terça-feira, 6 de março de 2012

CRUZEIRO APOIA AMERICA POR JUIZ DE FORA NOS CLASSICOS

                                     Presidente do Cruzeiro, Gilvan Tavares, tambem quer juiz de fora nos clássicos
                          
A EXPULSÃO DE LEANDRO FERREIRA no clássico ainda rende. O membro do conselho administrativo do América, simpático Francisco Santiago, esbravejou como bom promotor público numa peça acusatória e defenestrou o soprador de apito Igor Júnio Benevenuto da vida do seu time.
Ganhou forte aliado no início da semana. O presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, criticou a atuação e a intolerância do jovem árbitro no lance entre Leandro Ferreira e Richarlysson. Revelou, também, que gostaria de ver árbitros de fora no apito dos clássicos do Campeonato Mineiro.
Alexandre Kalil, na dele, não fez qualquer comentário e elogiou, com certa reserva, a atuação de Igor.
E cá estava este filho do Sodico matutando sobre o episódio, roendo uns beijus molhados na sacada do barraco no alto do Santo Antão, quando o presepeiro entregador de revista gritou lá de baixo: “Pede juiz de fora, doutor Flávio!”
Peço nada, não recomendo nada, eles que se entendam. Não assinaram, por “mal lhes pregunte”, uma ata na reunião do Divisional estabelecendo que não trariam juiz de fora? Assinaram. Eles assinaram e terão de cumprir.
LEIAMOS O QUE afirmou José Eugênio, gente boa, presidente da Comissão de Arbitragem da FMF, sobre a atuação de Igor Benevenuto: “O único senão, se é que posso dizer assim, no jogo foi a expulsão do atleta do América, número cinco. Na minha opinião, seria o cartão amarelo. Mas o Igor, no campo, a interpretação foi dele. No calor do jogo, interpretou que seria vermelho”.
O presidente da comissão de arbitragem, todavia, entende que “Ele foi rigoroso aplicando o cartão vermelho, mas entendo a situação dele, que, dentro do campo, a interpretação foi para cartão vermelho. O árbitro tem fração de segundos para decidir.”
Benevenuto não será afastado, mas passará por uma reciclagem com José Eugênio sobre o assunto. “Esta semana vamos fazer com ele um trabalho de interpretação. Estamos trabalhando em cima dessas situações de falta para cartão amarelo e cartão vermelho.”
E o soprador Ricardo Marques Ribeiro, que marcou pênalti inexistente contra o América-TO, anulou um gol legítimo de Montillo, e deixou de apitar outro pênalti sobre Anselmo Ramon será afastado ou passará por reciclagem sobre o tema: “Como aprender a apitar uma partida de futebol”?
ENQUANTO EU NÃO SOUBER QUE O GOVERNO BRASILEIRO PERDOOU JERÔME VALCKE vejo o episódio como desserviço ao maior evento mundial do futebol. O cartola da Fifa afirmou mesmo que gostaria dar um chute na bunda da gente. Na minha não.
Como aprendi a falar inglês e francês em São Domingos do Ubaporanga, traduzi ao pé da letra as duas falas do senhor Valcke. Na primeira, numa coletiva na Inglaterra, disse: “se donner un coup de pied aux fesses" que, eu traduzi por “vamos dar para eles (brasileiros) um copo de fezes”.
Depois ele falou que traduziram mal do inglês para o francês. O que ele quis afirmar que era que pretendia dar um chutinho à toa no traseiro do Ministro do Esportes, Aldo Rabelo. Este devolveu na hora: “Bundinha que mamãe beijou, vagabundo nenhum bota a mão ou o pé”.
Pura diplomacia, bem ao gosto da ex-guerrilheira Dilma que não leva desaforo pra casa.
E a Copa do Mundo? Se Aldo Rabelo aceitar a desculpa, em bom português, estará mantida. Caso contrário, a Fifa transferirá a disputa pra outro país sul-americano. Possivelmente a Bolívia.
O diabo é que esses caras não se entendem entre eles e nem entre seus pares. Não é que a Assessoria do Ministro mandou o ofício xingando Jerome Valcke, com endereço de Lausanne, onde está a sede do Comitê Olímpico Internacional, COI, que não tem qualquer ligação com a Fifa. Esta está situada em Zurich. Pode?





Um comentário:

  1. Será que o Brasil vai aceitar as desculpas deste homem da Fifa? A Copa já é uma desgraceira para nós e ainda por cima vamos levar chutes na bunda de cartola da Fifa.

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