quinta-feira, 28 de novembro de 2013

MENGÃO LEVA A COPA DO BRASIL E GARANTE VAGA NA LIBERTADORES


Como qualquer decisão que se preze, Flamengo e Atlético Furacão fizeram valer apenas a transpiração no jogo do Maracanã nesta quarta-feira, sem nenhuma inspiração de ambos os lados. Se houve algum personagem da partida eu diria que Jaime de Almeida, treinador dos rubro-negros foi este nome.
Segurou o time pra manter o 0 a 0 que lhe daria o título e o soltou no momento de desespero dos rubro-negros do Furacão. Aí a velocidade e a categoria da jovem revelação Paulinho funcionaram. Junte-se a elas a determinação de Hernani.
A jogada do primeiro gol, aos 42m do segundo tempo, começou com ele pela direita, passou por Paulinho driblando e chegando à linha de fundo. E terminou com Elias colocando a bola na rede do bom goleiro Weverton, do Furacão.
Desesperado, os paranaenses foram atrás do gol de empate que provocaria a decisão nos pênaltis.  Aí função o espírito coletivo de Luiz Antônio, outra boa figura no jogo, que cruzou pra Hernani, de voleio marcar 2 a 0, placar final. Artilheiro absoluto da Copa do Brasil, com sete gols.
Os mais de 53 mil flamenguistas que pagaram ingresso, contra sete mil de atleticanos paranaenses, num total presente de quase 70 mil pessoas, coloriram o belo Maracanã de vermelho e preto. As cores que saíram em passeata pelas ruas do Rio e até aqui em Belo Horizonte ouviram-se buzinas e foram vistas comemorações pelas ruas do centro.

PONTE ELIMINA SP

Quem diria, hein? Com duplo 3 a 1 a Macaca de Campinas tirou os bambis do Morumbi, levando junto o mau humorado Murici Ramalho, da Copa Sul Americana. A Ponte Preta arrebanhada entre os piores do Brasileiro e  quase sem chance de permanecer na Série A, decidirá o torneio continental, o primeiro que ela disputa, possivelmente contra algum time argentino.

HOMENAGEM À ENCICLOPÉDIA

Antes do apito inicial de Leandro Pedro Vuaden, o irascível árbitro gaúcho que comandou a decisão entre Flamengo x Atlético Paranaense, foi prestado um minuto de silêncio pela morte da lenda Nilton Santos, que morreu no Rio aos 88 anos. Exemplo de profissional, Nilton Santos jogou apenas em dois times: na Seleção Brasileira e no seu Botafogo.
A Fifa já o havia reconhecido como o melhor lateral esquerdo da história do futebol. Que a CBF faça o mesmo e jamais permita que esta lenda se esvaia e se perca na memória curta dos brasileiros.
Eu tive oportunidade de jogar como lateral esquerdo, apesar de destro, como o saudoso Nilton Santos – sem qualquer comparação, por favor – e como todos daquela época, na posição, gostava de imitá-lo: a sunga usada era dobrada pra fora do calção e as meias ficavam até o meio das canelas.
O difícil sempre foi alguém imitar a arte de Nilton Santos no futebol.

O QUE DISSERAM...

Professor Haydn Pimenta: BH -  Caro Flavio, recebi de um amigo esta notícia que, possivelmente, você já tenha conhecimento. Esta é uma diferença apreciável de arrecadação de bilheteria que o Galo tem de pensar como equilibrar.
Creio que pura e simplesmente aumentar nas bases que o Kalil propõe seja uma temeridade, pois temo que a renda média do torcedor do Galo seja inferior à do cruzeirense.
Além, é claro, da maior capacidade arrecadatória do Mineirão x Independência. Acho que, em função destas diferenças, um aumento razoável da bilheteria do Galo nunca chegaria à do Cruzeiro. Por isso, teria de se contentar apenas com a diminuição da diferença. Por outro lado, não sei se há alguma cláusula do contrato entre Galo com a BWA que o proíba de jogar alguns jogos de expressão no Mineirão, será?
Trincheira: Tais contas só o Kalil conhece. E parece que o contrato com a BWA proíbe que o Atlético saia de lá, a não ser que pague R$ 100 mil de multa. Abraços.

Nonato Laranjo – BH "Caro amigo Flavio, essa imagem do Julio Batista falando para o Cris me faz lembrar uma foto que você deve lembrar em que aparecia o grande goleiro Helio rindo após ter levado um gol, e que quase acabou com a carreira dele. fato que mais tarde foi demonstrado ser reação de quem não se mostrava satisfeito com a falha da zaga.

 Aliás ele foi afastado do Galo e o grande administrador Felício Brandi comprou o passe dele que acabou barrando um dos maiores ídolos do Cruzeiro o grande Raul. Se eu estiver errado me corrija.
Trincheira: Você não tá errado não Nonato. Foi no jogo em que o Cruzeiro chegou a perder por 3 a 0 no primeiro tempo, teve Fontana expulso e empatou no final por 3 a 3. Foi uma arrancada pra conquista do título mineiro daquele ano. Em 1966 e cuja final, porque terminaram os dois em primeiro lugar foi disputada em 1967, com duas vitórias fáceis do Cruzeiro. Se eu estiver errado, me corrijam por favor!!!



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