sexta-feira, 23 de novembro de 2012

SELEÇÃO DA GLOBO DESTACA FLU E GALO NO BRASILEIRÃO


O Fluminense, campeão antecipado do Brasileiro/2012 emplacou quatro jogadores da seleção do torneio, mais o treinador Abel Braga. O Craque do Brasileirão, título sempre bem concorrido, ficou com Fred, que puxa a lista dos artilheiros com 19 gols. Nessa corrida, o Galo só perdeu por meia-cabeça, por causa da escolha do treinador tricolor. O time de Cuca, também, emplacou quatro jogadores e mais a revelação do ano Bernard.
Os melhores do campeão brasileiro escolhidos são Diego Cavalieri – sem nenhuma dúvida – Carlinhos – evidentemente por falta de opção – Jean – ótimo jogador – e Fred – imbatível nos dois títulos que venceu.
Nos do Atlético, também, não vi qualquer controvérsia: Marcos Rocha, Leonardo, Réver, Ronaldinho Gaúcho e Bernard. Não me interessei pelas demais posições e outros possíveis títulos disputados porque, com o devido respeito dos votantes desconhecidos, vejo tais eleições como as eleições políticas.( Na foto,Superesportes, Bernard - revelação do Brasileiro)
Queima-se vela demais com defunto ruim.

Em razão dessa queimação e desperdício de velas com defuntos ruins lamento que Tinga, Mateus, Ceará, Wilson Magrão e Marcelo Oliveira, craques do Cruzeiro, mais o brilhante técnico Celso Roth não estejam na Seleção do Campeonato Brasileiro.

Nenhuma obra neste Brasil Brasileiro é feita sem que a Justiça e o Ministério Público contestem as suas contas. Impressionante! A Justiça Federal agora, em decisão liminar, determinou a indisponibilidade de bens de um dos arquitetos responsáveis pelo projeto inicial da reforma do Mineirão.
Outras cinco pessoas, também, envolvidas nessa etapa das obras entraram na dança. Os valores somados chegam a R$ 5 milhões. De acordo com o Ministério Público Federal, não foi exigida licitação para o contrato, no valor de R$ 17,8 milhões.
Segundo a ação, isso fere os princípios da transparência e da publicidade, e o valor pago foi maior ao que poderia ser obtido por meio de processo licitatório. O Ministério Público Federal informou que a decisão não interfere no andamento das obras. 
Em nota, a Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo informou que o contrato foi assinado por meio de comprovação de notório saber e especialização para elaboração do projeto para execução das obras.
Ainda segundo a Secopa, um relatório de acompanhamento do Tribunal de Contas da União não aponta desvios ou irregularidades na reforma do Mineirão.
Então quem está errado nesta história?

A notícia está do mesmo jeitinho que foi publicado num dos sites importantes. Só não entendo porque não se indisponibilizou, também, alguns bens do governador Anast-azia, a rigor, o principal gestor da obra.
Olho do dono que engorda o boi.

Chiii! A informação estourou na praça após o café da manhã. Comia eu minhas goiabinhas vermelhas quando resolvi entrar no site Globoesporte.com e lá estava a danadinha: reunião na sede da Federação Paulista de Futebol na tarde desta sexta-feira, em São Paulo, analisará a conduta  Mano Menezes (foto) à frente da seleção brasileira.
Participarão da dita cuja o presidente da CBF, José Maria Marin, o diretor de Seleções, Andrés Sanches e outros menos votados. O pano de fundo seria definir o planejamento do time canarinho até a Copa do Mundo de 2014.
Marin, no entanto, insiste na tese de mudar o comando do escrete porque Mano não é escolha sua.
Foi indicado por Ricardo Teixeira.

Segundo o site dos Marinhos, o presidente da CBF deixou a Bombonera antes mesmo do término da partida por conta do horário de seu voo fretado pra retornar ao Brasil. Portanto, não assistiu à conquista do título da Seleção Brasileira, que derrotou a Argentina nos pênaltis (4 a 3) após derrota por 2 a 1 no tempo normal.
A conquista foi a primeira da gestão do presidente. Tomara que, daqui pra frente, este pé frio nem compareça aos estádios em jogos do escrete.
Se for, que saia antes do fim dos jogos

Parceria inconveniente. O presidente Gilvan Tavares foi visto num dos restaurantes de Nova Lima almoçando com empresários uruguaios. Entre a boa comida do local e vinhos importados, trataram de uma parceria pra contratar reforços em 2013.
Entre os empresários, estava Hugo Mesa, dono do Montevideo Wanderers, do Uruguai, e Recreativo Huelva, da Espanha. Se o moço tem grana pra investir aqui, tudo bem.
Mas as propriedades que possui no futebol não recomendam nada.

Taí, se o Cruzeiro exercer, realmente, a opção imediata de compra dos direitos econômicos do meia Martinuccio fará bom negócio. O gringo caiu nas graças da torcida em oito jogos e três gols, após se recuperar de uma séria lesão óssea. A outra turma de lesionados que pintou na Toca deve ganhar cartão vermelho.
Inclusive o beque Alex Silva, irmão do Luizão, do Benfica..

Tento entender a proibição ditatorial e arrogante da diretoria do Atlético. Nunca houve nada igual no clube. Um jogador, Ronaldinho Gaúcho, ser impedido de conceder entrevista coletiva na semana porque está em processo de renovação de contrato.
Kalil, ou seja lá quem estabeleceu tal ordem, se teve a pretensão de inovar, apenas confirmou o que um leitor me questionou tempos atrás: porque Kalil é todo sorriso e aberto à imprensa nacional e exigente, censor da crônica local?
Não sei estabelecer tal parâmetro, mesmo porque nunca tive problema com nenhum dos Kalil – pai ou filho. Sempre fui bem tratado por eles, independentemente das minhas opiniões sobre suas atuações.
Assis, irmão e procurador de RG-49, falastrão e badalação dos repórteres setoristas, deixou escapar numa rodada de chope que Ronaldinho Gaúcho ficará por aqui mesmo.
Mas essa da diretoria proibir RG-49 é pernóstica, imoral e engorda

Segundo eu pude apurar em São Paulo, a Topper escorregou da renovação de contrato pra fornecimento de materiais esportivos ao Atlético por causa do jogo duro de Kalil.
Aqui ele agiu dentro da grandeza do clube.
A Topper tinha prioridade da renovação, porém não quis acompanhar a valorização do clube com o provável vice-campeonato, a Libertadores e Ronaldinho Gaúcho.
Volta a Penalty, parceira do Atlético nos anos 80 e 90. O contrato está na mesa do presidente e as partes jogam pesado.
No entanto, pelo montante do investimento, a diferença é pequena. O Atlético fala em R$ 30 milhões por três anos – R$ 10 mi mensais – e a empresa chega a R$ 27 mi anuais, ou R$ 9 mi por ano. Vai dar negócio.

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