segunda-feira, 3 de outubro de 2011

CRUZEIRO MUDA NA CABEÇA E TORCIDA FAZ BARULHO


Enquanto dentro da sede, numa eleição de araque, 60% do Conselho Deliberativo diziam “amém” ao padrinho Senador e elegia o seu indicado, Gilvan Tavares, como novo presidente, fora os verdadeiros interessados no destino do clube faziam manifestação contra a página mais negra na história vitoriosa do Cruzeiro. Até sob o domínio deste grupo mantido, o time que praticamente conquistou tudo que disputou, exceto a liberdade de pular fora do condomínio associado dos Perrelas.
Como dizem os atuais dirigentes do Coritiba, após voltarem da Segundona: “tivemos que viver bom tempo na Segunda Divisão para aprender que a arrogância só faz mal no futebol”.
Faixas registradas nos vários protestos de torcedores fora da sede:
“Exigimos transparência, honestidade e renovação. Um Cruzeiro menos vendedor e mais vencedor”
Abaixo a política de vendas. Cruzeiro não é trampolim para a Europa”.
Dimas pipoqueiro, você está fora do orçamento do Cruzeiro”.
Ê ê ê, estou com medo do Perrella me vender”, gritavam outros cruzeirenses.
Esta manifestação e os gritos não são ouvidos pelos velhos e novos dirigentes. Não interferiram na eleição. Como justificou Gilvan Tavares: “O torcedor tem direito de reclamar, gritar, pedir explicações, porque o time não vence. Porém, quando as vitórias vierem ainda neste returno e a situação mudar, estarão do nosso lado”.


O pior é que é verdade!

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