quinta-feira, 13 de outubro de 2011

HOMENAGENS AO ELMER GUILHERME

À medida do possível, tentarei registrar os emails decentes que recebi dos milhares de amigos. Mensagens porcas, eu não as publico. Aqui não se trata de respeitar a opinião alheia. Mas respeitar minha amizade por Elmer Guilherme. Já falei várias vezes aqui: amigo meu não tem respeito. Brigo por ele. Leiam as mensagens que recebi:

Gegê Angelino – BH
Parabéns pela carta. Pura, fina, sentida.
À propósito, a federação ainda existe? tem presidente?
acho que é virtual só.

Kleiton Lima Borges – BH
Flávio, estava viajando e agora ao chegar fiquei sabendo da morte do Elmer, nada a falar mais depois deste seu texto que reproduzo no meu blog, twitter e facebook.
parabéns, vc continua sendo o Anselmo que eu amo tanto.

Rogério Bertho - BH
Flávio, quase tão emocionante quanto receber a notícia da morte do nosso Élmer Guilherme, pela minha mãe Eva (d. Nenzinha para os íntimos) - os dois se encontravam, toda semana, na igreja São José, do Calafate -, foi ler essa homenagem que você prestou ao presidente. Ainda repórter iniciante, na rádio Itatiaia, cobri a Federação Mineira, por alguns anos, onde aprendi a admirar o Élmer Guilherme, exatamente por todas as razões que você lembrou na sua homenagem. Infelizmente, alguns pseudo-justiceiros na nossa(?) imprensa, superficiais e levianos, se julgam deuses e dão veredicto sem conhecimento de causa. Eu, que nunca tive qualquer interesse com o ex-presidente da FMF, além da cobertura jornalística, também tinha noção do sofrimento do Élmer. Sei que ele abdicou de se defender como deveria e se recolheu apenas para a família e para a devoção a Deus. Sei que grande parte dos pecados que ele cometeu – ninguém é perfeito – foram pagos aqui, mesmo. Mas, de onde o presidente Élmer Guilherme estiver, ele está nos sorrindo, porque sabe o quanto ele nos era caro.
Flávio, um grande abraço para você, que mostra mais uma vez, que além de grande jornalista e escritor, dá-nos a prova do coração de ouro que carrega dentro de si.

Langlebert Drummond – Governador Valadares
Flávio, eu tomei conhecimento do ocorrido na hora do jogo, do minuto de silencio, para mim chocante. Senti muito também, e me fez passar na cabeça, como se fosse um filme, de todos os nossos contatos. O que mais me deixa triste, foi não poder ter encontrado
com ele, após como você disse, "o exílio voluntário", que o afastou dos amigos tanto dos mais íntimos, como também dos mais novos, onde me enquadro, tenho certeza disso.Que vá com Deus, e que sua família tenha forças, para suportar tamanha perda.
Parabens meu amigo, pela crônica, que será guardada.

Camargo Neto - Uberlândia
Meu caro Flávio Anselmo. Somente agora á noite, 20h47 , li a sua Carta de Despedida a um Grande Cara. Eu e você conversamos pouco, ao que sei, mas é como se tivéssemos conversado muitas e muitas vezes. Exercemos, com muita semelhança, a mesma profissão básica de comentarista esportivo, sempre fomos amigos de amigos comuns -Jota, Calazans, Vilibaldo, Gil Costa, Celso Martinelli, Walter Luis, Lúcio dos Santos, Elmer Guilherme etc - . Esta foi a notícia que, definitivamente, eu não queria.
Tenho ido menos a Belo Horizonte, de pouco tempo para cá, depois que perdi meus pais, mas esperava, sinceramente, numa próxima ida conseguir reencontrar o Elmer. Nos conhecemos desde muito novos e somos torcedores americanos desde a década de cinquenta. Chorei, Flávio. Chorei muito. Deus é quem sabe o que está reservado para cada um de nós. Nos últimos anos, aqui em Uberlândia, digo em programa de televisão, vez por outra, que sou amigo do Elmer e continuo, depois da desgraça dele na FMF, ao contrário de tantos falsos que você frisou. Gostaria que você me informasse apenas do que o Elmer morreu. Emendo o seguinte: - A única vez que fui ao Centro de Treinamentos Lana Drummond, levado pelo Elmer, foi no lançamento da pedra fundamental e o Elmer me apresentou, assim rapidamente, ao José Flávio Lana Drummond, dizendo a ele que sou Drummond também, de Ferros. Flávio, receba o abraço fraterno, apropriado aos amigos comuns, que somos, do agora saudoso Elmer Guilherme Ferreira.

Almir Roberto - BH
Meu Guru, eu também fiquei sem rumo ao saber da noticia da morte de Elmer. Fui ao velório para levar meu abraço aos familiares. Estas coisas fazem a gente pensar em como estamos distantes dos nossos amigos e que num estalo não poderemos mais nos encontrar ou simplesmente trocar um e-mail, "Num sôme não meu ídolo ". Te amo.
PS. você continua escrevendo com uma emoção que contagia a todos nós.

Carlos Cabrito Brito - Bahia
Querido Flávio, os bons morrem jovens, como diz o poeta?
"Umanos" choram, os homens sentem, profundamente. Uma grande perda, se comparada aos que ficam no poder do futebol, este jogo de azar.
Fraterno abraço.

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