domingo, 13 de março de 2011

AZUIS GOLEIAM PANTERA E ESTÃO PRONTOS PARA PARAGUAIOS

A goleada de sete – conta de mentiroso – sobre o Democrata Pantera mostrou que o Cruzeiro está pronto para enfrentar o Guarani do Paraguai, nesta quarta-feira.
O pobre time de Zé Maria Pena pagou pelo que não fez.
A briga por vaga no ataque celeste esfomeou os rapazes de Cuca.
Mais, ainda, Thiago Ribeiro, autor de 3 gols.
Sua titularidade fora contestada nos últimos jogos, e ele perdeu a posição pra Wallyson.
Ainda tem WP-9 que nem estava no banco. Sofreu com a concorrência dos que foram relacionados.
Entraram e mostraram serviço: Ortigoza, Farías e André Dias.
Cada qual fez seu golzinho. Wallyson passou em branco de novo e precisa acender seu foguete. Caso contrário, volta para o banco.
Imagino como esteja meu amigo Langlebert Drumond, em Gevê! Ex-presidente da Pantera, fica desnorteado com uma pancada igual a essa.

Thiago Ribeiro e Bernardo, atualmente no Vasco, e autor de 3 gols na vitória do seu time sobre o Madureira (4 a 2), pedirão música ao Thadeu Schmidt do Fantástico.
Sugiro a música que ouvi Paulinho Pedra Azul cantando, de sua autoria, hoje no programa da TV Câmara. Me ajuda aí, Gabriel!


Média excelente de gols nesta rodada. Que assim fosse sempre! No sábado, América-TO 5 x Funorte l; Coelho 4 x Guarani 2, em Divinópolis, e de virada.
Fábio Júnior fez 3, também, e é outro mineiro com direito a pedir gols. Se o regulamento do Fantástico permitir, pois este jogo foi no sábado. Que azar!
Todo São Pedro da Cabeluda, onde Fábio nasceu, na área de domínio da Grande Caratinga, estaria à espera do Fantástico.

As mudanças que Dorival Júnior fez na equipe do Galo, principalmente a entrada de Jóbson, evitou a derrota no Ipatingão para o Tigre.
Fez a equipe sair do marasmo do primeiro tempo. Já nessa fase merecia uma ferrada de conforme do Ipatinga.
Alessandro perdeu gols incríveis. Acabou fazendo 1 a 0, com a colaboração de Renan Ribeiro. Ninguém jogou nada entre os atleticanos nesta fase.
Nem Rever. Nem Richarlyson. Nem Ricardinho. Nem Berola. Muito menos Leandro, Renan Oliveira e Ricardo Bueno.
No segundo, o Galo voltou enfoguetado – com Jóbson e Wesley na frente - e marcou logo o empate com Berola.
Dois minutos depois, a zaga falhou de novo e o Ipatinga fez 2 a 1.
Pronto, o Galo ficou, de novo, entregue. Talvez desse algum susto com jogadas individuais de Jóbson. O outro que entrou, Wesley desapareceu.
Richarlyson na lateral esquerda melhorou bastante de produção e o setor.
A injustiça do placar e a maldade dos deuses do futebol vieram aos 32m. Rever de calcanhar pra Renan Oliveira, que driblou o goleiro e empatou.
Tudo errado! O Galo já estava entregue. Renan Ribeiro não merecia nada, menos ainda o gol. E Rever safou-se, por ser fera, com aquela assistência de calcanhar.
A torcida comemorou, mas como toda viúva tá que chora as saídas de Obina, Tardelli e Diego Souza.

No Ipatinga é preciso destacar, enquanto tiveram fôlego, Léo Medeiros, Max, Leanderson, Rodrigo Antônio – muito bom apoiador – e o veterano Alessandro, apesar dos gols perdidos.
Porém, o melhor do time foi Donizete Marinho, um lateral esquerdo moderno e competente.
Já tinha ouvido falar. Confirmei: Guilherme, como treinador, mudou o perfil de derrotado do Ipatinga. Esperança existe agora na fuga do rebaixamento.

Pitacos dos leitores: Eujácio – BH “Caro Flávio, estou com você. É um gesto muito bonito do Kalil, mas o nobre cronista há de relembrar que ele já se ferrou uma vez. Como você disse, só acredito vendo, na minha modesta opinião a Rede TV não tem estrutura e a globo ainda leva essa”.

“O Kalil difere dos outros dirigentes, porque põe os interesses do clube acima de tudo, mas por outro lado a força do poder dominante é monstruosa. Quem se ferra é a instituição Atlético: 2ª divisão à vista”.
Resposta:Céus, Eujácio, que pessimismo.

Wagner Martins – Sabará: “Meu caro irmão do Zito... sou do tempo em que se ligava a TV no domingo à tarde, lá no Entre Folhas, um sinalzinho mixuruco que chegava ricocheteando desde o alto da Itaúna, onde fincaram o primeiro repetidor da região, e se podia assistir a um Cruzeiro x Atlético”.

“A impressão que se tinha, dada a precariedade do sinal é de que Dirceu Lopes estava duplicado, que o Hélio era dois dentro do gol do Galo, tão ruim era o sinal. Mas a bola era grande! Impregnados pelos efeitos de uma certa proximidade com o litoral, clássicos como Fla x Flu, ou até mesmo os embates fantásticos de Cruzeiro x Santos com Pelé e Cia. Ltda. nos chegavam mansamente pelas ondas que aportavam na telinha mágica”.

“Acho que o mundo cresceu, ou eu diminui. E quando você tem essa birra do "pagar pra ver" eu só posso fazer coro com você. Um dia eu disse que quando a tv(não só a Globo) assumisse a responsabilidade pelo futebol, teríamos para ele a mesma destinação que deram ao carnaval(não vi negros nos desfiles das escolas, a exceção de Mangueira, vi os destaques globais)”.

“Isso hoje é uma realidade. Vemos os jogos nos horários mais esquisitos do mundo. É como se estivéssemos em uma embarcação programada tal como acontecia no computador de Kubrik em 2001 - Uma odisséia no espaço(que fez sucesso nas telas do Cine Itaúna) sem condições de escolha do rumo”.

“Agora, porque mandam somos obrigados a assistir Adanaspor x Beypazan Sekespor, ou Istambul x Eskisehirsp no mesmo instante em que rola um Vila Nova x Tupi, e por aí vai..Dá pra entender isso não. Bração procê..”.

Resposta: é, meu poeta e escritor, enfurnado entre as jabuticabeiras de Sabará. Pra nós é melhor assim. Como diria o saudoso Stanislaw Ponte Preta: “lá ia eu, ladeira abaixo, comendo minhas goiabinhas, quando...”. Venha de lá, amigo, chupando suas negras jabuticabas!!!
Que futebol que nada...

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Escolha a melhor forma de se identificar em Comentar como: Depois pitaque à vontade.