sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

JÓBSON É FEIJÃO BICHADO – Postado às 6 horas e 42 minutos da noite

NA LINGUAGEM futebolista, quem é feijão sem bicho tem futuro, é craque,vai virar dinheiro alto para o clube. Jóbson começou o ano assim, por causa dos jogos que fez no Botafogo. Em dois deles estava dopado de cocaína e foi pego: contra o Coritiba e Palmeiras.

No primeiro caso, o Cruzeiro que investia no tal feijão sem bicho ainda esperou a contraprova antes de desistir do negócio. Devia ter alguma informação privilegiada. Logo depois Jóbson foi pego em novo sorteio, após enfrentar o Palmeiras.

O feijão sem bicho estava podre. Teve uma suspensão de 30 dias, preventiva, por causa do primeiro caso. Agora, está sob ameaça, por reincidência, de banimento do desporto

Cheguei a pedir uma nova chance pra ele, por se tratar de um garoto. Diante da reincidência, vejo que precisa de psicólogo, tratamento demorado e de um bom advogado. Triste sina do Botafogo, que já teve Josimar num caso semelhante.

Nenhuma surpresa na desistência do Atlético em contratar o goleiro Renê. Antecipei ontem que seria dinheiro jogado fora. O cara assinou contrato antes com a Portuguesa. Qual é o caráter desse moço de 33 anos?

Não foi uma vingança total, mas teve sabor disso: o Galinho está nas semifinais do Campeonato Brasileiro Sub-20 após eliminar o Flamengo de virada por 2 a 1.

O tempo das cortesias dos clubes voltou? Recebi do Galo uma bela lembrança de Natal: numa sacola chique veio o panetone da Kopenhagen, com cobertura de chocolate. Junto, a camisa do Galo, novo lançamento, e um belo cartão assinado por Alexandre Kalil.

Como não sou dado às hipocrisias, aceito a cortesia. Até porque, como diabético, não poderei saborear a guloseima; vou entregá-la à reunião da família, dia 24.

Quanto a camisa, farei uma rifa e o dinheiro será doado à Cidade dos Meninos, onde estarei neste sábado de manhã como paraninfo uma turma de 2.500 formandos do Centro de Formação Profissional, nos diversos cursos.

Fiquei honrado com a atenção do presidente alvinegro e de sua assessoria. No entanto, bastava-me o cartão, iluminado por uma frase do meu saudoso amigo Elias Kalil: “o importante não é ser, ter ou parecer; o importante é fazer, construir e desenvolver”. E ele soube fazer isso como ninguém...

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