sábado, 4 de junho de 2011

SELEÇÃO SAI DE CAMPO VAIADA



SE MANO MENESES desse as mãos ao Cuca e fossem juntos rezar na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, com certeza, espantariam qualquer possível mandinga que os acompanhe. Todavia, incompetência não. A ideia fixa de Mano com três atacantes, como dois leves e fazedores de gols, e outro bom de bola porém preso no meio dos beques adversários, contrapõe-se ao bom-senso do futebol. Na frente, se vocês tem dois atacantes tipo Robinho e Neymar, despreza-se o terceiro, que, fixo, servirá apenas pra fechar o espaço dos outros dois dribladores e leves. Outro caso, se um meio-campista perde a cabeça e começa bater nos adversários até levar cartão amarelo. Troque-o por outro, antes do vermelho que, com certeza, virá. Mano não mostrou tal sensibilidade no caso de Ramirez que tem mostrado uma personalidade no seu time inglês e outra na Seleção. Foi expulso correntamente e só foi embora após xingar o paraguaio Carlos Amarilla, sabidamente um aparício e mal-educado, de filho de uma...que ronca e torce o rabo" . Que nem Felipe Melo, expulso contra a mesma Holanda, na Copa de 2010, quando fomos eliminados pelos tamanqueiros por 2 a 1, num lance, por coincidência, com o mesmo Robben, faltou ao treinador da Seleção a cabeça pensante dos bons entendidos. O empate de 0 a 0 só merecia mesmo aquela vaia que o torcedor goiano deu no nosso time. Neymar (foto) foi um dos menos ruins do escrete, e reclamou da justa vaia que todos levaram.

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