segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

SEM SUPRESA: A BOLA DE OURO DA FIFA CAIU NO COLO DO BAIXINHO HERMANO



De  GLOBOESPORTE.COM Zurique, Suíça

Lionel Messi não precisou mesmo do sucesso coletivo para levar mais um prêmio para casa. E que prêmio! Vestindo um smoking no mínimo diferente com bolinhas brancas na festa de gala da Fifa, no Teatro Kongresshaus, em Zurique, cidade-sede da entidade, na Suíça, o craque argentino foi eleito nesta segunda-feira o melhor jogador do mundo pela quarta vez consecutiva, superando Cristiano Ronaldo, do arquirrival Real Madrid, e Andrés Iniesta, companheiro seu no Barcelona.
Numa votação com treinadores e capitães das 209 seleções filiadas à Fifa, além de outros 49 jornalistas escolhidos pela revista francesa "France Football", o camisa 10 do Barça recebeu 41,6% dos votos, contra 23,68% de Cristiano Ronaldo e 10,91% de Iniesta.
A Bola de Ouro veio das mãos de Fabio Cannavaro (vencedor em 2006) e o colocou num novo patamar, certamente aguçando a discussão sobre quem é o maior atleta da história. Messi é agora o único do planeta a ter faturado quatro Bolas de Ouro (apenas em 2009 a premiação da entidade e da revista não eram alinhadas).
Quem mais chegou perto do feito do argentino foi um francês. Michel Platini, atual presidente da Uefa, conquistou a Bola de Ouro da "France Football" três vezes em sequência (1983, 1984 e 1985), quando defendia o Juventus, da Itália, além de sua seleção. o brasileiro Ronaldo, o francês Zinedine Zidane, e os holandeses Johan Cruyff e Marco van Basten também foram eleitos os melhores do mundo em três oportunidades, seja pela entidade (desde 1991) ou pela renomada revista francesa (desde 1956).
Em 2011/2012, ele também superou o recorde registrado por Cristiano Ronaldo e tornou-se o maior artilheiro de uma única edição do Campeonato Espanhol, com 50 gols em 37 jogos. Na Liga dos Campeões, ele se sagrou o primeiro da história a marcar cinco vezes numa só partida - contra o Bayer Leverkusen, pelas oitavas de final.
Neymar deixou de levar pela segunda vez consecutiva  o Prêmio Puskas ( antecipado como seu pela ansiosa imprensa paulista). Vencedor em 2011 com o golaço marcado diante do Flamengo, Neymar viu o eslovaco Miroslav Stoch, do Fenerbahçe, receber a honraria após eleição com mais de cinco milhões de votos na internet.
O resto é bla-blá-blá da festa na Fifa. O mais importante foi isso aí.

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