quinta-feira, 19 de maio de 2011

GALO DEFINIDO COM NOVIDADES PRA SÁBADO.





Bateu a sineta aqui no meu ouvido esquerdo: sinal de fim de especulação. Dorival Júnior definiu o time do Galo pra estréia, neste sábado, na Arena, contra o Furacão de Curitiba. Guilherme atacará no lugar de Mancini, ao lado do Magnata; Richarlyson será lateral esquerdo na vaga Guilherme Santos; Serginho e Léo Silva, suspensos, serão substituídos por Dudu Cearense e Werley.
Um time bem mais forte do que aquele da decisão.
Depois é que se verá como Dorival vai arrumar pra voltar com aqueles que ficarem fora da estréia diante do Atlético Paranaense, o Furacão.
Conseguiram tirar este velho lobo da toca e o levaram ao lançamento dos novos uniformes do Galo. Flávio Júnior de motorista e Alexandre Kalil de incentivador. Lá fui eu e acabei permanecendo até à meia-noite.
Foi legal, porque revi vários amigos como Dimara Oliveira, Rodrigo Fuscaldi, Fábio Pinel, Chico Maia, dois dos homens fortes da administração Kalil, os brilhantes advogados Gropen e Lásaro, os vereadores Ronaldo Gontijo e Reinaldo – Rei, Rei, Rei, Reinaldo é nosso rei.
A minha querida Nina Abreu, assessora de imprensa da FMF, contando coisas do filho Mateus; o Régis Souto com excelentes teses sobre a vitória do Cruzeiro, ( ele que hoje é homem forte na administração do doutor Lacerda), para azar da Rádio Globo e do Jogada de Classe que perderam excelente comentarista esportivo.
Eduardo Maluf e família, outro grande reencontro. E o pessoal costumeiro que eu me encontro com ele quase diariamente no Jogada de Classe, programa do Orlando Augusto, no qual tenho três participações semanais.
Valeu, também, pelo reencontro com o Urso Bravo, bem laite. Veio à minha mesa e falamos de coisas, e coisas. Não esperem que lhes conte a algo bombástico. Foi mera conversa de amigos. Não lhe perguntei nada diferente. Apenas o cumprimentei pelo discurso entusiástico e otimista, antes do desfile.
E Kalil, elogiado por Nina por haver conseguido tirar o lobo velho da toca, incentivou-me a sair mais, beber mais vinho.
Ou seja, uma conversa que nem daqueles capetinhas que ficam sentados na beira do copo a incentivar o pinguço: “bebe mais, bebe sim, faz mal não”.
Já na saída, tentei convencer o jornalista Mário Ribeiro que não tirei seu nome da minha lista de leitores virtuais em represália às suas críticas sobre os comentários políticos na Trincheira. Chamou-me de ranzinza e só hoje me lembrei que quem pediu pra sair foi ele. Ah, como se trata de rezinga entre dois jornalistas que se respeitam, prometemos esquecer tudo. Até porque eu o amo, pois foi ele quem primeiro descobriu o conteúdo do meu livro Profetas do Acontecido ao afirmar: “ele devia ser adotado nas faculdades de jornalismo”. Mário Ribeiro sabe das coisas!
O último encontro agradável foi com Dorival Júnior, com quem nunca havia trocado nem “um bom-dia, ou boa-noite”. No ato de apresentação, ele – quem sabe por educação – afirmou que já ouvira falar de mim. Imaginei se bem ou mal. Se o informante avisou: “saí dele que é corneta infernal e um crítico dos diabos”.
Para surpresa dele, acredito, o “crítico dos diabos” foi doce.
Elogiei seu trabalho de agrupamento de elenco, de aproveitamento das pratas da casa, a credibilidade de suas ações e, com o direito que me permitem os 55 anos de crônica esportiva vaticinei tempos futuros melhores, ainda, para ele.
No entanto, para não estender mais a conversa, visto que estávamos de saída, deixei de listar as virtudes que vejo no profissional e na ação do profissional. a) educação no trato às pessoas, sem o rompante de uma geração de técnicos que, graças a Deus, está indo embora; b) estratégias simples de jogo, aproveitando a natureza de cada atleta, sem inventar improvisações loucas; c) enérgico sem estardalhaço; d) chorão sem necessidade como qualquer bom treinador que se preze. Chora a arbitragem pra tirar a pressão da derrota do grupo. Boa estratégia psicológica; finalmente e) cumpridor fiel de seus compromissos, sem rompê-los atrás de valores melhores no mercado.
São conceitos novos que os novos treinadores trazem ao contexto.
Dorival torna-se um paradigma de que se não deu pra vencer hoje, a vitória virá, com certeza, em maior intensidade no futuro próximo.
Kalil, sua equipe, Maluf e Dorival, mais sua equipe, fazem parte dessa confraria de vitoriosos.
Espero que Domenico Bhering faça chegar ao treinador esta...esta... - bem, antes que os inimigos falem – esta babação de ovos.

3 comentários:

  1. Violeiro estelar19 de maio de 2011 14:37

    Diz o chico mais que vocÊ é atleticano e que te viu ontem no lançamento da camisa..... agora sim entendo suas falas....

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  2. Todo mundo sabe que o blogueiro é cruzeirense (resposta para o Violeiro).
    Como um vinho faz bem hein rsrs

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  3. Violeiro estelar20 de maio de 2011 15:41

    Eu gostaria que ele fosse cruzeirense, como eu pois sou fan do flavio.. mas sei que ele é preto e branco...

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