quarta-feira, 28 de setembro de 2011

JOVENS DO GALO CRIAM CORRENTE ANTI-QUEDA

Não me conformo, apesar de não ter conhecido a bela Bianca e pouco conhecer de Renan, que certa vez esteve no Jogada de Classe e distribuiu simpatia. Levou “Marias Chuteiras”. Não aceito que Bianca, após dois anos de luta contra o câncer, foi descansar. Meu Deus, como uma menina de 15 anos, bonita, passa dois anos de sua melhor fase na vida numa luta perdida contra essa maldita doença que a indústria dos remédios não deixa que a ciência encontre cura pra ela?
Descansar? Não, descansar é pra nós, os mais velhos. Bianca tinha o direito de viver. Ir às festas das amigas, ao Rock in Rio. Aos shows, namorar, viajar, enfim fazer tudo que uma criança de sua idade deve fazer.
Inclusive conhecer gente com a apresentação singular dos jovens simpáticos: “Oi, sou Bianca, irmã do Renan, o melhor goleiro do Brasil, que joga no Galo e jogará na Seleção”.
O Galo está de luto por Bianca. Renan Ribeiro que voltava a ser Renan Ribeiro, aquele jovem que ousou assumir a camisa titular do Galo e virar ídolo. Venceu a má fase, com certeza, agora se sabe, doente junto à irmã. Sofrendo com ela, na sua luta inglória, lá em Barretos, no interior de São Paulo.
Porém, lendo as manifestações dos jovens da mesma idade de Renan, a gente sabe onde o Galo buscará força pra vencer mais esta dificuldade: em Carlos César, em Didira, os jovens que chegaram em pleno voo a caminho do desastre, em Renan Ribeiro, Werley, Felippe Soutto, Bernard, Renan Oliveira, o goleiro Geovani.
Renascer é bem mais difícil do que nascer. Todavia tem tanto ou mais brilho.
Recém-contratado, a pedido do Cuca, o lateral-direito Carlos César tem a responsabilidade dobrada no clube: suprir a necessidade de jogadores na sua posição, e ajudar, como fazia no Boa Esporte, a equipe permanecer na série que joga. No Boa. Carlos Cesar tinha atingido o objetivo, pois o time vai bem e já luta pelas quatro primeiras colocações que garantem acesso para a Série A do Campeonato Brasileiro. No Galo, sua outra missão é ajudar os companheiros na luta contra o rebaixamento.
Disse ele na coletiva: “A missão é a mesma: sempre ajudar. Lá em Varginha eu estava ajudando, tentando chegar no G-4. Aqui é um momento difícil, mas espero, com muito empenho, juntamente com os jogadores, sair dessa situação. Cheguei e me entrosei fácil. Estou feliz, realizando um sonho”.
Foi dele o passe para o gol de Renan Oliveira, contra o Internacional. Não esconde agora seu desejo de encontrar a torcida do Atlético pela primeira vez. Carlos César afirmou que vem de família atleticana e terá a oportunidade de sentir o apoio da massa no jogo contra o Ceará, no próximo domingo, em Sete Lagoas.
Ao contrário de Carlos César, o meia Didira, considerado o maior ídolo do Asa de Alagoas nos últimos anos, vive a expectativa de estrear contra o Ceará. Sua principal característica é ser bem ofensivo.
No Centro de Treinamento do Coelho são feitas mais contas do que treinamentos. O Portal Uai esclarece que para escapar do rebaixamento, o América precisa de aproveitamento superior ao do Fluminense, em 2009. O tricolor era lanterna do Brasileiro depois de 26 rodadas, mas conseguiu 69,4% dos pontos disputados nos 12 jogos restantes. Permaneceu na Série A: a equipe venceu sete, empatou quatro e sofreu apenas uma derrota.
Faltando as mesmas 12 partidas para o fim da competição, o Coelho está numa situação ainda mais delicada que a do Fluminense. O time de Givanildo Oliveira tem 19 pontos e para alcançar a redenção precisa do aproveitamento de 75% nos jogos que restam, ou seja, de mais nove vitórias.
O retrospecto do América não é nada animador. O Coelho só venceu três partidas: Bahia, Fluminense e Vasco. Além disso, o Coelho ainda não conquistou um triunfo sequer como visitante sendo que seis das 12 últimas rodadas serão fora de casa.
Os próximos adversários são: Palmeiras, Atlético, Ceará, Figueirense, Grêmio, Coritiba, Corinthians, Fluminense, Botafogo, São Paulo, Atlético-PR e Atlético-GO.
Segundo o site de probabilidades no futebol da UFMG, o América tem 96,6% de chances de ser rebaixado.
A administração de ZZ Perrela anda tão infeliz que nas poucas vezes que o Senador aparece na Toca da Raposa 2, ou é pra anunciar a venda de alguma atleta, ou então para falar um momento de bobagens na coletiva. Desta vez, a torcida soube que se Vagner Mancini não era o técnico dos sonhos dela, também não o é do próprio presidente.
ZZ admitiu que Mancini não foi a primeira opção da diretoria. Entre os nomes tentados antes foram os de Vanderlei Luxemburgo e Luiz Felipe Scolari. “Tenho que confessar que eu tentei antes Vanderlei Luxemburgo, tentei Felipão... são treinadores um pouco mais experientes, que nesse momento seriam mais importantes”.
Por aí, vocês imaginam em qual toco está amarrada a égua de cada torcedor.
Vagner Mancini chegou à Toca da Raposa já com as contas prontas e um plano traçado para evitar o rebaixamento do clube à Série B. Nas 12 rodadas restantes, o treinador determinou como meta vencer cinco partidas. Assim, o time celeste chegaria a 44 pontos. Sei lá se essa pontuação é suficiente e se ele, Vagner, combinou com os adversários como conquistá-la. Ninguém irá estender tapete vermelho para o Cruzeiro passar.
Além da pontuação contra a queda, Mancini já estabeleceu o que é necessário para deixar o Cruzeiro em situação um pouco mais confortável na tabela. “A conta é simples, temos de vencer pelo menos cinco dos 12 jogos que faltam para permanecer. E ganhar sete a oito pra situar bem a equipe na tabela ao término da Série A”.
Arre égua! Enfim, um treinador com aquela varinha mágica na mão.
Mancini estreará no próximo domingo, às 18h, diante do Grêmio, em Porto Alegre. e tentará encerrar uma sequência de sete jogos sem vitórias. A série de maus resultados deixou a equipe na 16ª colocação, apenas quatro pontos acima da zona de rebaixamento.
Confusões entre atletas e jogadores. A imprensa britânica estranhou que Carlito Tevez não tenha entrado nem nos minutos finais contra o Bayern de Munique na derrota por 2 a 0 do Manchester City, na segunda rodada da Liga dos Campeões.
Mas a explicação do técnico Roberto Mancini após a partida contou tudo nos detalhes. O argentino começou no banco de reservas para que o seu compatriota Agüero e o bósnio Dzeko jogassem. Porém, se recusou a entrar durante a partida. Afirmou Mancini: “Eu não posso aceitar que um jogador se negue a jogar. Não posso aceitar isso. Ele não quis entrar. É uma situação muito ruim. A situação terá consequências graves para Tevez. No City ele não joga mais”. Será?
No Grêmio, Celso Roth enfrentou um batalhão de repórteres pra falar sobre Mário Fernandes, que se recusou a jogar na Seleção Brasileira. Com aquela costumeira simpatia, Roth rosnou contra o pessoal da Imprensa, como se fosse vítima de um problema que não é dele. Mário Fernandes não apareceu e nem aparecerá nos próximos dias. Nega-se a falar sobre Seleção Brasileira.
Aliás, a mídia gaúcha lembrou que Mário Fernandes é reincidente específico. Certa vez, após subir aos profissionais, ele desapareceu por três dias. Ninguém dava conta do paradeiro do rapaz. Voltou, foi perdoado, levou aquela multa que nunca vem no contra-cheque. Ganhou experiência pra repetir o feito com a Seleção de Mano, técnico dele na época do sumiço.
Boa mesmo veio de São Paulo, do Palmeiras de Felipão, adversário do América, sábado no Canindé. A Mala Gaúcha estabeleceu a lei da mordaça no Palmeiras, após o empate com o Atlético-GO e a briga dele com Kleber. Valdívia., que voltara a treinar com bola, saía da Academiar de Futebol, sorridente e abusando das brincadeiras com os repórteres, foi perguntado o que achava da decisão do Felipão.
“Lei do Silêncio? Quem mandou?” quis saber o craque chileno.
Quando os repórteres responderam, Valdívia exclamou: “Chiii, o Chefão!” Deu um largo sorriso, parou a entrevista e se mandou para o gramado, sem graça.

3 comentários:

  1. gostei depois que eu comentei aqui que o sr seu flavio anselmo so referia ao cruzeiro como AZUIS ,neste post eu nao vi nenhuma vez apalavra AZUIS.ISTO E MUITO NOBRE.

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  2. S� eu n�o posso escrever em paz sem ser patrulhado. Chamam o atl�tico de "alvinegro", o Inteernacional de colorado. Na Europa � comum isso: os encarnados do Benfica; os Reds do MUnited e por a� vai. Eu aqui chamo o Cruzeiro de "os azuis" me criticam. Com o devido perd�o da palavra caro Almir. Nobre � n�o me encher o saco.

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  3. Almir vc deve ser viado..

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