segunda-feira, 16 de maio de 2011







Situação danada essa entre Alexandre Kalil e Valdir Barbosa! Torcedores dos diferentes lados podem opinar à vontade a respeito da briga deles. Eu me esbarro num empecilho: sou amigo de ambos. Gosto e respeito os dois.
Só que no episódio nenhum tem razão. Nem presta serviço ao futebol mineiro com este bate-boca.
Ao afirmar que não respondia o lacaio da presidência do Cruzeiro, Kalil abriu portas a possíveis agressões verbais iguais ao seu excelente diretor Eduardo Maluf, que dialoga e fala pelo Atlético em várias oportunidades.
Na forma como respondeu Kalil, por outro lado, Barbosa compromete o trabalho de seus colegas de Imprensa, meio de onde ele saiu, visto que a reação do atleticano na Justiça envolverá todas as partes.
Quem caluniou e quem deu guarida às calúnias.
Nos meus tempos de menino pequeno lá em Caratinga, ao sentir que dois amigos se preparavam para as vias de fato, eu dizia: “não me peçam apoio nem compaixão; porque vocês são dois bobões falando bobagens”. E eu tinha apenas 12 anos. Acredito.
Que Gilberto trata a bola por você e tem excelente intimidade com ela, ninguém discute. Mas que é um chato de galocha, não há, também, como negar. Na decisão de domingo, ao fazer o segundo gol bateu no braço para alguns torcedores e xingou palavrões. Depois, questionado por repórteres sobre seu gesto afirmou que a culpa era da Imprensa que insufla os torcedores contra ele. Para outros repórteres, negou-se a dar entrevista.
Constantemente seu procurador Alexandre Pitta, outra mala, envolvido em brigas com a Receita Federal, planta na mídia informações sobre a saída de Gilberto. Estaria a caminho do Botafogo, apesar de ter contrato com o Cruzeiro até 2014.
Na minha casa, dizem logo: “isto é coisa de velho ranzinza”. Se Gilberto quer ir embora pro Rio, porque não o deixam ir em paz? Tragam Bernardo de volta. Caso consigam, claro!
Meu companheiro Hércules Santos ficou indignado ao ver a vovó, a mamãe e a tia de Cuca subindo degrau por degrau na Arena do Jacaré, e o elevador panorâmico parado. Problema que aflige há tempo a turma que trabalha com material pesado. E o Tonico Anastásia, nosso governador, que não deu, ainda, os 10% de aumento prometido aos inativos do estado, parece que tem outra meta, além do Senado: matar os velhinhos aposentados e os visitantes.

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