sábado, 22 de março de 2014

GALO E COELHO REVIVEM O CLÁSSICO DAS MULTIDÕES DOMINGO NO HORTO


Pierre, lesionado, não joga o clássico deste sábado, enquanto no América (foto acima) Gilson volta e Obina é atração contra seu ex-clube. 


Teve certa época que, realmente, era o clássico das multidões. Os dois times, Atlético e América, detinham os maiores núcleos de torcedores da Capital. Domingo de clássico das multidões era domingo de festa. Hoje o jogo perdeu o charme, já não pertence mais aos domingos.
O Galo não terá Pierre no clássico neste domingo a  tarde contra o América, no Horto, abrindo as semifinais do Campeonato Mineiro. É sua segunda baixa importante, pois Fernandinho continua de fora, com estiramento e só volta dentro de 15 dias.
Paulo Autuori escalou o seguinte time: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Otamendi e Dátolo; Josué, Leandro Donizete; Diego Tardelli, Ronaldinho e Neto Berola; Jô. Se repetir a atuação da última partida, no Horto, valendo pela Libertadores, o Galo correrá sérios riscos pois o Coelho vem que cresce de produção.
Por falar no Coelho, o time de Moacir Júnior vai pra campo com apenas uma mudança no time que ganhou a classificação pro G-4 ao vencer a Caldense por 2 a 1, em Poços de Caldas, de virada. O lateral-esquerdo Gilson, que cumpriu suspensão na última rodada por ter recebido o terceiro cartão amarelo, está de volta. O time será este: Matheus; Elsinho, Lula, Leandro Guerreiro e Gilson; Diego Henrique, Andrei Girotto, Willians e Tchô; Ricardinho e Obina 

TRÊS DIAS DEPOIS, PACOTE MUDA

Demorou três dias para o técnico Marcelo Pacote Oliveira mudar o time que jogou mal e empatou com o Defensor em 2 a 2. No jogo, mexeu e mexeu mal. Desta vez pra jogar em Varginha contra o Boa Esporte, a primeira partida da semifinal, ele optou por Maike que nem no banco estava no jogo anterior, alegando que Ceará tem cansaço muscular. Outro cansadinho, também, é o Dagoberto. Não viajou. Tinga que ficou no banco contra o Defensor, em detrimento de Marlone, foi sacado com desconforto muscular. Mas o cara nem jogou?
O time pra este domingo, às seis e meia da noite, em Varginha, terá Fábio; Mayke, Dedé, Bruno Rodrigo e Egídio; Lucas Silva, Nilton; Everton Ribeiro, Ricardo Goulart e Willian; Júlio Baptista - Chiii, Egídio tá na lateral esquerda. Aguenta, coração!
O Boa Esporte ajudará ao Cruzeiro: não contará com quatro dos seus titulares - o goleiro Emerson, o beque Thiago Carvalho, que pertence ao Cruzeiro, o meia Vandinho, expulso na última partida e o artilheiro do campeonato, Alexandre, suspenso pelo terceiro cartão amarelo


PRESIDENTE ATENTA

Mostrando que está atenta às coisas que acontecem no Brasil, mesmo fora da economia, política, etc, a presidenta da República Dilma Rousseff utilizou seus perfis nas redes sociais pra prestar homenagem ao grande Hideraldo Luiz Bellini, capitão da Seleção Brasileira em 1958 e reserva de Mauro Ramos de Oliveira em 62. Bellini foi um ícone de uma geração: alto, forte, extremamente educado, simpático e carismático -as garotas o achavam lindo, artista de cinema.
Seu auge aconteceu jogando pelo Vasco da Gama, ao lado de Orlando Peçanha, dupla que se formou na Seleção de 58. Diziam que Bellini era raça pura e Orlando a técnica. Mas quem levou o apelido de "Sarrafo Humano" na Copa foi Orlando.
Me lembro que ao iniciar meus primeiros passos no futebol queria ser um "Bellini" e acabei sendo mesmo. Por que não até bonitão como o original e mais marrento, porque Bellini era de incrível simplicidade. Eu o conheci aqui em BH, ao lado de Mauro Ramos e Carlos Alberto Torres, os capitães do Tri. Almocei com eles, no Othon Palace e apesar de já meio maduro no futebol fiquei fascinado. Tietei à vontade.
Voltando à minha fase de futebol, os críticos gostavam de minha liderança, combatividade e por que em qualquer dividida eu batia da medalhinha pra cima. Na hora, São Jorge pulava fora da medalhinha. Eta nós!

Segundo Dilma Rousseff, nossa atual e próxima presidenta - “O Brasil perdeu nesta quinta-feira um ícone do seu futebol com a morte do lendário Bellini, capitão da Seleção Brasileira em seu primeiro título mundial. Bellini conquistou para sempre um lugar no coração de cada brasileiro ao levantar com as duas mãos a taça da Copa em 1958. O gesto, repetido a cada vitória nossa nos Mundiais, fez de Bellini um ícone da força dos brasileiros em superar as adversidades”, afirmou Dilma.
Ídolo de Vasco e São Paulo, Bellini faleceu na noite desta quinta-feira, aos 83 anos, por complicações decorrentes do Mal de Alzheimer. O corpo do jogador foi velado no salão nobre do Morumbi nesta sexta-feira e será enterrado em Itapira, cidade natal do ex-zagueiro, neste sábado.


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