domingo, 25 de agosto de 2013

LUSA ASSUSTOU, MAS GALO VENCEU E FICOU MAIS LONGE DO DESCENSO

                Dátolo, o herói da vitória sobre a Lusa (Foto João Miranda -Esp.EM/DA Press)

A vitória foi de virada e com um golzinho simples de Dátolo marcado quase no fim da artida, porque a Portuguesa não teve nenhum grande trabalho pra neutralizar as investidas do remendado time do Atlético. E mesmo assim quando Cuca tirou um coelho da cartola e botou o time pra frente sob ameaça de levar fatal contra-ataque, mas acreditando que poderia marcar o gol salvador nos minutos finais.
Aconteceu exatamente o que Cuca esperava ao tirar Rosinei e colocar Dátono, que entrou muito bem; trocar Josué, único volante, por Michel, passando Marcos Rocha pro meio e botando dois centroavantes em campo, com Alecsandro no lugar de Junior César. A pressão a partir daí foi toda alvinegra e o gol saiu aos 43m, com Dátolo.

TIME DESENCONTRADO

Que foi um jogo fraco tecnicamente, ninguém tem dúvida. Que de novo o Galo teve superar -se pra conseguir a vitória, dramática, também não há dúvida.
Sem Victor, Pierre, Ronaldinho Gaúcho e Donizete, Cuca teve que inventar uma equipe pra não fazer feio no Horto. Usou Josué, Rosinei, Guilherme e Tardelli no meio-campo, Luan e Jô na frente. Teoricamente não devia ter problema, por causa da  fragilidade da Lusa.
Porém, a equipe errou muito e se complicou toda. Tanto que a Portuguesa abriu a contagem, com Bruno Henrique, aos 36m do primeiro tempo. E isso depois de perder várias oportunidades, exigindo bastante de Geovani.
Na fase final, de orelhas devidamente puxadas, o Galo pressionou e Tardelli empatou logo aos 9m, ao desviar chute de Luan. Atrás da vitória, Cuca mexeu em várias posições e alterou todo esquema tático.Aos 43m, portanto, Dátolo fez 2 a 1, placar da vitória. Uffaa!

COPA DO BRASIL

No meio desta semana, o Atlético tem aquele difícil compromisso da Copa do Brasil, partida de volta contra o Botafogo, no Independência. O Galo precisa vencer por 2 a 0 ou 3 a 1 pra avançar na competição. Pelo Brasileiro, o time de Cuca enfrenta o Goiás, no Serra Dourada.
São duas partidas complicadas! O Atlético parece que tá conformado com o Brasileiro e pretende apenas evitar o descenso. Mas precisa jogar mais do que tem feito.
Na Copa do Brasil a situação tem clima mágico por causa das viradas na Libertadores diante do Newell´s Old Boys e o Olímpia na fase final da Libertadores.
Ninguém se esquece do "Eu acredito" e promete ir ao Horto, quem sabe, pra reviver os momentos inesquecíveis da conquista continental.
É bom lembrar, entretanto, que o Botafogo é melhor que os argentinos e paraguaios.

ADEUS CAMPEÕES

De Sordi (Foto de arquivo do São Paulo)
                                         Gilmar - Foto Ag.Estadão
De Sordi, 82 anos, titular em quase todos os jogos da Copa do Mundo na Suécia, em 1958, porque Vicente Feola, técnico nacional, era, também, do São Paulo, time do lateral.
Djalma Santos, lateral da Portuguesa de Desportos, jogou apenas a decisão, por interferência dos pitaqueiros Didi e Newton Santos, que já havia colocado Garrincha e Vavá no time.
De novo, Feola atendeu suas duas feras e Djalma Santos jogou. Marcou Skoglund, da Suécia, a grande sensação da Copa pela Suécia, até então. E o colocou no bolso. Foi escolhido o melhor lateral direito da competição e de Sordi sumiu depois disso..
A morte de de Sordi aconteceu neste sábado no Paraná. 
E no domingo foi embora o maior goleiro que a Seleção Brasileira teve: Gilmar dos Santos Neves, 83 anos, Jogou em 58,na Suécia; em 62, no Chile e em 66, em Londres. Portanto, bicampeão.
Tenho conhecimento de várias páginas históricas de Gilmar, que tive oportunidade de entrevistar pela primeira vez por ocasião da decisão Cruzeiro x Santos, da Copa do Brasil de 66.
Na goleada por 6 a 2 no Mineirão era ele o goleiro santista e ficou agarrado na trave direita, após chute de Dirceu Lopes que entrou no ângulo. Outra página inesquecível aconteceu em 1956. O Brasil excursionava pela Europa e jogou em Wembley contra a Inglaterra.
Tomamos um passeio: 4 a 2 pra eles e Gilmar dos Santos Neves ainda pegou duas penalidades máximas cobradas pelo famoso Stanley Mathews, ponta direita, e o maior jogador do mundo na época. Pelo menos, pensava que era...

Um comentário:

  1. Olá, Flavio!
    Depois de um primeiro tempo daqueles digno de quem está lutando para escapar da degola, o Atlético voltou justificando a sua infinita superioridade em relação ao oponente que, apesar de toda limitação técnica, continua despertando em nós, atleticanos, o mesmo ódio de outros tempos. A Deus Gilmar! www.euvistoacamisadogalo.com.br

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