domingo, 3 de junho de 2012

CUCA ESCALA TIME OFENSIVO PRA ATACAR MAIS O BAHIA


E então, Rick? Está com a bola cheia perante o chefe, hein? Apesar de Serginho e Felipe Soutto terem participado do jogo-treino com o Guarani e de Leandro Donizete ser liberado pelos médicos, seu lugar no time titular ficou garantido. Cuca confirmou Junior César na lateral esquerda contra o Bahia, nesta quarta-feira, e manteve Richarlyson ao lado de Pierre, como volante. Tá bom ou tá ruim, Rick?

Uma passada rápida de olhos no time que Cuca tem escalado nos treinos durante os 10 dias de folga parece uma coisa que não é. Os dois zagueiros altos Réver e Daniel Marques, dois volantes de pegada e voluntariosos como Richarlyson e Pierre, mais assistência do argentino Escudero, pode parecer pouca gente no esquema de marcação.

Mas não é. Isso porque a escalação de Marcos Rocha na lateral direita; Junior César na esquerda; Danilinho e Bernard nas meias e Jô de centroavante, torna o Atlético mais agressivo e com forte poder de marcação na saída de bola do campo adversário. Permita-me lembrar, no entanto, que é uma especulação deste pitaqueiro de Caratinga

Otrodia, vindo pro barracão no alto do Santo Antônio, eu liguei o velho rádio do carro na Itatiaia como sempre faço quando estou no volante. Ri muito da entrevista de Bernard no programa Bastidores. Absolutamente informal. Bernard entregou-se à espontaneidade do deputado João Vitor Xavier, exímio entrevistador. Confesso que só posso registrar esta participação porque no carro não tinha como gravar ou anotar os dados da entrevistas. Daria oportunidade de excelente comentário aqui na Trincheira.

Pequeno, l,64, mas ágil e driblador, Bernard mostra, também, a coragem de um gato do mato ao enfrentar qualquer predador maior. Ou seja, é pequeno, mas não é metade. O becão ou brucutu que o marca pode ser grande, mas não é inteiro. Confessou que por ser jovem os defensores o ameaçam; e ele não treme e nem se esconde. Pura verdade.

Salientou que isso aconteceu no jogo contra o Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro. Mas Bernard mostra que não vai abaixar a cabeça para os jogadores provocadores e mostra personalidade: “alguns falaram que em chegar mais forte, só pra intimidar. Dei pra eles um sorriso cínico, como dizendo: podem vir. Se eu deixar a coisa acontecer uma, duas, três vezes, vira rotina. Vão querer intimidar de qualquer maneira. Eu respeito sempre eles. Quero respeitar e ser respeitado”.

FOFOCAS COMEM ROLAM Á VONTADE NA TOCA II

Aquilo nem parece centro de treinamento de futebol. Parece mesmo um salão de manicure e de beleza. As fofocas comem soltas. Informações são plantadas pelos assessores de imprensa que tomaram de assalto a Toca da Raposa.

À medida do possível, o técnico Celso Roth desmente as especulações sobre escalações, dispensas e contratações.

A bola da vez é o colombiano Diego Árias para o qual, eu mesmo pedi aqui na Trincheira, chance real, sem preconceito porque foi indicado ao presidente. Este na euforia do cargo assumido recentemente afirmou que ia contratar um volante de Seleção. Não avisou de qual. Veio Árias, da Seleção Colombiana.
Árias foi desrespeitado desde quando chegou ao clube. Mas nunca reclamou de nada, nem exigiu de qualquer treinador uma chance à sua altura. Pelo menos pra confirmar ou desmentir o que falou sobre ele.

Entrou em campo apenas uma vez num amistoso contra o América. Ninguém, nem os repórteres setoristas, nem os treinadores, nem os analistas que só vieram conhecê-lo agora, podem traçar o verdadeiro perfil técnico do atleta.

Vagner Mancini tinha verdadeira ojeriza dele. Por que não se sabe? Estava designado pra viajar com o time B pra Europa e Roth pediu que ele ficasse pra fazer melhor avaliação.

Leiam a análise feita pelo técnico Celso Roth sobre Árias: “Ele tem boa qualidade técnica, é rápido, um bom jogador. Ainda não teve oportunidade de jogar, mas é uma opção. Na lateral direita, ele tem se saído bem. É um jogador que tem muita atenção, vontade. Arias está ganhando espaço e, daqui a pouquinho, pode ter até oportunidade”.

Na busca da primeira vitória no Brasileiro, os azuis poderão, também, caso a consigam diante do líder Botafogo, no Engenhão, quebrar a escrita de mais terem vencido o time carioca naquele palco.

Em sete jogos disputados, o Cruzeiro teve cinco derrotas e dois empates. São três tropeços para o Botafogo, um para o Flamengo e um para o Fluminense, além de dois empates com o time alvinegro. E marcou apenas seis gols nessas partidas. Coisa assustadora!




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