sábado, 30 de março de 2013

FUTEBOL NOTA 10 DE RICARDO GOULART EM NOVA LIMA


                   Ricardo Goulart comemora um de seus gols com Borges e Dagoberto(foto de Ramon Lisboa,EM-DA Press-Superesportes)

Imagino que Marcelo Oliveira, após a sua expulsão, por reclamações justas por sinal, pela arbitragem horrível do tal Rônei Cândido Alves, teve melhor visão lá de cima, de uma cabine, pra ver como Ricardo Goulart, pela segunda partida seguida, desequilibrou o jogo contra o Villa Nova que dava terrível sufoco no Cruzeiro, em Nova Lima.
Enquanto o Sportv punha no ar "o grande clássico paulista" Ituano e Botafogo-RP, Raposa e Leão faziam uma partida brigada, de pouca técnica por causa do campo pequeno, porém cheia de emoção.
O árbitro tentou nos primeiros minutos da fase inicial tentou avacalhar o jogo e aparecer mais que os jogadores. Distribuiu cartões amarelos à vontade e expulsou o supervisor Benecy Queiroz, aos 7m, e Marcelo Oliveira, aos 22m.
Tudo porque reclamaram violentamente das faltas não marcadas e de cartões amarelos desnecessários, como o de Dagoberto, que levou uma falta violenta do defensor do Villa e ao pedir atenção do juiz foi amarelado
O Cruzeiro fez 1 a 0 com Borges, num belo chute de fora da área, aos 13m, quando o Leão era melhor. Fábio, grande destaque de novo, já fizera três defesas da melhor qualidade.  Os azuis abriram a vantagem, com o zagueiro Léo que escorou cruzamento de Dagoberto, na cobrança de falta pela direita, aos 26m.
A atuação do Villa começou a ser coroada com o atrapalhado Paulão  que fez, de novo, pênalti. O segundo seguido, só que nesse lance havia três defensores do Cruzeiro sobre Tchô. Paulão esticou a perna e o juiz deu pênalti. Bem duvidoso. Tchô bateu bem, diminuindo: Cruzeiro 2 a 1, aos 33m. Sinal de que a coisa estava apertada.

TCHÔ DE UM LADO, GOULART DO OUTRO

O meia Tchô era a referência do Leão e centralizava todos os lances. No segundo tempo, inexplicavelmente Marcelo Oliveira tirou Everton Ribeiro e colocou o veterano Tinga. Pensou em marcar e abdicou do ataque. Segundo o técnico, Everton Ribeiro já estava amarelado e corria risco de levar o segundo e o vermelho, em consequência.
O Leão aproveitou a reação e empatou a partida com Eraldo, em jogada de Tchô pela direita, driblando Guerreiro e cruzando na medida pro centroavante. 16m, 2 a 2.
Ricardo Goulart acabara de entrar no lugar de Diego Souza, quando o Vila empatou. então, com ele começou a subida de Goulart. Aos 19h, na cobrança de escanteio por Dagoberto, ele pegou a sobra, driblou o zagueiro e bateu de bico: Cruzeiro, 3 a 2.
O gol que fechou o placar foi na velocidade do contra-ataque e numa falha de Cleber Monteiro, último homem do Villa. Ricardo Goulart partiu pra cima dele, roubou a bola e de fora da área chutou no canto do goleiro Thiago: Cruzeiro, 4 a 2. Elber já havia entrado no lugar de Dagoberto, aos 29m, e os azuis ficaram mais rápidos ainda.
O Cruzeiro continuará líder invicto independentemente do resultado do Atlético contra o Tupi. O Villa perdeu a invencibilidade, sem sair do G-4.

OS GOLEADORES

                                               (Foto Carlos Cruz/Assessoria Imprensa)
O atacante Fábio Júnior é o novo artilheiro do Campeonato Mineiro. Com os dois tentos marcados sobre o América de Teófilo Otoni, nesta quarta-feira, o camisa 7 do Coelho superou o zagueiro Réver, do Atlético, e assumiu a ponta dos goleadores da competição.
Fábio Junior, do América, artilheiro isolado até agora da competição com 5 gols; Tchô, do Villa; Réver, do Galo, e Borges, do Cruzeiro têm quatro gols cada.

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