quarta-feira, 29 de junho de 2011

JOEL CONSULTA PRANCHETA PRA ESCALAR TREM AZUL

Não parece, mas é. É mesmo Papai Joel - Foto de Jorge Gontijo/EM


O meu maior medo antes do jogo desta quarta-feira às sete e meia da noite, em São Januário, contra o Vasco da Gama é que o supersticioso Joel Santana resolva manter Dudu como talismã, no banco. Pelo balançar da carruagem, é isso mesmo que ele fará. Volta com Thiago Ribeiro à meia-bomba, ao lado de Wallyson.
Será que Joel fará com Dudu o que ele fazia com o garoto Caio no Botafogo?
Agora que perdeu, também, o zagueiro Léo – já está sem Victorino na seleção uruguaia e dispensou Pablo, Joel lança mão de Naldo que se fez duas partidas pelo Cruzeiro foi muito. E não tem ninguém para a reserva. Terá de recorrer aos juniores.
Sem Henrique, afastado por 40 dias, lesionado, Santana terá de recorrer ao seu ex-homem de confiança no Botafogo, reserva do setor: Leandro Guerreiro. Na lateral direita o retorno de Vitor, também, à meia-bomba. Santo Deus! Diego Renan vai para a esquerda. O meio-campo será de Fabrício, Marquinhos Paraná, Montillo e Dudu (ou Everton?); no ataque Thiago Ribeiro e Wallyson.
São meras suposições da Trincheira, porque Joel Santana informou que prefere guardar algumas surpresas para Ricardo Gomes, treinador do Vasco. Roger estará no banco.
Mais problema para Joel Santana: será o último jogo de Dudu. Por enquanto, claro. Convocado por Ney Franco pra Seleção sub-20, Dudu se apresenta na Granja Comary para o período de treinamento até o dia 24 quando Ney corta cinco atletas. Com certeza, Dudu não estará entre eles. O jovem craque deve sua passagem brilhante pelo Coritiba, que motivou sua volta à Toca, ao caratinguense Ney Franco, admirador do futebol de Dudu. O Mundial sub-20 será disputado na Colômbia, no período de 29 de julho a 20 de agosto.
O Cruzeiro tem a seu favor retrospecto recente superior ao Vasco. De 2002 a 2011, as equipes se enfrentaram 17 vezes, com 11 triunfos da Raposa, quatro empates e somente duas derrotas. Além de o time azul não perder para vascaínos há cinco anos. Nesse período são seis vitórias e um empate.

O retrospecto no Brasileiro, também, é favorável aos mineiros. 47 jogos desde 1967, com 17 vitórias, 17 empates e 13 derrotas. A Raposa marcou 67 gols, contra 54 do Vasco. Isso vale como informação, porém o que contará no jogo desta quarta é o desempenho de cada um. E os dois times estão em débito, ainda, com as suas torcidas.

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