quinta-feira, 8 de agosto de 2013

CONFRONTO QUE NÃO ACONTECEU: RG-10 E SEEDORF

   Luan salvou o Galo da derrota, mas não enfrenta o Náutico: levou terceiro cartão. (foto Rodrigo Clemente, DA Press/EM- Superesportes)

O esperado confronto de arte entre Ronaldinho Gaúcho e Clemence Seedorf, no Horto, não aconteceu. O craque holandês esteve no gramado antes da partida, deu uma volta por lá e como alegou dores musculares foi vetado pelo Departamento Médico. Viu de um local privilegiado, em cima dos vestiários, Ronaldinho exibir parte de sua arte, num gol de falta, espetacular. Talento que Seedorf, também, tem de sobra e já mostrou isso no campeonato.
O Fogão abriu a contagem com Elias, numa cobrança de escanteio, aos 14m. RG-10 empatou aos 29m, na cobrança de falta, por cima da barreira, no ângulo do goleiro Jefferson que até então era a muralha nas pretensões atleticanas. A pressão pra sair da Z-4 deixava os jogadores alvinegros nervosos. Pierre e Josué foram amarelados por entradas duras e reclamações.
A Massa levou novo susto. Aos 15m, Lodero marcou 2 a 1 pro Botafogo.  Este placar permaneceu até os 48m e Cuca fez de tudo pra botar o time no jogo. Tirou Pierre, colocou Rosinei; tirou Tardelli por Elber e, por fim, trocou Richarlyson, também amarelado e bem nervoso, por Junior César. O time melhorou.
Tanto que teve um pênalti a ser favor aos 37m cometido por Dórea em Luan, que o fraco árbitro Rafael Claus e seus auxiliares, fingiram não ver. O castigo veio então com o próprio Luan, sozinho na área, após um tremendo sururu, e a bola que sobrou pra ele vencer Jefferson, no empate final por 2 a 2.

BOM PRO CRUZEIRO

Este empate no Horto atendeu à sequência de interesses dos cruzeirenses; o resultado os deixou na liderança. O golzinho simples de Luan, nos acréscimos, aos 48m, teve sabor de suco de laranja serra-dágua, e que provocou reviravolta na tabela de classificação.  A vitória parcial do Botafogo o mantinha líder, com 26 pontos e segurava o Galo na zona do rebaixamento.
O empate final deu a liderança ao Cruzeiro, com 24 pontos, os mesmos dos cariocas, todavia com melhor saldo de gols - 15 contra 8. Melhor ainda, fez o Galo saltar pra fora do Z-4, sem, contudo, sair da região do sufoco.  As duas torcidas degustaram seus sabores especiais com gosto de quero mais. Que assim seja!


Um comentário:

  1. Olá, Flavio!
    Que o jogo seria “duro de matar”, isso ninguém duvidava! E de fato não matamos, mas conseguimos fazer com que o adversário saísse “ferido”. Luta e lágrimas! Ingredientes suficientes para a retomada do: AQUI É GALO! http://www.euvistoacamisadogalo.com.br/

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