quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

(De Fábio Paceli Anselmo - correspondente especial da Trincheira, diretor de Marrakech)


Depois da maratona de viagem, de mais ou menos 28 horas, chegamos ontem em Marrakech. Nos 3 aeroportos das escalas, durante os voos e na chegada em Marrakech, uma festa continua dos atleticanos, a totalidade de passageiros no último trecho da viagem.
Estou fora do ar a maior parte do tempo por causa do péssimo serviço fornecido pela Vivo. Comprei um pacote para usar o celular no exterior, fiz pedido de roaming no exterior, mas o telefone está mudo. No hotel uso o wi-fi pra mensagens e acesso à Internet. E só. Por isso a falta de notícias.
Hoje, a cidade está uma zona pra todo lado. Pela manhã fomos pegar os ingressos no posto do aeroporto (foto anexa), onde as filas eram enormes e não parava de desembarcar torcedores do Galo uniformizados e cantando.
A volta do aeroporto levou o dobro do tempo por causa do trânsito maluco, de causar inveja às nossas grandes cidades, onde todos buzinavam e ninguém tinha razão.
 Nosso táxi, uma banheira Mercedes dos anos 70, com um motorista barbeiro, que só falava árabe e um outro idioma que não sabemos ao certo o que era, dirigindo um carro barulhento e sem cinto de segurança (aqui não exigido para táxis, aqui sem taxímetro), Deu-nos as primeiras emoções do dia.
A torcida do adversário circula por toda cidade de carro e a pé, fazendo muito barulho. Dizem que é meio violenta.
A fé da torcida é grande e já não há mais ingressos a venda. O negócio é ir cedo pro estádio e encarar os verdinhos daqui. Torcida muito maior que do nosso Ameriquinha. Essa tarefa deve dar mais trabalho fora do que dentro de campo.
Volto amanhã com os acontecimentos ao redor do jogo, com uma boa vitória do 

nosso Galo."

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