quarta-feira, 29 de agosto de 2012

CONSÓRCIO RESPONSÁVEL PELO MINEIRÃO SE DESFAZ



                                         Arte do Governo de Minas

O tal consórcio Minas Arena que respondia pela reforma e administração do Mineirão rompeu seu contrato com a empresa Lusoarenas, sublocada pra auxiliar na gestão do estádio, em parceria com a norte-americana Global Spectrum. Entenderam onde o bom e velho Estádio Minas Gerais estava enfiado? Neste imbróglio entra, ainda, a Secretaria de Estado Extraordinária da Copa do Mundo pra fazer o que não sei o quê. Creio que pra controlar a boca larga de empresas multinacionais metidas no negócio. Diz a nota da Secopa, ao anunciar o desfecho, que “a decisão tomada não traz nenhum tipo de alteração no cronograma e planejamento de operações do Estádio”.

Não é o que pensa o pessoal do Cruzeiro ao acompanhar nas redes sociais as repercussões da decisão do Consórcio, visto que o presidente Gilvan Tavares já teria negociado acordo com a empresa responsável e comemorado o fato de retornar ao Mineirão. Se assinou ou não contrato, isso motivo de comemoração do outro lado da Lagoa? A resposta virá não com a palavra do secretário, mas sim do governador Anast-azia. É o que se espera

A Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo divulgou imagens aéreas das obras de modernização do Mineirão, que já atingiram 78% de sua execução. Agora se entrou na fase final de colocação do piso do estacionamento coberto, bem como das construções da arquibancada inferior, dos camarotes, banheiros, vestiários e da esplanada. Será que isso representa, realmente, apenas 22% das obras inacabadas? A novidade é o avanço na instalação das treliças metálicas da nova cobertura.

Segundo o secretário interino, Fuad Noman, “o novo estádio começa a compor a paisagem da região da Pampulha. Seu uso será ampliado pelos visitantes tão saudosos dos espetáculos históricos do futebol mineiro”. Bem poética a participação do secretário no release da Secopa. Segundo o material distribuído, atualmente, 2.900 operários trabalham no canteiro de obras, que serão encerradas – pelo menos em previsão – no dia 21 de dezembro deste ano.

Outra obra que avança é a
via de integração com o Mineirinho através da montagem das peças pré-moldadas. Para conhecimento geral, o material informa que o campo foi rebaixado 3,4 metros e passa por fase de nivelamento pra preparação da drenagem. O gramado será plantado em setembro, e no mesmo mês serão entregues as peças pré-moldadas da via de integração.

Tomara que tudo ocorra dentro das expectativas e que o Mineirão não seja entregue apressadamente e cheio de problemas de infra-estrutura como ocorre no Independência. Minha preocupação são as eleições municipais deste ano. De repente, como aconteceu na época de Aécio Neves e Toninho Anast-azia, houve correria geral com as obras de demolição como jogo de cena e deixou-se o futebol mineiro dependurado na brocha, sem estádio adequado. Aí o professor Anast-azia tentou limpar a barra e apressou a reforma do estádio do Horto, até chamado indevidamente de arena, entregue moído, descadeirado, torto, e com 6 mil pontos cegos. Affe, Maria!

César Rodrigues – BH – manda mensagem interessante: “Entendo a frustração do mandatário alvinegro. Quando o Cruzeiro, por muito tempo, teve um elenco superior ao do Atlético, as vitórias azuis foram certeiras, incluindo goleadas históricas. Nesse clássico estava certo para todos atleticanos que  a vitória era viria e se possível de goleada,uma vez que todos concordamos que o Atlético hoje é um time que briga pelo titulo. Já o Cruzeiro anda uma bagunça, uma indefinição.Na minha opinião o time do Atlético não foi nem sombra do tem apresentado no campeonato...Por que?”

Resposta: Ah se eu soubesse caro César. No máximo repito o lugar-comum: “clássico é clássico”.

Juiz de Fora – da Assessoria de Imprensa - O Tupi ainda luta para fugir do rebaixamento, mas seus números recentes na Série C do Campeonato Brasileiro autorizam a previsão de que o time está no caminho certo de uma melhor sorte no torneio. Desde que o técnico Felipe Surian assumiu, em julho, foram cinco jogos, duas vitórias (contra Brasiliense-DF, 2 a 0, e Chapecoense, 1 a 0), dois empates (ambos em 0 a 0, contra Vila Nova-GO e Santo André-SP) e apenas uma derrota (para o Oeste-SP, 0 a 1) - um aproveitamento de 53,3%.


9 comentários:

  1. Álisson - Janaúba29 de agosto de 2012 17:39

    Prezado Flávio, já que o consórcio foi desfeito, melhor seria entregar o Mineirão a uma empresa com experiência e know how em administração de arenas. Aposto que a BWA/Galo está doidinha pra ganhar o gigante da Pampulha. Boa idéia!

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    1. Não sei, meu caro Alisson, como o governo vai agir. Talvez uma nova licitação, sei lá. Não me ligo nessas coisas abs

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  2. Com certeza a BWA poderia ser uma empresa a ser sublocada para a prestação do serviço de gestão do estádio, mas ao contrário do que o Alisson Galinha (com certeza é uma franga depenada) acha em nada um contrato destes macula o contrato firmado com o Cruzeiro. Este ainda é válido, haja vista ter sido firmado com a Minas Arena e não com a Lusoarenas.

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  3. Aonde vamos parar? Até um contrato para administrar um estádio está sendo usado para alimentar a rivalidade.

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  4. Cruzeiro cochilou denovo... Rá!

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  5. De acordo com o contrato do Atlético, ele não poderá jogar no Mineirão mesmo que o público ultrapasse a capacidade do Independência. Estão rindo do que rosinhas?

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  6. Calma anônimo, ou anônimos? Ninguém ri de ninguém e o Galo poderá sim jogar no Mineirao desde que pague a multa de100 mil por jogo à BWA pra ser liberado. Tá no contrato entre eles. Abs

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  7. Então se o atlético pagar multa ele joga no mineirão? Nossa, que vantagem hein Flávio?! hehehe

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  8. O Cruzeiro paga um "aluguel" e o atlético vai pagar dois se quiser jogar no Mineirão também. R$100 mil de aluguel. As coisas não estão tão cor de rosa assim. Abs

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