quarta-feira, 11 de setembro de 2013

BRASIL USOU UM TEMPO PRA FAZER O VIRA-VIRA NOS LUSOS

Pelé, Marins e Eusébio - dois gênios ladeando um cabeça de bagre. A violência de 66 se repetiu mas Neymar superou tudo e vingou seu ídolo Pelé. 

Os portugueses lembraram-se de 1966, na Copa da Inglaterra, já que Eusébio e Pelé estavam no estádio em Boston e resolveram ganhar, de novo, do Brasil na base da porrada.
Quem viu o jogo de Londres, em 66, recorda de Pelé caçado por Vicente, quebrado pelo zagueiro luso e no fim do jogo fazia número na ponta-esquerda. Não existia ainda a regra 3.
Eusébio - a Pantera Negra - então aproveitou-se da chance e arregaçou com a gente e os irmãos de Além Mar ganharam por 3 a 0.
Desta vez, bateram também muito, principalmente o zagueiro Bruno Alves. Ele deu cotovelada no queixo de Neymar e antes já havia pisado no saco do brasileiro. Nem cartão amarelo levou.
Minto, levou aos 43m do segundo tempo, ao fazer outra falta violenta em Hernanes.
Só que a agressão portuguesa cutucou a onça tupiniquim.
Maicon, num lance infeliz, foi atrasar de cabeça a bola pra Julio César e presenteou o marmota do Raul Meireles, horroroso no seu à moicano, que marcou por baixo do nosso goleiro. Antes, o mesmo feioso mandou forte cabeceio na trave de Júlio César.

JÓIA ABRE FESTIVAL

O jogo parecia deles. Mas tanto bateram no Neymar, que o craque do Barça resolveu abrir a caixa de dribles e botou os lusos loucos. 
No empate, Neymar cobrou escanteio na cabeça do capitão Thiago Silva. Cabeçada linda no ângulo: 1 a 1 e ele correu com o dedo apontado pra Maicon, presenteando o amigo com o gol.
O segundo foi a resposta de Neymar às sarrafadas portuguesas. Arrancou da intermediária, driblou dois, entrou de carreira no meio de mais três e antes que o derrubassem meteu o bico na bola.Golaço: 2 a 1, Brasil.
No segundo tempo o Brasil voltou disposto a passar a régua logo e fechar a conta. Jogada de Maxwell pela esquerda, foi no fundo e cruzou na medida pra Jô, sem goleiro, empurrar pras redes. Outra boa exibição do Brasil de Felipão  

CURTIR NADAL É MUITO BOM

Pra desopilar o fígado, cansado de jogos ruins, de cabeças de bagre valorizados como craques, de falsos jogos coletivos, de fracassos individuais, de atletas sem reação, sem amor ao que fazem, nada melhor do que assistir uma partida de tênis.
Como a decisão do US Open, entre os dois gênios atuais do elitizado esporte: Rafael Nadal e Novak Djokovic. Um espetáculo que nenhum dinheiro paga.

Minto de novo: pelo qual o amante do esporte paga preço equivalente a três vezes o ingresso mais caro do futebol. Mas vale a pena!

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