segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

PONTO FINAL NA TRISTE HISTÓRIA

E COM A MENSAGEM do meu primo Iraq Rodrigues, atleticano, boto um ponto final nesta história de o Atlético vender ou entregar o jogo contra o Cruzeiro. Encheu o saco!
“Achei que esse assunto já tivesse sido enterrado com trinta pás de cal. Mas, vejo, o assunto continua rendendo. Eu, atleticano que sou - e você bem sabe - não admito dizerem o que o Atlético vendeu a derrota. Acredito que os jogadores - e nisso são culpados - estavam mais preocupados em não entrar em férias com uma perna ou um pé machucado, estar em boas condições físicas para encarar as festas de Natal e Ano Novo. Réveillon no Brasil é samba no pé. Mas que foi uma falta de vergonha na cara, lá isso foi. O alívio e a euforia da goleada sobre o Bota e a manutenção da equipe na Série A, contribuíram para isso. E muito. Mas não precisavam dar tanto mole. Uma coisa é certa: se o time precisasse da vitória para não cair, ganharia. Fica a vergonha, o péssimo exemplo de profissionalismo. Percebi que jogadores menso experimentados, como o Bernard, por exemplo ficaram meio sem entender o que estava acontecendo. Fez-me lembrar a virada do Santos sobre aquele campeão Italiano (Milan ?), onde o técnico, ante a inexorável virada, se perguntava :"Che sucede ? Che sucede ? " ...e Pelé e companhia deitavam e rolavam...e os italianos, aturdidos, não entendiam nada...assim foi. Só que ao Atlético faltou um mínimo de vontade e vergonha para oferecer alguma resistência. Nenhuma torcida merece isso. Claro que não vou deixar de ser atleticano pelo episódio. Vou carregar para o túmulo essa vergonha da derrota, mas nunca de ser alvinegro em qualquer lugar e em qualquer situação. Esses que hoje aí estão, dirigentes e jogadores, são os únicos culpados. Mas eles não são o Atlético. Esse é um SER único, imortal, motivo de amor maior de  uma grande nação, o orgulho de ser ostentada em cada peito atleticano, com aquelas três letras imortais, CAM, com milhares de significados, lindos, bajuladores, pejorativos e tudo o mais, como o são sempre os que destacam, os que vivem no topo, os que são motivos de briga, de amor, de paixão, de ódio, de reconciliação, de viver ou morrer a cada partida disputada, de ressuscitar a cada jogo encerrado...De grita GALÔÔÔ a cada fogo de artifício estourado.
E dá-lhe Galo, carajo. Feliz Natal”.


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