá em cima, na covardia de jogar 2.800 metros acima do nível do mar. Não é humano.

A LDU em casa até enfrentar o Fluminense havia feito quatro jogos e venceu dois de goleada. O último de 7 a 0 sobre o River Plate de Montevideu. Com a goleada sobre o time carioca por 5 a 1, a LDU, praticamente, conquista a Copa Sul Americana. O tricolor carioca virou freguês de caderno dos equatorianos.

Enquanto teve gás, o Fluminense fez 1 a 0, logo aos quarenta segundos. Com a derrota, o Flu perde a invencibilidade de 14 partidas, sendo sete vitórias seguidas. O segundo jogo será quarta-feira que vem no Maracanã. No meio disso, o Fluminense na briga pra não cair no Brasileiro enfrenta o Vitória domingo, no Maracanã. Tem que vencer pra continuar vivo, com 39 pontos, no calcanhar do Botafogo.

Romário cumpre a promessa que fez ao seu pai, torcedor do América do Rio. Jogou 25 minutos na vitória por 2 a 0 sobre o Artsul no estádio Giulite Coutinho, no Bairro de Edson Passos, resultado que tornou o Mequinha campeão da Segundona, e o colocou de volta na elite do futebol carioca. O Baixinho, aos 43 anos, na realidade, é gerente de futebol do clube rubro.

Me parece coisa de velho ranzinza esta proibição da Fifa impedindo que Diego Maradona acompanhe ao vivo o sorteio de chaves da Copa da África, dia 4 de dezembro na Cidade do Cabo. Garanto que não tem nada com as chulas declarações de Dieguito depois da vitória (1 a 0) sobre o Uruguai, em Montevidéu. É rixa antiga entre o ex-craque e a entidade.

É verdade que Maradona foi suspenso por dois meses pela Fifa, mas daí não poder acompanhar o sorteio é o extremo do poder discricionário dos velhinhos. Carlos Bilardo, amigo de Maradona, ex-técnico da Seleção Argentina, já avisou que se o ex-craque for impedido de ir, ele, também, não irá. Neste caso, devemos pedir as chuteiras de Caçapa e dormir com elas?

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