domingo, 6 de janeiro de 2013

PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI TAMBÉM DE COISAS BOAS


Pra que não me chamem de "velho ranzinza" que só sabe reclamar vou apontar duas coisas boas sobre as quais me informei nessa volta das férias, além de excelente barcaça que tem partido da Toca da Raposa.

Ouvi o presidente do Atlético, Alexandre Urso Bravo Kalil, afirmar no microfone da Itatiaia que matura a ideia da construção de um estádio ou arena, como queiram. Marcaria em definitivo sua administração!
 Já tem o marco inicial do CT da Cidade do Galo,  um dos mais modernos do País. Nesse aspecto, aliás, o futebol mineiro dá de goleada no protegido Eixo, com a Cidade do Galo e a Toca da Raposa II.
Mas faltam-lhes os estádios próprios.
Seria ótimo cortar o cordão umbilical com essas monstruosidades que o governo constrói com dinheiro público, milhões e milhões em obras superfaturadas.
 Enquanto as prioridades do Estado saem pelos ralos da incompetência.
Obras entregues às pressas pra fazer política. Vêm que nem as estradas: remendadas de tantos buracos que aparecem.

Segundo Kalil, se o " impasse contratual com a Minas Arena, que administra o Mineirão, continuar pretendo pensar na alternativa da construção de um estádio." Espero que Kalil não tenha dado tal declaração ao sabor de pressão apenas.
Tem mesmo é que meter o pé na bunda do pessoal que ganhou o Mineirão de presente e correr atrás do estádio próprio.
Coisa que os Perrela - ZZ e Alvimar - prometeram a fundo. Também por isso começaram a perder a credibilidade junto à massa azul.

Mais afirmou Urso Bravo: "É claro que o Independência, hoje, é um negócio muito melhor do que o Mineirão, nos moldes em que nos foi oferecido. De qualquer maneira, se não caminharmos para um acordo nesse período de seis meses, a gente passa a pensar grande. Por que não chamar uma construtora e fazer um estádio com 65%, com 35%?"

Outra boa nova, na qual creio piamente, porque a reportagem é do jovem jornalista Gilmar Laignier, do Superesportes, ainda imune aos chutes que seu colega carioca é useiro e vezeiro em multiplicar no site, o Cruzeiro já contabiliza bom número de sócios torcedores.
E olha que a campanha passada foi ruim e que o clube se dispôs a negociar um dos ídolos atuais da torcida, o argentino Montillo.
Talvez porque a reposição, ao menos na mídia, tem sido boa e de futuro, sem aquele mundão de pelancas superadas do ano passado.
Claro que há o entusiasmo pelo retorno ao Mineirão.

Segundo apurou a matéria do Superesportes, "a adesão é em massa ao projeto sócio do futebol. A venda de Montillo ao Santos amenizou pouco a empolgação da torcida, insuficiente para brecar o crescimento do número de associados".
Apurou, também que " até a noite do último sábado contabilizavam-se 16.500 sócios do futebol. São 5.750 na modalidade Campeão Brasileiro, 3.450 na categoria Libertadores e 2.300 na Tríplice Coroa. O plano Cruzeiro Sempre conta com pouco mais de 5 mil sócios".

Só não me peçam explicações sobre tais categorias!
A matéria calcula os valores que o clube arrecadará com o atual número de sócios: R$ 1.690.000,00 por mês.
Na modalidade Cruzeiro Sempre, foi contabilizado o valor de R$ 27,50 por mês e ignorado o preço do ingresso a ser adquirido.
Nessa categoria, o torcedor paga mensalmente, mas precisa comprar seu bilhete a cada partida, pela internet com desconto.

Nos demais planos, o sócio paga uma mensalidade (R$ 100, R$ 150 ou R$ 200, dependendo do setor escolhido) e tem direito a frequentar todos os jogos do Cruzeiro como mandante. 
O autor da matéria vai mais fundo: "em uma perspectiva pessimista, se o Cruzeiro não angariar nenhum sócio a mais até o fim do ano, ele fecha a temporada com arrecadação bruta de R$ 20,3 milhões".

Em breve, o clube pretende lançar uma modalidade de luxo do programa, denominada Super Sócio, em que o torcedor contribui com mensalidade de R$ 1 mil e tem direito a benefícios exclusivos no clube, informa o Superesportes
Muito bom. Parabéns ao pessoal do marketing da Raposa. Por falar nisso, quem é mesmo o atual diretor do setor?

Um comentário:

  1. Um absurdo , gastraem milhões do nosso dinheiro, entregar oe stadio a terceiros de fora do estado e depois toda essa zorra, para se tentar chegar num acordo para um jogo, disse UM JOGO, com as duas mairoes torcida de Minas.A culpa disso tudo, além da costumeira falta de visão dos dirigentes, é do estado, q além de gastar nosso dinheiro, entregou o estadio , assim como o Independencia, para um bando de forasteiros, q não sabem nem a cor da camisa dos nossos clubes.

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