domingo, 12 de setembro de 2010

AZULOU O FINAL DE SEMANA

A FESTA CRUZEIRENSE no final de semana só não foi 100% porque o Botafogo também venceu ( 2 a 0, no São Paulo) e manteve-se em terceiro lugar com a mesma pontuação ( 37), mas com melhor saldo de gols- 13 contra 7. Vencer o Avaí em Florianópolis ( 2 a 1, gols de Roger e Thiago Ribeiro) confirmou a fase crescente da equipe que já tá na luta do título brasileiro com as derrotas do Fluminense ( 2 a , para o Atlético-GO) e do Corinthians ( 1 a 0 para o Grêmio).
SUPERAÇÃO
Cuca, de novo, foi bafejado pela sorte. O time ficou sem Marquinhos Paraná aos 8m do segundo tempo, expulso de campo, e superou-se no coletivo. O segundo gol celeste, de Thiago Heleno, a bola bateu na trave, nas costas do goleiro e foi às redes. Em tempos de ventos ruins isso não acontece.
COMBINAÇÃO EXCELENTE
Na combinação de resultados, se faltou a derrota ou empate do Botafogo, aconteceu o empate do Inter com o Goiás (0 a 0) na Beira Rio. O Santos perdeu do Ceará em Fortaleza (2 a 1) e junto com o Inter distanciou-se do quarto lugar ocupado pelos celestes.
ROGER FORA MONTILLO DENTRO
Nesta quarta-feira, o Cruzeiro volta pra casa, sem Roger, Paraná e Jonathan suspensos, mas com Montillo liberado. Ótima notícia porque o argentino, apesar de o time vencer, fez falta nas duas partidas em que ficou de fora.
JOGO NA ARENA
Em que pese as reclamações dos atletas sobre o gramado, a diretoria confirmou que o jogo com o Guarani será na Arena do Jacaré. O Guarani tem surpreendido. Domingo venceu o Atlético Paranaense, em Campinas (1 a 0), e sempre foi indigesto por aqui.
SUOR FRIO
O Galo suou frio pra derrotar o Grêmio Prudente na Arena do Jacaré porque não consegue superar a pressão psicológica da fuga imediata da zona do rebaixamento. Cada jogo tem valor de uma decisão e nem os mais experientes têm conseguido calma suficiente pra entender que o momento do time exige apenas que ele saia da desagradável situação; e isso tá perto de acontecer.

CABEÇA NO LUGAR
O lance do gol da vitória atleticana, marcado por Obina (1 a 0, aos 43m do segundo tempo) bem que poderia servir de base na recuperação da calma pela equipe. O passe milimétrico de Ricardinho que levantou a cabeça e achou Obina na marca do pênalti, a matada no peito do atacante e a virada pra conclusão do lance, demonstram que se todos tivessem a mesma tranqüilidade, o sofrimento teria acabado antes dos 43m minutos. A pressa tem feito os atleticanos tomarem uma sopa pelando de quente.
FUGIR DO BURACO
Apenas depois de fugir do buraco negro, o Galo poderá pensar na busca de posições melhores. Por exemplo: a preocupação agora do Atlético é como derrotar o Atlético Paranaense, na Arena da Baixada, em Curitiba. O time paranaense saiu lá de baixo e encontra-se no bloco intermediário. É um confronto dos mais complicados.
COMO SAIR
Dois pontos atrás do Flamengo e um na frente do Atlético-GO, os meninos de Alexandre Kalil precisam:
a) de vencer o Furacão e somar 24 pontos;
b) que o Santos bata no Atlético-GO, na Vila Belmiro, e
c) que o Grêmio Prudente, que tem 17 pontos, vença o seu visitante Flamengo, que tem 23.
Pronto, uffaa, tarefas cumpridas e Galo fora do buraco negro! Se não der pra agora, paciência minha gente, dará numa das próximas rodadas.
BOM E RUIM
Na ótica do torcedor, o empate ( 1 a 1) do Coelho com o Coritiba, na Arena do Jacaré, foi péssimo resultado. Tratava-se de uma disputa com concorrente direto. O Coxa manteve-se no G-4, com 37 pontos em terceiro, e o Coelho tá fora, em quinto, com 34 pontos.
OBRIGAÇÃO DA VITÓRIA
O técnico Mauro Fernandes entende que o resultado foi normal. Foi não! À razão em que o comandante vê como normal jogar fora dois pontos contra um concorrente direto, em casa, a coisa vai mal. A obrigação do América era vencer.
TIGRE DE PAPEL
Vamos lá. Dizem que quando me meto a vidente tudo acontece ao contrário. Tá bom. Não vejo escapatória para o Tigre do Vale do Aço. Teve nova chance em Salvador ao sair na frente contra o Bahia. Então, como tem acontecido, sofreu o apagão e os baianos viraram pra 3 a 1. Lanterna, com apenas 15 pontos, o Ipatinga precisa de 33 pontos se quiser sair do buraco negro. Como conquistar tudo isso? Dá não.
VIVA CAMILINHO
Camilinho Lélis, outro artista da República Independente, lança a sua nova edição da Jararaca Alegre dia 16, próxima quinta, no Palácio das Artes. Que azar o meu! Estou em Brasília e só retorno na sexta. Mas recomendo aos amigos que compareçam e prestigiem meu conterrâneo. Não faltará motivo para gostosas gargalhadas.

6 comentários:

  1. Poxa Flavio anselmo, Thiago Heleno nao cara!!! Thiago Ribeiro... vc quer ressuscitar esta desgraca no cruzeiro?? Estamos dando gracas ao demonio que este pereba foi embora... poxa.. Brincadeiras a parte, o cruzeirao vai sera campeao este ano!!! Thiago Heleno nunca mais!!!

    Qual seu time Flavio Anselmo??

    ResponderExcluir
  2. Caro Flávio Anselmo,

    Acompanho seus comentários desde a minha adolescência, nos tempos idos da Rádio Guarani, e olha que já passei dos 50. Estamos bem velhos heim?
    Bom, recebi este e-mail abaixo, com uma carta com muito sarcasmo e dirigida ao Bradesco. Recentemente vi o que voce passou na mão deles. Então leia a carta abaixo e divirta-se. Abraço!

    CARTA ABERTA AO BRADESCO

    Senhores Diretores do Bradesco,

    Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

    Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc).. Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.

    Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.

    Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?

    continua....

    ResponderExcluir
  3. Continuando...

    Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.

    Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço..

    Além disso, me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra 'taxa por guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

    Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.

    Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.

    Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.

    Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de crédito' - equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.

    Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.

    Continua...

    ResponderExcluir
  4. Continuando...

    Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'.

    Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.

    Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'.... para liberar o 'papagaio', alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente embolsado.

    Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos.

    Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'.
    - Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
    - Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'.
    - A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
    - Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.
    - Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.

    Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.

    Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

    Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.

    Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.

    Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..

    Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, voces concordam o quanto são abusivas....!?!

    ResponderExcluir
  5. Continuando...

    Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'.

    Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.

    Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'.... para liberar o 'papagaio', alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente embolsado.

    Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos.

    Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'.
    - Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
    - Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'.
    - A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
    - Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.
    - Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.

    Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.

    Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

    Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.

    Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.

    Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..

    Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, voces concordam o quanto são abusivas....!?!

    ResponderExcluir
  6. Continuando...

    Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'.

    Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.

    Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'.... para liberar o 'papagaio', alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente embolsado.

    Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos.

    Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'.
    - Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
    - Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 'para a manutenção da conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'.
    - A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
    - Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.
    - Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.

    Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.

    Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

    Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.

    Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.

    Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..

    Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, voces concordam o quanto são abusivas....!?!

    ResponderExcluir

Escolha a melhor forma de se identificar em Comentar como: Depois pitaque à vontade.