sábado, 19 de fevereiro de 2011

FUJAM DA VIVO E DO BRADESCO: ENQUANTO VIVOS

Sobre os campeonatos de futebol neste final de semana o leitor já sabe tudo. A Trincheira gosta de aproveitar o descanso de sábado e domingo pra soltar os cachorros em cima das empresas que prestam péssimos serviços aos usuários e ficam livres das críticas porque são donas dos espaços nos grandes e médios veículos de comunicação. Aqui tem disso não; mando eu.

Na segunda-feira passada, estive na Justiça de Pequenas Causas, 6ª Secretaria, para o andamento do processo de danos morais que minha mulher Neusa move contra o Bradesco.

Aliás, ela move um e eu outro pelos mesmos motivos. A minha audiência será na próxima segunda, dia 21. Quem acompanha a Trincheira sabe quais são estes motivos: quase apanhamos dos empregados de uma representante do banco, no caso de empréstimo consignado. E só queríamos o boleto pra liquidar a dívida.

Vamos aos novos fatos, porque outros já aconteceram como a proposta indecente que os advogados do banco me fizeram de um acordo. Nessa audiência passada, o jovem advogado, tão arrogante quanto o banco, já veio de cara querendo pressionar. Levou uma dividida.

Na sua impugnação, o banco afirma que nada aconteceu e que o Autor, no caso minha mulher, estava querendo tirar vantagem pecuniária de uma situação inexistente. Por isso nem aceitei falar em acordo.

Eles metem a mão no bolso da gente, cobram juros exorbitantes, são agiotas oficiais, apoiados pelo governo, e dizem que queremos tirar proveito de uma situação. Hoje o Bradesco é a terceira instituição financeira do País e já teve em primeiro. Vamos movimentar-nos para levá-lo à segunda divisão.

Outro caso sucedido comigo e com certeza com vários leitores. Ano passado fui a Vivo trocar meu aparelho porque tinha pontos para tanto. Antes já havia trocado de aparelho e ganhei créditos na conta.

Desta vez, com 60 mil pontos só tomei ferro. Posso trocar de aparelho se assinar novo contrato de fidelidade, por 28 mil pontos. Quando falei em trocar de plano o rapaz me disse não. Se troca o aparelho, não pode trocar de plano. Eu, hein?

Perguntei: esses pontos não são meus, conquistados durante o ano passado dentro de outro plano de fidelidade? Sim. Mas só valem agora pra resgatar aparelho. Mas não me avisaram nada da troca.

Então ele me apresentou uma solução bem interessante: eu pagaria R$ 330 pelo aparelho e teria um novo plano de assinatura. Perguntei pelos meus 60 mil pontos. Segundo ele, ficariam na empresa.

Isso é roubo ou não é? Claro que não aceitei, mandei cancelar minha assinatura, e vou atrás do PROCON e da Justiça de Pequenas Causas buscar meus direitos. Cuide de seus direitos de cidadão, seja chato contra os maus empresários e às empresas relapsas e devoradoras de seus direitos. O PROCON e a Justiça existem é pra isso mesmo.

Nenhuma empresa de celular presta. Eu gostaria de jogar meu aparelho no lixo, mas como necessito dessa modernidade, vou atrás de quem me ofereça mais vantagens. Faça isso, também. Mude, mude, todas prestam o mesmo serviço de merda.

PITACO DO LEITOR: Carlos Henrique, do Sion, enviou ao amigo Gegê Angelino que me repassou a mensagem: “Gegê, recebi o boletim (?) escrito pelo jornalista Flávio Anselmo. Muito bom. Peça-lhe para me cadastrar. Mas antes passe para ele este meu comentário de atleticano”

E Carlos Alexandre, do Sion, escreve: “Tardelli é um péssimo exemplo de profissional.
Baderneiro, baladeiro e agride os sentimentos de paz e segurança, com aquele gesto condenável de atirar com as mãos”.

“Os promotores de justiça precisam fazer alguma coisa, urgente, em defesa da ordem. Este sujeito......( cortei a agressão verbal, Carlos, porque essa não é a finalidade da Trincheira - provoca ira, violência. Gege, meu amigo, passe esta noticia para o Flávio Anselmo e peça-lhe para batalhar para este sujeito ser punido”.

Resposta: a) Carlos, não é boletim. É coluna. b) Não batalho pra ninguém ser punido, pois vira perseguição. Fiz a crítica antes, apresentei depois as mensagens a favor e contra, e entreguei o problema ao Ministério Público. É dele, não meu.

Guilherme Chaves, jornalista, envia a contribuição: “O “Carrossel Azul” de Cuca”.

É muito interessante. Leiam: “a estreia do Cruzeiro, ontem, na Libertadores 2011 chamou a atenção não só pela goleada de 5 a 0 sobre o campeão argentino Estudiantes, mas também pela nova formação tática do time, que lembrou o Botafogo – que chegou a liderar o Brasileirão de 2007 –, também treinado por Cuca”.

“Na teoria, a Raposa parecia ir a campo sem surpresas no seu esquema, mas com muitas novidades em relação ao time que vinha jogando até então. O zagueiro uruguaio Mauricio Victorino, principal contratação do clube nesta temporada, fazia sua estreia na vaga de Leo”.

“Gilberto foi deslocado para a lateral esquerda substituindo Diego Renan, para dar lugar a Roger no meio-de-campo; Marquinhos Paraná, recuperado de uma torção no tornozelo esquerdo, recuperou o posto que foi de Leandro Guerreiro nos dois últimos jogos; e Wallyson jogou pela primeira vez como titular, deixando Thiago Ribeiro no banco”.



“Mas na prática, o Cruzeiro atuava em uma nova formação: 3-4-2-1. Pablo, Victorino e Gil eram os zagueiros, com o uruguaio centralizado. Henrique e Marquinhos Paraná eram os volantes, que desconstruíam as tentativas de armação do Estudiantes e iniciavam com velocidade, principalmente com o camisa 8, os ataques celestes.

“Gilberto era o ala pela esquerda, e Wallyson, pela direita, fazia o que em Portugal se chama “médio-ala”, e pode ser explicado por ter uma função um pouco mais ainda ofensiva do que o típico ala conhecido no Brasil. Isolado na frente estava Wellington Paulista, que mesmo tendo finalizado pouco, foi bem taticamente, ao abrir espaço para as chegadas de Roger, Montillo e o próprio Wallyson – como no primeiro gol do argentino, quando o time celeste apareceu na área adversária com três atacantes e apenas um defensor para marcá-los”.

“Esse esquema é bem parecido com aquele que o próprio Cuca adotou, quando treinava o Botafogo em 2007 e ficou conhecido como “Carrossel Alvinegro”, em alusão ao grande time holandês, liderado por Cruijff, finalista da Copa do Mundo de 1974.

“A diferença do time carioca daquele ano para o Cruzeiro de ontem era que o falso lateral, Luciano Almeida, que ajudava a compor o trio de zagueiros e o atacante, Jorge Henrique, que atuava como o “médio-ala”, da equipe alvinegra, jogavam pelo lado esquerdo do campo. Pablo e Wallyson apareceram pela direita, no novo (velho) “Carrossel Azul” de Cuca, como pode ser visto na ilustração em anexo”.

Resposta: Me desculpe, Guilherme, mas como jornalista você sabe que temos espaços programados. Daí não há a menor chance da “ilustração em anexo”. Aliás isso é invenção dos atuais comentaristas de tevê em Sampa. A propósito, com prazer mostro a sua aula tática, mas pedir pro leitor acompanhar mais nos sites paulistas...faça-me o favor.

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