sexta-feira, 23 de agosto de 2013

TRINCHEIRA COMPRA BRIGA E ESTARÁ AO LADO DE DEDÉ. PRO QUE DER E VIER

É O QUE DIZEM...

Antônio P. Souza - Ibirité - " com o Sheik ... Já Aconteceu, Passou! Alias, caiam na real, Que Virou lei!  Não é o caso do Sheik ... mas daqui pra frente, dentro da lei, E cada qual com seu cada qual! E dai? É a realidade da vida e vamos ter de aceitar e principalmente, respeitar a opção de cada um! Que coisa mais idiota esse massacre da Imprensa ...! Tanto assunto mais sério pra ser comentado ...

João Batista - BH - O Everton Ribeiro fez uma obra de arte no novo Mineirão e merece placa. Esse gol o credencia de vez como uma estrela do momento azul celeste. O gol da Copa do Brasil deste ano!
Dedé e Pacote, mais uma vez pisando na bola. Alguns atletas do Cruzeiro vêm tentando exercitar  toquinhos de calcanhar e de lado; têm feito lambança. Observei três de Goulart e William que saíram pela culatra e quase comprometem.
 O lance de Dedé foi piada, coisa que só se vê em pelada. o rapaz está inseguro e precisa receber apoio psicológico. Tem feito muitas lambanças. Não sei se por excesso de confiança, ou se o rapaz está em má fase mesmo.
A entrada do Júlio Batista naquele momento da partida foi no mínimo irresponsabilidade. O cara está duro e fora de ritmo; parece com preparo físico pífio. Se o Flamengo tivesse time melhor, poderia ter comprometido a vaga da Copa do Brasil. 0 gol fora do Flamengo, poderá dar-lhe a vaga na próxima quarta,basta vencer por 1 x 0.

José Antônio - BH "Caro Flávio, parabéns pela análise do jogo Cruzeiro 2 x 1 Flamengo. Na minha modesta opinião não era o jogo  para estrear o Júlio Batista. Quem sabe contra a Ponte Preta no sábado.
Sabe por que? O Júlio ficou lesionado no tendão de outubro de 2011 a fevereiro de 2013. Este ano entrou em campo apenas sete vezes. Entrou na Justiça contra o Málaga, e veio para o Cruzeiro. Tenho dúvida se foi uma boa Contratação. 
Como você bem disse, o Marcelo foi infeliz em todas as suas substituições. O Souza continua na minha visão jogando uma bolinha ervilha. E o Dedé? Tem muita fama, e até agora não mostrou futebol que merecesse tamanho investimento. Acho que é muita moldura pra pouca arte. 
Quem sabe um banco faria o moço repensar as suas descidas ao ataque, pensando que é Luiz Pereira Chevrolet.

DEDÉ NA TRINCHEIRA

Não vejo nenhum motivo pra torcida azul se desencantar com o alto investimento que o Cruzeiro fez em Dedé. É feijão sem bicho. A Trincheira está do seu lado, pronto.
Repeti várias vezes o lance do gol do Flamengo e vi que houve um conjunto de fatos contra o zagueiro. Dedé fazia naquele momento uma partida razoável, depois de alguns vacilos no primeiro tempo.
A bola enfiada pra Marcelo Moreno, entre Dedé e Bruno Rodrigo, chegou mais pro ex-vascaíno meio fora do esquadro. Se Fábio tivesse ficado  na meta, Dedé voltaria a bola ao goleiro com tempo suficiente pra ele chutar pros lados. 
No entanto, Fábio veio acudi-lo e complicou mais a situação. Dedé tentou o toque de lado, pois não conseguiria girar o corpo e sair jogando, ou chutar a bola pra lateral direita.
Azar! A bola tocou no pé de Moreno, passou pelo Fábio e podia sair pela linha de fundo, que tudo não passaria de mero susto. Que nada! Foi na trave e voltou. Carlos Eduardo marcou.
Ou seja, Dedé vive um momento de puro azar, coisa comum no futebol. O pão dele só cai com a manteiga pra baixo.
Que nem fase na qual goleador perde todas as chances e fica 10 jogos sem marcar. Botam o coitado até pra bater pênalti e ele chuta pra fora ou o goleiro defende.

DESLUMBRAMENTO

Dedé não está deslumbrado. Por que ficaria? No Vasco tinha mais motivos pra isso: era chamado de O Mito. Confessou que não passa por nenhum trauma familiar. Mas demonstra insegurança.

SORTE DO SODICO

Esta expressão acima, sem pé nem cabeça, era usada pelo Sodico, meu pai, que tinha enorme sorte no jogo de buraco. Ao contrário de Dona Geralda, uma exímia jogadora, meu pai precisava ser vigiado sempre. Era muito descuidado.
Quando a sorte lhe faltava, costuma afirmar: "as cartas não vêm. É assim: quando quero, querê-las. Quando não quero, nem vê-las".
O pessoal ria e ele passava uma carta de viés pro companheiro do outro lado da mesa.
Dedé, imagino, deve-se perguntar: "por que ninguém se lembrou até agora da bola que salvei, numa incrível recuperação e velocidade, nos pés de um atacante do Flamengo, na cara de Fábio?"  
Nessa fase nada de bom é lembrado, apenas as lambanças. Porém existe uma vantagem: ao chegar no fundo do poço, sem outro lugar pra ela ir, a fase termina.
Então, com certeza, será o Mito da torcida celeste. Futebol pra isso tem. E humildade, também. Raça, idem. Dedé vai dar a volta por cima. Brevemente.


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