segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

HISTORIA MAL CONTADA ESTA DA SUSPENSÃO DE RG-10

Meu amigo e companheiro de tantas jornadas, Afonso Alberto Teixeira dos Santos, sempre atento às coisas do Atlético me mandou este puxão de orelha merecido:
"Meu amigo Flavio, vc também entrou nessa de que o R 10 está suspenso? Acredita não Seu Flavio. Ele foi expulso em uma competição lá na África, no Marrocos, competição da FIFA, nada tem com o nosso campeonato Mineiro. Quantas vezes vc ouviu e viu jogador ser expulso no Brasileiro e jogar a seguinte na Libertadores e vice versa?"
"Já imaginou o Messi expulso no último jogo do Campeonato Espanhol em seguida vem para o Brasil jogar a Copado Mundo, ai ele vai cumprir a automática na primeira partida da Seleção Argentina. É brincadeira. Acredita não seu Flavio. Essa turma de hoje, aceita tudo. Um abraço de seu eterno amigo, aluno e admirador".
Trincheira: Você tá coberto de razão, Fon Fon. Esta história de RG-10 não jogar contra o Minas Boca, na Arena do Jacaré, quarta-feira, tá mal contada.
Quando li a informação imaginei que o RG-10 fora expulso num jogo da última rodada do Mineiro. Fiz esforço de memória e como ela anda pra lá de curta, não consegui achar nada. Lá no Jogada de Classe da TV Horizonte o problema foi levantado.
Salvo erro de memória, o Marcondes Barbosa, que participava como convidado, informou que no estatuto da Fifa referente à Copa do Mundo  de Clubes consta que o jogador expulso na rodada final estaria automaticamente suspenso na competição seguinte, fosse estadual, nacional, ou continental. Como a Fifa pode tudo, aceitei.
Sua mensagem veio na medida porque eu pretendia mesmo abordar esse assunto com a informação oficiosa do Marcondes. Talvez por isso a diretoria do Atlético tenha resolvido poupar, também, RG-10, além dos problemas físicos que, segundo soube, ele se queixa. De qualquer forma, é importante que você esteja atento.
E que me ajude a tocar esta Trincheira dentro da medida que sempre postou a nossa vida profissional voltada exclusivamente pro futebol. Abraços na turma e nos meninos que têm batido uma bola dos conformes.

RECADOS DA TROPA DE CHOQUE

Meu primo Iraq Rodrigues, Lagoa Santa, mandou email: " Estou ao seu inteiro dispor para compor a chapa para a FMF, sem sobrenome comprometedor..."   
Trincheira: Que pena seu sobrenome não é "Anselmo". Faria mais raiva na turma da oposição.
Gegê Angelino, o Rei do Santo Antônio, que provocou o assunto ao pedir meu apoio à sua chapa, me escreveu: "Tem meu apoio, mas vc não me colocou na chapa quente. Aí não dá..."
Trincheira: Mensagem cheia de contradição. Vai me apoiar, ou não? Seu lugar na chapa tá reservado: diretor de obras e fiscalização dos estádios. Chique, não?
Meu ex-lateral esquerdo na defesa do América de Caratinga, Fausto Quintela, hoje radicado em BH, cumprimenta minha atitude: "Parabéns FLAVIO ANSELMO, acho que você merece e tem o meu apoio, porque você já esteve lá e conhece o sistema, além dos bons nomes em sua chapa            ".
Trincheira: Você se lembra como eu dividia na canela e batia da medalhinha pracima, né Faustão? Continuo o mesmo nas letras e nos microfones que hoje me restam.
Essa história vai longe, podem crer os outros candidatos. Pelo menos em São Paulo já chegou. Markin Mattos, meu conterrâneo, ex-colega de Tiro de Guerra e de outras farras em Caratinga, me faz a seguinte sugestão, aprovada desde já: Flavio, para sua chapa não se esqueça do Paceli como representante em Brasília e eu humildemente colaboro em S. P. Combinado? Rsrsrs 
Trincheira: Claro Markin, os dois nomes estão na relação, da maneira sugerida. Mas pelo amor de Deus, nada da torcer pelo Santos contra os times mineiros. Certo?
Finalmente, o amigo José Antônio, BH, sabedor das minhas voltas contra o diabetes envia  receita natural: "Corte as pontas e os fundos de 2 quiabos, coloque em um copo com água e deixe dormir. No dia seguinte, retire os quiabos e tome a água. O diabetes vai sumir e suas injeções, nunca mais...
 Testado em seres humanos, os resultados foram,  milagrosos! Uma voluntária disse que a glicemia baixou de 300 (!) para 150. Outro, que caiu de 195 para 94 - e ainda disse que a água de quiabo "fez o papel da insulina, e muito bem feito!".
Trincheira: Passo à frente a mensagem e quem quiser testar que o faça. Eu faço qualquer coisa pra ficar livre dos remédios que tomo diariamente pra baixar a glicose, e deixar de enfrentar as duas agulhadas diárias de insulina. E claro, as outras tantas agulhadas no dedo pra vigiar a danada.
SERÁ VERDADE ESTA PRAGA DO GALO?

O repórter Thiago de Castro, do Superesportes, fez um estudo interessante sobre as estréias de técnicos no Atlético em torneios. Desde 2007. Por que 2007? Nem imagino, mas como se trata de material pra ser estudado pelos interessados, vou comentá-lo e peço licença ao jovem e excelente jornalista pra reproduzi-lo aqui nesta desabusada Trincheira.
A propósito, Paulo Autuori estreia no Atlético nesta quarta-feira, será na Arena do Jacaré, contra um adversário que estreia, também, na divisão principal do futebol mineiro.
Todos imaginamos que será uma partida tranqüila, face os problemas que, ainda, atormentam o time do presidente Edson Paredão e do técnico João Paulo. O Minas Boca poderá contar com tal praga que preocupa os torcedores nas estréias dos treinadores? Sei lá.
"Nas últimas oito estreias de técnicos no Atlético, houve apenas uma vitória. Celso Roth venceu o Vitória por 3 a 0, em casa, pela Copa do Brasil. Apesar do resultado, a equipe alvinegra acabou eliminada da competição na disputa de pênaltis.
Estreias, em jogos oficiais, recentes de treinadores do Atlético:
Escalação: Edson, Cláudio, Marcos, Leandro Almeida e Thiago Feltri; Xaves, Bilu, Marcinho (Lima) e Danilinho; Paulo Henrique (Vanderlei) e Éder Luis (Lúcio).
Escalação: Juninho (Edson), Cláudio (Renan), Marcos, Leandro Almeida e Agustín Viana; Rafael Miranda, Márcio Araújo, Gérson (Marques) e Danilinho; Éder Luis e Marinho.


Escalação: Juninho, Marcos (Marques), Leandro Almeida e Vinícius; Coelho, Márcio Araújo (Rafael Miranda), Renan, Almir (Yuri) e Calisto; Petkovic e Eduardo. 
Escalação: Juninho, Sheslon, Vinícius (Welton Felipe), Leandro Almeira e César Prates; Serginho, Elton (Petkovic), Márcio Araújo e Renan Oliveira; Marques (Pedro Paulo) e Castillo.
Escalação: Juninho, Marcos (Tchô), Leandro Almeida e Welton Felipe; Carlos Alberto, Rafael Miranda (Márcio Araújo), Renan, Júnior (Lopes) e Thiago Feltri; Éder Luís e Diego Tardelli.
Escalação: Juninho, Marcos Rocha (Élder Granja), Welton Felipe, Leandro Almeida e Thiago Feltri; Rafael Miranda (Alessandro), Renan, Márcio Araújo e Fabiano (Tchô); Éder Luís e Diego Tardelli.
Escalação: Aranha, Coelho, Werley, Jairo Campos e Leandro Silva (Júnior); Jonílson, Corrêa, Ricardinho e Evandro (Fabiano); Muriqui (Marques) e Diego Tardelli.
Escalação: Renan Ribeiro, Rafael Cruz (Diego Macedo), Werley, Réver e Leandro Silva; Zé Luís, Serginho, Ricardinho (Eron) e Daniel Carvalho; Obina e Diego Tardelli (Neto Berola).
Escalação: Giovanni, Patric (Wesley), Leonardo Silva, Réver e Guilherme Santos (Mancini); Richarlyson, Serginho, Toró e Caio; André e Magno Alves (Neto Berola).

Emerson Leão (2007) – Paraná 1 x 3 Atlético (Brasileirão)
Geninho (2008) – Democrata-SL 1 x 0 Atlético (Campeonato Mineiro)
Alexandre Gallo (2008) – Atlético-PR 1 x 1 Atlético (Brasileirão)
Marcelo Oliveira (2008) – Atlético 2 x 2 Internacional (Brasileirão)
Emerson Leão (2009) – Atlético 2 x 4 Cruzeiro (Torneio de Verão)
Celso Roth (2009) – Atlético 3 x 0 Vitória (Copa do Brasil)
Luxemburgo (2010) – América 1 x 1 Atlético (Campeonato Mineiro)
Dorival Júnior (2010) – Atlético 1 x 2 Grêmio (Brasileirão)
Cuca (2011) – Atlético 1 x 2 Botafogo (Copa Sul-Americana)

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