sábado, 7 de agosto de 2010

A SAGA DE UM APOSENTADO SOB O JUGO DO BRADESCO - PARTE II

Que, vocês meus pacientes leitores, entendam que esta historinha que vou lhes contar aqui na Trincheira – em capítulos. Assim evito desviar a finalidade deste espaço dedicado ao futebol.

MAS SERVIRÁ DE alerta a vários aposentados que, como o inocente filho de dona Geralda, insiste em cair as garras dos bancos que ganham os tubos de dinheiro com o empréstimo consignado. Negócio seguro e de excelente lucro, desde que pago da primeira à última parcela conforme acertado.

MINHA HISTORINHA começa na segunda quinzena de abril. Deixe o Hospital Vila da Serra, após ser submetido à delicada cirurgia cardíaca para colocação de duas pontes de safena. Dei azar: peguei: infecção hospitalar que quase me matou. Paralelamente, eu cuidava, com apoio de minha esposa Neusa, da aposentadoria por idade no INSS.

NECESSITEI de um empréstimo emergencial para cobrir gastos e pagar parcelas de seu pedido de aposentadoria no INSS, cujo processo arrastava-se há 18 meses em tramitação.

ACOMPANHADO de minha mulher, fui à Agência do Bradesco, Avenida Prudente de Morais, onde mantive uma conta física por muito tempo. Lá me sugeriram o empréstimo consignado, porque os juros eram menores. Expliquei que precisava de dinheiro rápido e que tão logo saísse minha aposentadoria e os atrasados quitaria a dívida. Ainda assim insistiram com o consignado, visto que o empréstimo pessoal teria 7 ou 8%, sei lá, de juros mensais.

COLOCARAM-EM EM contato com a agência do Bradesco na Savassi, à avenida Contorno, 5892, visto que ali funcionaria a Bradesco Promotora, antiga Finasa/ BMC, especializada em empréstimos consignados. Foi quando começou meu drama.

CONTINUA DEPOIS DE AMANHÃ: AGUARDEM

CONFORME INFORMEI na Pate I deste espetacular relato, a própria gerente que me atende na agência Prudente de Morais fez contato com uma promotora da Bradesco. Ela foi à minha casa, ao saber que eu me encontrava no processo de recuperação. Bem educada e simpática a moça. Seu nome: Flávia Alves. Eu a informei várias vezes que liquidaria o empréstimo antecipado. Ela apresentou cálculos de um empréstimo em 84 meses, alegando que a margem do contra-cheque só permitiria o levantamento da importância nesse longo período. Não me preocupei: afinal pretendia mesmo antecipar o pagamento.

GENTILMENTE FLAVIA ALVES garantiu que não haveria burocracia nem problema na antecipação. Seria apenas pedir o boleto e esperar que ele viesse. Preenchidos e assinados os documentos necessários, com reconhecimento de firma, que ela mesma prontificou-se a fazer o empréstimo caiu na minha conta individual e o outro na da minha mulher.
a) R$ 13.711,78 na conta corrente do PRIMEIRO REQUERENTE, no Banco do Brasil.
b) R$ 2.000,00 na conta corrente do SEGUNDO REQUERENTE, também no Banco do Brasil.

OUTRA EXPLICAÇÃO: os dois empréstimos foram necessários porque a margem de comprometimento do PRIMEIRO REQUERENTE seria maior que os 30% permitidos em lei. E o valor da quitação no INSS seria de R$ 22.000,00, em números redondos. Para cobrir o valor restante foram utilizados outros recursos.

O PROBLEMA FOI QUANDO FIZEMOS A SOLICITAÇÃO DE QUITAÇÃO: ISSO FICARÁ PRA PARTE TERCEIRA - AGUARDEM

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Escolha a melhor forma de se identificar em Comentar como: Depois pitaque à vontade.