terça-feira, 18 de dezembro de 2012

ÚLTIMA TRINCHEIRA DE 2012: KALIL NA BERLINDA

Saio de férias até três de janeiro e, evidentemente, a Trincheira e o blog, também. Estarei nesse período em Brasília entre as casas do mano Fábio e a mansão na Asa Norte, à beira do lago, dos diretores do BB, meus sobrinhos emprestados, Luiz Antônio e Karla Maria. Uma reunião de família no Natal e na passagem de ano. Desde já boto na rede meus votos de Feliz Natal e de um ano novo cheio de magia. Se o mundo não acabar dia 21, claro. Votos válidos a todos os meus assinantes, amigos e leitores. É impossível que eu responda e retribua um a um pelas mensagens recebidas.

Votos especiais aos meninos do Jogada de Classe, Iara, Paulinho, MM, Guigui, Xará, a produtora Jussara e o comandante Orlando Augusto. Foi um ano proveitoso no campo de aumento de prestígio do programa e estou muito alegre com esse fato. Teria sido melhor se o nosso saudoso Paulo Afonso não nos tivesse deixado tão cedo. Mas, voaremos mais alto em 2013, em nosso blog e na televisão. Podem crer! Nossos times nos ajudarão e voarão, também, no pique do Galo em 2012. Inesquecível!

Por falar em Galo, acompanhei a entrevista por telefone que o presidente Alexandre Kalil (foto) se permitiu conceder ao programa. Devia ser ao vivo, como faz nos outros programas e lá em São Paulo e no Rio de Janeiro. Não foi, o que se há de fazer!
Como sempre, Kalil não informou nada, urrou em excesso, chamou a imprensa mineira de incompetente ao dizer que ela estava mal informada num assunto qualquer.
Se a imprensa especula e erra nos casos do Atlético, a culpa é dele que prefere só informar através de twitter seco e quando alguém arrisca alguma pergunta ao telefone, recebe de volta a batida do fone na cara.
Ou então, um grosso e curto recado como o enviado ao repórter de O Tempo que ousou ligar-lhe no seu telefone vermelho: "Da próxima vez, você busca informações sobre o Atlético com o Domênico. Só use este telefone se quiser bater papo e jogar conversa fora." Pode?
Foi deselegante com o repórter Maurício Miranda ao responder-lhe mal uma pergunta mais interessante e em determinado momento soltou a expressão "sentar a bunda" no ar. Pega mal em qualquer televisão, ainda mais partindo do presidente do Atlético. Numa emissora católica é pior ainda. O saudoso presidente Elias Kalil tinha arroubos, porém  mais sensatos e educados.

O companheiro Guilherme Guimarães (Guigui) que estava na bancada do Jogada de Classe repercutiu a entrevista no site de O Tempo. Leiam:
O presidente do Atlético, Alexandre Kalil, afirmou que a decisão sobre a presença de torcida única ou não na reabertura do Mineirão, dia 3 de fevereiro, no clássico pela primeira rodada do Campeonato Mineiro, depende apenas do Cruzeiro.
“O mando do clássico é do Cruzeiro. Nós temos um clássico marcado para o primeiro semestre, que é Cruzeiro e Atlético. O Cruzeiro decide o que vai fazer com o clássico, ele é o dono do espetáculo. Se o Cruzeiro está abrindo mão de ser o dono do espetáculo para dar esse direito a alguém, é coisa que o Atlético não faz”, disse Alexandre Kalil ao programa Jogada de Classe, da TV Horizonte.
A expectativa do Governo de Minas Gerais é contar com a presença das torcidas de Atlético e Cruzeiro na reabertura do Mineirão. A diretoria celeste quer garantias de que os confrontos com mando do Galo sejam disputados no Mineirão, com torcedores das duas equipes. O Cruzeiro teme que o Atlético marque as partidas para o Independência, onde os clássicos são disputados com torcida única.
Segundo Alexandre Kalil, os clubes já se entenderam sobre a presença de torcedores na partida do dia 3 de fevereiro.
“O Atlético sentou com o Cruzeiro numa mesa. Assinaram um documento que foi feito por Atlético e Cruzeiro. Depois, nós vamos ter dois clássicos no Brasileiro, daí o Atlético e o Cruzeiro vão sentar a mesa e resolver o que será feito nesses dois clássicos. Então, quem manda no clássico (da reabertura do Mineirão) não é o Kalil, é o Gilvan (de Pinho Tavares, presidente do Cruzeiro).
" Você tem que perguntar para ele. O clássico é Cruzeiro e Atlético. Eles fazem o que quiserem. Eu não sei se o Cruzeiro delegou isso para a Secopa, para o Governo, para quem quer que seja. Mas quem manda, a princípio, é o Cruzeiro. Se ele delegou para alguém, eu não sei, não me interessa. O clássico é do Cruzeiro, e o Atlético vai obedecer ao Cruzeiro”, disse Kalil.


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