quinta-feira, 19 de julho de 2012

GALO DOIDO USA CONJUNTO PRA SEGURAR LIDERANÇA




Na vitória sobre o Internacional (3 a 1, gols de Guilherme, Léo Silva e Escudero, e Fred para os gaúchos) reforçou-me a ideia de que a força do Galo está mesmo na entrega geral e no coletivo. Isso apesar de os destaques individuais como Guilherme no lance do seu gol; de Léo Silva (foto) no seu espírito de zagueiro artilheiro, desta vez com talento de atacante, de Marcos Rocha, Bernard e RG-49, no cadência necessária o entusiasmo dos meninos.

E não adianta analistas esportivos do Eixo dizerem nas entrelinhas, como fez outro dia como Renato Prado, do Sportv ao contestar seu companheiro André Rizek, que o Atlético seria o cavalo paraguaio do ano. Não disse isso especificamente, mas deixou entender.
Direis: o Inter teve D’Alessandro expulso aos 32m do primeiro tempo!m O Galo já vencia, no entanto, por l a 0 e nada se pode afirmar em consolo dos colorados, além de puxar as orelhas do craque argentino por prejudicar seu time.
A verdade é que o Galo, no momento, segura a liderança com capacidade e é o melhor time do campeonato, sem dúvida.
O time está coeso e com várias soluções individuais escaladas e no banco.
Querem exemplo: Cuca fez exatamente o que previ: não tirou Léo Silva pra voltar com Rever. Repôs a antiga torres gêmeas, o mais correto.
Daniel Marques chegou depois e entrou em razão das contusões que os titulares sofreram e se afastaram por bom tempo. No entanto serve pra exemplificar a qualidade do elenco atleticano.
Tomem por base os gols atleticanos. No primeiro, o drible de Guilherme, numa bola arrumada por RG-49, passando da perna direita pra esquerda. Chute forte, colocado, bola na trave, nas costas do goleiro Muriel e entrou.
Sorte? Claro time pra ser campeão precisa, também, de boa dose de sorte.
No segundo, a luta de Marcos Rocha contra quatro colorados; ganhou deles e a bola sobrou pra Léo Silva, de costas pra meta adversária, na entrada da área. Dominou a bola e numa virada sensacional fez o gol. Não é coisa de zagueiro, é de atacante bom de bola. Outro aviso de que os deuses do futebol jogam com o Atlético.
No terceiro, contra-ataque em alta velocidade, a bola é lançada pra esquerda. Aposto que procurava RG-49. Com disfarçado gingado deixou que ela passasse pro canhoto Escudeiro. O chute cruzado sem defesa pra Muriel.
Nada disso é desse mundo, meu Bom! O Galo está iluminado.
Ao contrário do que se viu no Independência, Cruzeiro e Lusa fizeram uma partida burocrática. Os azuis venceram (2 a 0, gols de WP-9, de pênalti, e Diego Renan, no finalzinho, ambos no segundo tempo). O futebol de resultado do Cruzeiro funcionou no Canindé.
Nessa altura, Roth já havia mexido três vezes no time, duas vezes por cansaço ( Marcelo Oliveira no lugar de Ceará; o menino Lucas Silva no de Tinga) e outra por problema físico ( Mateus no de Léo). Tais mexidas impediram que o técnico fizesse alguma outra por questões táticas.
De qualquer forma, quando tirou Ceará cansado, trouxe Diego Renan( foto) para o lado direito, e entrou com Marcelo Oliveira pela esquerda. Melhorou bem as jogadas de fundo que não existiam e isolavam a dupla de área, Borges e Wellington Paulista.
O menino Lucas Silva entrou bem e era jogo, também, pra Elber por causa da atuação vigiada de Montillo, totalmente desaparecido na partida.
O pênalti em Borges existiu, aos 32 do segundo tempo e o zagueiro Rogério foi expulso; facilitou um pouco. Boa cobrança de WP-9 que se especializa em correr numa direção, mudar o rumo e chutar no canto de sempre. O direito. Terá que mudar um dia, porque os goleiros têm manjado seu estilo.
No segundo gol, Diego Renan tinha a opção de WP-9 ao seu lado e apenas um beque pela frente. Preferiu arriscar e marcou seu gol, coisa que não faz há muito tempo.
A vitória colocou o Cruzeiro em sexto lugar, quebrou a sequência de três derrotas seguidas, valeu por ser fora de casa, porém o time precisa de diversos acertos. No meio-campo, na marcação e, principalmente, no ataque. Dois centroavantes não funcionam.

Nos demais resultados da quarta-feira, destaque pra outra vitória do Grêmio (3 a 1 no Sport, em Porto Alegre) que o colocou no G-4. A pelada entre Santos 0 x Botafogo 0 na Vila Belmiro, das mais fracas da competição; a vitória do Vasco por 1 a 0, no Morumbi, sobre o São Paulo, segundo jogo do meu conterrâneo Ney Franco.
O recreio dos bandeirantes voltou a funcionar no Rio de Janeiro, desta vez no Engenhão. Passeio do Corinthians sobre o fragilizado Flamengo de tantas glórias. O rubro-negro vinha bem na partida até que algumas figuras carimbadas resolveram entregar o ouro.
No primeiro gol, o argentino Bottinelli foi driblar Douglas perto da área flamenguista e deu-se mal. O corintiano tomou a bola, caminho e com classe colocou-a nas redes.
No segundo gol, Renato desarmou um atacante corintiano e caminhou para o lado de seu goleiro. A impressão é que lhe atrasaria a bola. Que nada! Inventou um calcanhar louco e a bola caiu no pé bom de Douglas, o esquerdo. De fora da área, mandou ver.
O gol de Danilo, o último, já foi no período de entrega geral do Flamengo. E quase saiu o quarto, num pênalti, que Emerson bateu mal e Paulo Vitor pegou.
Mano Meneses já tem a Seleção Brasileira escalada para o amistoso contra a Grã-Bretanha, nesta sexta à tarde, em Middlesbrough. O treinador comandou um treino tático com 11 titulares. Mas a grande atração ficou por conta da ida do atacante Neymar para o gol (foto). A Jóia santista deu-se mal na brincadeira com os demais goleiros, numa série de cobranças de pênaltis. 

3 comentários:

  1. CARO ANSELMO,
    VAMOS DEVAGAR. DEPOIS DE 2X1 TOMOU PRESSÃO DO TIME C DO INTER, COM 4 MENINOS COM 18 ANOS. MENOS, MENOS...

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  2. Meu caro, tomou pressão porém venceu. Não falei nada de extraodinario além de ressaltar que o time C como diz vc exigiu que o Galo se desdobrasse em garra e entusiasmo. Grato pela párticipação.

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  3. Galo Doido, galo doido, vamos continuar sempre em frente que em 2013 a libertadores é nossa!!

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