quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

PAULISTAS DESTACAM DISPUTA PESSOAL ENTRE MESSI E NEYMAR NA FESTA DOS 20 ANOS E DOS 100 GOLS DA JÓIA SANTISTA.

Considerar no momento uma comparação entre Neymar e Lionel Messi

é tão absurdo quanto às comparações entre Pelé e Maradona. E a do Rei com o próprio garoto de ouro do Barcelona.
Entre Messi e Neymar inventam-se aleatórias vitórias pessoais do santista.
Já, já, farão disputas entre os preferidos das meninas, dos penteados, dos requebros e outras besteiras pra manter Neymar na crista da onda fora das conquistas futebolísticas.
Pelé respondeu com aquela arrogância costumeira como trata o seu alter ego às comparações com Messi:
“Quando Lionel conquistar três copas e marcar l.283 gols pode vir falar comigo”.
Vale, também, pro já aposentado Diego Maradona, que ganhou apenas uma Copa Mundial.
Porém é inegável que exista uma distância quilométrica atualmente entre Neymar, com 20 anos, e Lionel Messi, eleito três vezes seguidas o melhor jogador do mundo pela Fifa.
Até porque lhe faltam concorrentes à altura no futebol europeu e atletas fora do eixo não concorrem, inexplicavelmente.
Neymar supera Messi numa estatística tupiniquim num degrau de sua trajetória. Chega aos 20 anos com 100 gols marcados. O craque catalão fez o mesmo número de gols, mas com 22 anos.
Ronaldo Fenômeno tinha 19 anos quando marcou seu centésimo gol. Até neste aspecto, Pelé é imbatível: tinha tão somente 17 anos e nove meses.
Aí tentam puxar a sardinha pro prato do Menino Santista. Pelé estreou no profissional com 15 anos e Neymar tinha 17, o que valoriza mais a genialidade do maior craque do futebol em todos os tempos.
Com 16 anos ganhava o primeiro título mundial na Suécia..
Outras comparações: como Neymar, o craque do Barça também fez a esmagadora maioria dos primeiros 100 gols pelo seu clube, o Barcelona. Foram 84 pelo time catalão, oito pela Seleção Argentina principal e mais oito pela de base.
Outro diferencial entre Neymar e Messi: a beleza dos gols. O craque santista ganhou na segunda indicação o Prêmio Puskas, de gol mais bonito da temporada, concorrendo com o próprio Messi.

EM DEFESA DE RENAN RIBEIRO.

Saí em defesa de Renan Ribeiro e condenei como preconceituosa a perseguição de parte da torcida alvinegra contra Richarlyson. Alguns leitores não concordaram comigo. Como se trata de uma Trincheira absolutamente democrática, reproduzo algumas das opiniões divergentes:

RONALDO – PEDRO LEOPOLDO - “Flavio respeito e muito a sua opinião, concordo plenamente quanto ao Richarlyson, mas discordo em parte na questão do Renan Ribeiro”.
“Ele tem falhado e muito e domingo falhou de novo. Presta atenção no seu semblante: ele está nervoso. Não transmite segurança para a torcida e muito menos para os seus companheiros. Acredito que ainda pode tornar um grande goleiro mas hoje ainda não é e se insistirem em continuar o escalando vão acabar queimando-o com já fizeram com outros.”
“Concordo que no Brasil não tem goleiro disponível para ser contratado, mas a solução é encostar RR, pondo o reserva em seu lugar por um tempo até ele adquirir novamente a sua forma e confiança”.

Resposta: Gostei de sua opinião e do detalhe:”presta atenção no seu semblante”. Vc realmente acompanha futebol.

WENDERSON ROSA BATISTA – SETE LAGOAS - “Caro mestre Flávio, como sempre dando um show de informação, sabedoria e experiência no trato com as coisas futebolísticas. Mas queira, data maxima venia, encontrar minha discordância quanto ao que o nobre jornalista escreveu sobre os senhores Richarlysson Felisbino e sobre o guarda-metas Renan Ribeiro”.
“Não é homofobia, perseguição, má vontade ou coisas tais com estes dois profissionais, mas sim uma constatação de que ambos não são jogadores que se espere deles melhoras ou que tomem para si a responsabilidade de trazerem um jogo nas costas”.
“Pelo contrário, sempre que precisamos deles, "entregam a rapadura", ou seja, precisamos de um goleiro e de um lateral esquerdo que passe confiança, pois a continuar com os dois no time, só aumentará as cobranças e via de consequência, a pressão sobre o time como um todo. Abraços e esta foi uma das poucas vezes em que tive motivos para discordar de você, mestre Flávio!”

Resposta: Grato pelo carinho, amigo. Discorda faz parte do jogo democrático.

JOÃO BATISTA – BH “Flávio, muito bons temas de sua coluna. Parabéns!
Quanto ao preconceito contra o Rick, como vc denomina, é sério, pois o brasileiro é preconceituoso com relação a negro, homossexuais, religiosos, enfim...Isso tudo ainda é coisa de sub-cultura, infelizmente. Quanto ao Rick, joga bem e sua a camisa, enquanto outros as vezes apenas caminham e sugam o sangue dos colegas em campo”.
“Quanto ao Cruzeiro, é fato que sempre fez e fazem trabalho de base bom, disputa com méritos boas copinhas, mas perdem em não valorizar os jogadores que ali se destacam. Já tivemos inúmeros exemplos. Queima do Dudu, Bernardo, Anderson, enfim. Atualmente tem o Helber, Diego, Bruninho, Thiaguinho... e outras levas”.
“Enquanto isso temos que ver um time ridículo, sem motivação em campo, correndo pouco e o pior parece que juntou ali na hora para entrar em campo e jogar de forma ridícula, como o fizeram no domingo passado. Não tem tática alguma, o meio de campo sem armar uma jogada sequer, sempre alguma coisa saindo de uma bola parada ou um lampejo do Montillo. parece que o técnico Mancini está deixando o time afundar já de cara no Mineiro”.
“Será que é apenas reflexo da briga do atraso de salários, ou a maioria desses medianos jogadores que compõem o time celeste, estão querendo afundar o time de vez, já que não conseguiram no final do Brasileirão? Acorda Cruzeiro, ou o barco afunda já no começo da temporada!”
“Mancini é fraco, mas Luxa jamais de novo. Já é ex-técnico há muito tempo”.
Resposta: João Batista é inteligente e esperto. O tema da discussão era Rick e Renan Ribeiro. Ele entrou com Rick e passou a desabafar contra o time do coração, o Cruzeiro. Falou JB!
RECADO DE GALVÃO BUENO
Galvão Bueno escreveu no blog Globoesporte.com:
“...no momento em que o povo baiano passa por terrível violência... o futebol dá a eles um BA - Vi que vai colocar frente à frente Falcão e Toninho Cerezo, dois gênios da história do futebol brasileiro, que juntos encantaram o mundo na inesquecível seleção de 82. O Bahia de Falcão contra o Vitória de Cerezo”.
“E meu amigo Falcão me pede para mandar aqui um recado para o amigo Cerezo. Pede que ele não se esqueça de que foi ele, Falcão, quem levou Cerezo para o Roma e que, depois, já na Globo, recusou um convite de Zico para ser técnico do Kashima... e indicou... o parceiro Cerezo, que fez muito sucesso por lá”.

Resposta: amigos, amigos. Negócios à parte. E como coloquei no meu twitter: no meio dos dois, meu amigo Edu Lima, mineiro com alma baiana, agora comentarista esportivo na cidade de São Salvador, ou Bahia como queria Jorge Amado.

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