domingo, 24 de julho de 2011

TREM AZUL ATROPELA TIMÃO E JUIZ GAÚCHO



O esquema tático que o Cruzeiro mostrou diante do Corinthians, no Pacaembu, é o que mais me agrada. Especificamente nessa partida, a falta de outro volante de marcação – Leandro Guerreiro – de dois alas com força ofensiva e retorno imediato evitou resultado melhor. Nada a criticar, portanto, se Joel Santana exagerou na dose com três canhotos no meio e Gilberto visivelmente desinteressado e fora do jogo. Até porque, Roger e Everton jogaram o tempo todo pra ele.
Walter Montillo, também, demorou a entrar no ritmo ideal, como falso atacante e servidor de Walyson. Sem abandonar a responsabilidade de anular o volante adversário. Abriu mal do individual e apareceu bem no conjunto.
A substituição de Vitor por Ortigoza foi planejada, e mal executada pelo jogador. Entrou e não fez nada, a não ser correr alopradamente. Atentem pra melhoria do esquema na próxima partida contra o Atlético Goianiense, no Serra Dourada. Pena que Eder saiu machucado e não sei se volta a tempo. Gilberto está fora, suspenso, e talvez dê para Diego Renan.
Possibilidade para Joel Santana escalar Guerreiro, Fabrício e Paraná. Vitor, que teve uma melhora considerável no Pacaembu e Diego Renan; Roger, Montillo e Walyson para o ataque.
Aliás, é deslustrar desnecessariamente a beleza do gol de Walyson ao afirmar que ele foi sem querer. Revejam o lance. Antes de chutar, Waly olhou a posição de Renan e bateu por baixo da bola, sem muita força. Colocada. Pra encobrir o goleiro corintiano. Gol de talento.
O tal gaúcho Vuaden lapidou a tentativa corintiana de furar o bloqueio azul através de faltas inexistentes, cartões exagerados e pênalti não marcado. Sem falar no impedimento anotado, inexistente, em lance que Montillo sairia na frente do goleiro Renan.
A expulsão de Gilberto no meio da fase final, eu culpo o atleta, o treinador, e a divido com o critério duvidoso das arbitragens tupiniquins.
Gilberto estava amarelado e apagado. Devia ter saído. Foi deixado em campo e levou o segundo cartão. Expulsão. Tudo certo! E os corintianos amarelados que não tiveram o mesmo destino?
O maior auxiliar do árbitro Leandro Vuadem foi o zagueiro Leandro Castán, ex-Atlético, dispensado daqui por incompetência técnica. Apitou o jogo! Entrou duro, encarou Gilberto e Montillo, desentendeu-se com o argentino; Ambos levaram seus amarelos.
Minutos depois, Fabrício saía jogando pela lateral direita e foi derrubado por Castán. O apitador Vuadem afinou, pois o corintiano já estava amarelo. O pior: Castán deu um tapa no rosto de Fábio - na realidade, de novo, São Fábio – e o trio de arbitragem fez que não viu nada.

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