terça-feira, 20 de novembro de 2012

MANOBRA DOS ADVOGADOS ADIA CASO BRUNO


Como fato esportivo, Bruno está morto desde o dia em que lhe puseram as algemas. O ex-goleiro do Atlético e do Flamengo, uma das prováveis revelações do futebol brasileiro, até o atropelamento pelo destino e pelo livre árbitro.
Envolvido com maus elementos, bandidos, traficantes e desocupados, imaginando-se acima da lei, da ordem e da razão por ser ídolo do Flamengo, Bruno tinha várias passagens pela Polícia, impunemente, por lesões corporais, confusões nas madrugadas e coisas afins.
Por isso, definitivamente, o seu rosto e nome mudaram de página. E de blog, também.
O julgamento popular de Bruno terá início nesta segunda-feira. Junto com os quatro criminosos, que a mídia hipócrita insiste em chamar de “suspeitos” da morte de Eliza Samudio, 25, ex-amante de Bruno.

Volto ao assunto pra turma que pegou o ônibus da história agora e não sabe nada a respeito de nada. Que não tem hábito de se informar devidamente.
E se julga no direito de assento privilegiado, do lado da janela, como o baixinho Romário rotulava os falsos líderes que apareciam nos elencos a que pertencia: os sujeitos mantiveram a moça em cárcere privado, depois a mataram e sumiram com o corpo.
Várias testemunhas que geraram provas circunstanciais contra a quadrilha informaram ao delegado do caso, depois ao promotor público e até ao Juiz de Direito: o corpo de Eliza fora esquartejado.
Os pedaços entregues a cães ferozes e, propositadamente famintos, do criminoso apelidado de Bola.
O crime ocorreu em 2010 e os responsáveis já foram julgados pela opinião pública.
Não escaparão de uma pena considerável. Que nem os bandidos do Mensalão. (foto Pedro Vilella/ Agência 1-Estadão)

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