quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

K ALIL EXIGE DO MP INVESTIGAÇÃO SOBRE DENÚNCIAS DE ENTREGA-I

Estive com o presidente Alexandre Kalil dentro do limite de tempo que o protocolo da ocasião pedia. Não costumo confundir as situações. Estava ali na Igreja de São Sebastião, no Barro Preto, em atendimento ao convite que só se manda aos amigos, para o culto ecumênico da formatura do jovem Felipe Naves Kalil, na turma de medicina da Faculdade de Ciências Médicas. Não era ocasião própria pra se falar de futebol. Eu não estava ali como comentarista ou entrevistador, ou repórter atrás de fatos novos de um assunto requentado pela oposição às vésperas de eleição. Fui cumprimentar o amigo pelo sucesso de seu filho de 21 anos. Em cinco minutos tomava rumo do estacionamento onde se encontrava meu fusquinha 66.
No carro, calcei as galochas, botei o guarda-chuva aberto entre mim e a janela do motorista, pra me esconder da chuva miúda, que molha bobo e inunda meu pobre veículo por dentro. Ah, passei um dos guardanapos de papel que trago no porta-luvas para essas ocasiões. Desembaciei meu parabrisa e segui caminho de casa.
Na cabeça, o aviso de Kalil: “Eu vou lá”. Na dúvida, perguntei: “Lá aonde?” Kalil esclareceu: “No programa Jogada de Classe”.
Aí sim, vou querer esclarecer minhas dúvidas e passar a limpo as denúncias feitas.
Já escrevi aqui diversas vezes que não faço jornalismo investigativo. Problema do Ministério Público e das Polícias. Assim, não gosto de denúncias vazias, sem provas, “aquelas do dizem por aí que o fulano rouba...” Não me meto nessas e por isso nunca tive problemas com a Justiça. Ao contrário, alguém falou mal de mim e do meu filho, no extinto Diário da Tarde, aquele lixo dos Diários Associados, e cobramos na Justiça. Ganhamos a indenização. E o Carlos Cruz, atual presidente da AMCE, à época editor de esportes do jornal escreveu no dia seguinte, em sua coluna, um texto condenando nossa atitude. Pensei em outra ação, contra ele e o jornal. Aí Zenóbio, diretor geral, meu ex-colega de TV Itacolomi e Rádio Guarani, ligou pedindo desculpas. Aceitei.
O caminho mais correto de Alexandre Kalil é esse mesmo. Convocar o Ministério Público e a Polícia Federal e exigir uma investigação profunda. Depois, cadeia pra quem aceitou suborno. Se nada ficar provado, ação criminal contra quem andou pelas redes sociais caluniando atletas e dirigentes por absurdas e inconseqüentes paixões clubísticas.
Em primeiro lugar peça às autoridades pra convocar os nomes da oposição que têm jogado baixo e com acusações também sem base. O fato de tratar-se de eleições presidenciais de um clube de futebol não lhes dá imunidade pra distribuir panfletas, releases nos facebooks, tuiteres, e outros bichos, agredindo a honra de pessoas conhecidas. O assunto é amplo, continuo amanhã analisando cada resposta do presidente e as denúncias.

2 comentários:

  1. é voce realmente é atleticano.. nao teve mutreta no jogo, cruzeiro é superior ao atletico e ponto.

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  2. Flávio, beleza?

    Concordo com tudo o que você disse e que o ministério público possa passar a limpo todo o acontecido.

    Continuo não achando que o Alexandre Kalil tenha alguma relação direta com qualquer tipo de suborno, mas também não coloco minhas mãos no fogo por ninguém quando se trata de futebol.

    Depois de tudo o que li e acompanhei após a partida, calúnias não faltam ao presidente do Atlético. Foi envolvido até o nome do Diego Tardelli no meio dessa baderna toda, o mesmo não tem nada a ver com a história.

    Kalil presta um serviço público abrindo as portas do Atlético para qualquer investigação.

    É esperar para ver.

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