quinta-feira, 25 de abril de 2013

ATÉ TROPEIRO AZEDO TEVE, MENOS FUTEBOL DO TIME DE FELIPÃO


Não foi por falta de conselhos. Aqui neste blog, na minha Trincheira virtual diária e no programa Jogada de Classe, da TV Horizonte, onde estou às segundas e quartas-feiras, aconselhei ao torcedor que o melhor mesmo era ficar em casa e aguentar as chatices de Galvão Bueno, Casagrande, Arnaldo e adjacências. Ou tolerar o sabe-tudo de Luiz Carlos Júnior e PVC, reforçados de Roger, no Sportv. O que se há de fazer, né? 
Alguns teimosos, todavia, resolveram ir ao Mineirão. Lá encontraram um mundo de bagunça. Quase 58 mil pessoas pagaram pra ver aquele time desentrosado de Felipão empatar com o Chile por 2 a 2. Perdia por l a 0, fez a virada pra 2 a 1, tomou o empate e saiu de campo debaixo de vaias. Muitas vaias. Principalmente pra Neymar, que jogou tanto quanto Ronaldinho Gaúcho, ou seja, nada. Só que RG-10 é agora da casa e não foi vaiado. 
Max Gonzalez, zagueiro do Flamengo, fez 1 a 0 para os chilenos, após tremenda confusão da defesa brasileira. A bola sobrou alta pra ele que cabeceou pras redes. Rever empatou numa bela cabeçada na cobrança de escanteio por Neymar. Se não fosse a ajuda do árbitro paraguaio Carlos Amarilla que não marcou um pênalti de Rever, a Seleção teria, provavelmente, virado o primeiro tempo com derrota. 
No segundo, com Henrique e Pato nos lugares de Dedé e Damião, o Brasil cresceu alguma coisa e chegou à virada, aos 9m, num contra-ataque espetacular, no qual Pato apareceu livre e sem ser fominha rolou pra Neymar fazer o gol. Aos 19m, no gol mais bonito do jogo, o meia Vargas, do Grêmio, acertou uma bomba da intermediária sem defesa pra Cavalieri. 
Pra compensar o pênalti que não deu no primeiro tempo, cometido por Rever, o juiz paraguaio também não marcou a penalidade escandalosa sobre Osvaldo aos 42m do segundo tempo. Ficou nisso aí o último amistoso da Seleção antes da Copa das Confederações. 
  
TROPEIRO AZEDO

Do lado de fora, bagunça de sempre: denúncia de ingressos vendidos em duplicata, torcedores sem respeitar o lugar previsto, confusões nas entradas, filas enormes, flanelinhas achacando os donos de carro fora do estádio cobrando 100 reais "pra tomar conta, doutor, pagamento à vista".
E o pior: a prometida recuperação do antigo tropeiro, exigido pelo próprio governador deu em nada. Ou deu sim, o tropeiro de agora estava azedo. Céus!!

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