quarta-feira, 7 de novembro de 2012

TOCA VIRA CASA DE MÃE JOANA NO FINAL DESTA TEMPORADA


Temporada chinfrim do Cruzeiro esta que tá pra terminar. Alguns tentam tapar os vexames, com comentários e análises suaves, tais como: diretoria pegou o clube sem dinheiro, Perrela deixou terra arrasada. O clube contratou o treinador certo pra tais ocasiões, mas não deu certo. E por fim, a grande mentira: ao menos, salvou-se dos apertos do ano passado. Salvou nada.
Aquele 1% de chance de cair já subiu pra 5% e estes até o final de semana podem chegar a 10%. Basta não vencer o Bahia, aqui no Independência.
Tomarei apenas uma projeção aleatória visto que sou ruim pacas nessas coisas: vejo o caso do Sport do Recife, primeiro da Z-4 com 36 pontos, vive momento de escalada; tem pela frente Figueirense, fora; Botafogo, em casa, Flu, em casa e Náutico, teoricamente fora. Se vencer, três jogos elechega a 45 e se safa.
O Cruzeiro, uma casa de mãe-joana, com o treinador trabalhando de mentirinha, escalando os amigos, todos, também, de má vontade porque não ficarão em 2013, com 43 pontos, tem Bahia, em casa, Flu, fora, Coritiba, em casa e Galo, teoricamente fora. Paradas indigestas.
Vocês, torcedores, que façam as contas e vejam o perigo que o Cruzeiro corre.  
Some-se a isso: o presidente Gilvan Tavares, no seu amadorismo, tem atitude forte na Imprensa e anuncia que o treinador Roth não fica ano que vem. Na prática, é pusilânime, e não dispensa logo o técnico. Medo de multa contratual?
O elenco está claramente dividido: turma do Fábio, turma do Montillo, turma do Roth e insatisfeitos com Roth.
Utilizo outro exemplo: Souza expôs de público sua indisposição com o treinador. Jogou como titular, em substituição a Montillo, e nem ficou no banco contra o Santos. Não aceitou as explicações sádicas e dissimuladas de Roth de que tivera más atuações antes.
Assim são outros casos lá dentro: como Diego Renan, Lucas Silva, Diego Árias, Victorino, Wallyson, todos p. da vida com os privilégios dados aos amigos do Roth.
É preocupante ver o Cruzeiro na reta final da competição com tanta gente nem se lixando pros acontecimentos finais. A China Azul que se prepare: o time tá fora da zona da Copa Sul-Americana que seria o mínimo de consolo pra quem não ganhou nem cuspe a distância no ano.

A briga pela Imprensa de Celso Roth com o presidente Gilvan Tavares é algo inédito. Nunca vi nada igual. Alimenta tantas piadas que uma delas é das melhores: o presidente Kalil teria ligado pra seu arquirrival e oferecido pra pagar a metade do salário de Roth, caso Gilvan decida mantê-lo. E o treinador a ficar, claro.
Roth diz que não há “se”. “Eu não estarei no Cruzeiro ano que vem.O presidente confirmou o que eu já sabia. Espero que faça as escolhas certas”. A China Azul, também. Já pensou se Gilvan traz outro tipo igual. Céus!!


Marcelo Oliveira, do Rio de Janeiro, onde se encontra na esperança de receber os quatro meses de salários pelo trabalho no Vasco, falou ao Superesportes que está apalavrado com o Cruzeiro.
Bom ou ruim? Levanto minha suspeição por vários motivos: sou amigo e gosto pacas do moço Marcelo Pacote; sua visão no futebol bate com a minha: renovação.
No entanto, não me prenho pelos ouvidos sobre os números de sua passagem pela conturbado Vasco da Gama. Analiso seu curto histórico como treinador e vejo nele o caminho de sucesso de Énderson Moreira e Ney Franco.
Não discrimino Pacote por suas raízes atleticanas. Isso é uma besteira sem fim. Teria capacidade de colocar ordem na casa do Cruzeiro? Depende do diretor que for trabalhar com ele. Os atuais mostraram  que não passaram de tiros nágua.
Já notaram como as informações do Cruzeiro vêm de fora, pelas redes sociais. Foi assim no caso de Sampaoli, que de Santiago, informou seu contato com o Cruzeiro. Agora Marcelo Oliveira.
Aqui, a Assessoria de Comunicação do clube, incompetente, ou esconde ou, realmente, não sabe de nada. Última a saber; no caso, como mulher traída.


O melhor seria Luxemburgo, Felipão, Sampaoli, Adilson Batista, ou algum outro estrelão? Esses caras não montam elenco barato; só trabalham com profissionais caros, com data de nascimento avançada, como esse Roth que está por aí.
Pra mudar, é preciso acreditar que haverá mudança mesmo. Não se deixar influenciar pela crônica parcial, nem pelos gritos dos torcedores.

Enquanto o Cruzeiro sente-se “aliviado” pela falsa impressão de que se safou do rebaixamento, Cuca dá exemplo de entrega absoluta. Não aceita o fato de o Fluminense ser campeão brasileiro enquanto não houver a decisão que a imprensa carioca prega pro final de semana.
O Galo empata ou perde para o Vasco, no Rio, e o Fluminense derrota o desesperado Palmeiras, no interior de São Paulo. Título antecipado em três rodadas pro Tricolor carioca.  
Entendo a pregação de Cuca. No fundo ele reconhece que a primeira batalha tá perdida, porém não quer ensarilhar suas armas porque isso poderia desmobilizar, também, o grupo.
A segunda batalha é quase tão importante quanto a primeira: vaga direta na Libertadores. Disputa da qual o Galo estava ausente há anos. O Grêmio encostou e o São Paulo, também. Se sair da vice-liderança, o Atlético corre risco de entrar apenas na fase de qualificação da Libertadores. Nada bom!

Amigos, a rescisão contratual de Adriano com o Flamengo é uma notícia danada de ruim pro futebol mineiro. Cismaram que aqui – como na época de Noel Rosa, atacado pela tuberculose – tem clima ideal pra recuperação de atletas desajustados.
Recorram à história antiga e atual. De repente, eis o Imperador gordo e doente contratado por um time da terra do professor Anast-azia!



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