domingo, 23 de junho de 2013

DEFINIDAS SEMIFINAIS: BRASIL NA 4ª CONTRA URUGUAI, NO MINEIRÃO. ESPANHA NA 5ª CONTRA ITÁLIA, NO CASTELÃO

O complemento da terceira rodada da fase de classificação da Copa das Confederações nada trouxe de novo nos jogos finais do Grupo B. A Espanha manteve 100% de aproveitamento e num ritmo de bolero - dois pra lá, dois pra cá - derrotou a Nigéria por 3 a 0.Dois gols de Jorge Alba e um de Fernando Torres, que agora tem cinco e é o artilheiro da competição.
Na outra partida, no Recife, pra não fugir da regra, a simpática equipe do Taiti, apesar de torcida dos presentes no estádio, costume aliás que se iniciou no Mineirão, tomou dos implacáveis uruguaios por 8 a 0, - a terceira goleada: 6 a 1 da Nigéria; 10 a 0 da Espanha.
Entretanto, deram de goleadas em todas as outras seleções nos quesitos simpatia, humildade e jogo limpo.

SEMIFINAIS DEFINIDAS

Por questão de respeito, a Fifa e a mídia não anteciparam oficialmente as semifinais. Brasil em primeiro e Itália, em segundo, sabia-se que enfrentariam Uruguai e Espanha, respectivamente. Seria impossível a Nigéria tirar a Espanha do primeiro lugar, mesmo sendo possível, como foi, o Uruguai golear Taiti por 8 a 0.
Azar da Itália que pega os espanhóis na quinta-feira, as quatro da tarde, no Castelão, em Fortaleza, numa das semifinais. A outra será na quarta-feira entre Brasil e Uruguai, no Mineirão, também às quatro horas. A final está marcada pra domingo, dia 29.
A Espanha do extraordinário André Iniesta não é derrotada há um porrilhão de jogos. Não gostaria que fosse a Itália a arrancá-la o selo. Que venha a Fúria na final contra o Brasil que espero não nos faça nenhuma surpresa desagradável aqui no Mineirão diante dos perigosos uruguaios.

OUTRAS SURPRESAS

Além daquele mundial de 50 que causou o Maracanazzo, a maior lembrança esportiva da nossa ex-província, os celestes pregaram-nos outras peças em torneios menores.
Eu estive presente numa dessas peças, em 1980, no Mundialito de Montevidéu, promovido pela Fifa pra comemorar os 30 anos da conquista da Copa pelo Uruguai, no Brasil. Eu era diretor de esportes da Rádio Capital e transmitimos o torneio pra todo País. O time nacional era comandado por Telê Santana. A Celeste Olímpica venceu-nos na final  por 2 a 1.
Em seguida fui a mais dois mundiais com Telê de treinador, em 82 e 86. O Brasil perdeu os dois. Certa vez me encontrei com Telê em Santos Dumont, eu viajava pro Rio e ele voltava de lá, e num rápido papo, brinquei: " É Mestre, vamos escolher entre nós dois aquele que é o grande pé frio da Seleção." Ele deu um sorriso, mas não gostou.

CALA A BOCA BELLETTI

Juliano Belletti, o vira-casaca, que começou nos juvenis do Cruzeiro e parou de jogar como atleticano, dá algumas escorregadas legais nas transmissões do Sportv. Gosta de afirmar sua amizade com o pessoal da Espanha onde atuou alguns anos pelo Barcelona. Por isso disse que "Iniesta é o maior jogador da Espanha no momento". Até aí tudo bem, até porque Lionel Messi é argentino.

Porém ao completar seu raciocínio com este disparate -" e um dos melhores na história do futebol" - mostrou que conhece pouco da verdadeira história do futebol mundial. Iniesta é um craque, sem dúvida. Mas na relação dos 200 melhores jogadores do mundo, em todos os tempos, ele estaria fora. Sem dúvida.

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