sábado, 21 de agosto de 2010

SAGA DE UM APOSENTADO SOB O JUGO DO BRADESCO

F I N A L


PRA DIZER a verdade estou de saco cheio com esta saga. Imagino o leitor. De qualqueer forma, fiz meu protesto e atropelei o gigante da elite financeira deste País. Ele me engoliu, paguei os juros absurdos que ele me impôs, mas fiz que nem o preso cuja alegria é xingar o guarda. Recebi o meu boleto e a planilha via Internet sem me submeter mais aos caprichos e às retaliações daquele escritório mafuá da É Crédito. Denunciei o Bradesco no Banco Central. Dei dor de cabeça pra ele, como me fez passar raiva. Fica aí o recado aos usuários: não se submetam! Tratou com a tal de Finaza/BCM, incorporadas pela Bradesco, não aceite depois mexer com os mafuás lá do centro, escondidos em duas saletas vergonhosas pra grandeza do Gigante Bradesco. Recebi na minha c/c do Banco do Brasil - minha mulher, idem - os descontos indevidos feitos no meu contra-cheque de julho e na segunda-feira vou à agência Assembleia do Bradesco, com dona Neusa, pegar nossos contratos. Tudo isso graças ao gerente desta agência, Dennys Lomasso, indicado pelo BC, que deu uma aula de competência e de como agir junto aos clientes. Esta aula devia ser aproveitada pelos seus demais colegas das agencias envolvidas, inclusive aquela da qual eu era cliente - na avenida Prudente de Morais- e dos bancos pertencentes ao conglomerado financeiro do Bradesco. ~Dou o fato encerrado aqui, nesta Trincheira, porém não pretendo desistir de reaver os juros exorbitantes que me cobraram e, também, da ação de perdas e danos que proporei no Tribunal de Pequenas Causas. A petição, inclusive, já está pronta. Desculpem-me os leitores, gratos àqueles que me enviaram as mensagens de solidariedade, que evitei publicar pra não ter problemas outros. Até a próxima briga.

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