domingo, 23 de março de 2014

RG-10 VETADO ANTES DO JOGO NÃO ENFRENTA COELHO E GUILHERME FOI O MELHOR EM CAMPO NA GOLEADA

 
  Expressão esquisita de Ronaldinho na conversa particular com Carlos Alberto, na Seleçao

"Uai, Ronaldinho não vai jogar?" Era a pergunta mais repetida entre os torcedores do Atlético no Horto, neste domingo, ao sair a formação do time, escolhida por Paulo Autuori, pra enfrentar o América na primeira partida do mata-mata das semifinais do Campeonato Mineiro.

RG-10 era dado como certo. Fora da escalação, alguém lembrou que ele patrocinou uma festa no seu condomínio, com a presença de vários amigos e especulavam que isso o tirou do jogo. Não fez falta, Guilherme jogou demais.
O primeiro tempo atleticano foi de arrasar e logo no primeiro minuto já fazia 1 a 0, gol de Otamendi, que estava impedido. Com futebol envolvente de Berola, Jô e Guilherme, o Galo dominou a partida e foi marcando gols:  Jô fez aos 35m; Guilherme de pênalti bem duvidoso, aos 40´ todos no primeiro tempo.
No segundo, Moacir Júnior deu uma arrumada na defesa e no meio-campo do Coelho e como o Atlético diminuiu o ritmo, surgiram apenas mais dois gols: Berola, aos 2´ e Tchô, aos 43´, o gol de honra americano e o sexto seu em sete jogos.
Com tantos erros de arbitragem no jogo - foi anulado um gol de Jô, aos 14m do segundo tempo em situação legal - não há como dar nota boa para confuso trio do apito: Cleisson Veloso, juiz central e mais Celso Luiz e Warley Moreira nas bandeiras, cada um com uma marcação errada de impedimento.
O Atlético dá um passo enorme pra chegar à final do Mineiro, pois pode perder o jogo de volta, domingo que vem, também no Horto, por uma diferença de três gols.

CADÊ O RG-10?

Gazeta Esportiva - Eleito melhor jogador do planeta em 2004 e 2005, Ronaldinho Gaúcho jamais conseguiu apresentar o mesmo desempenho que teve naqueles dois anos na sequência de sua carreira. Treinador da Seleção Brasileira  na Copa do Mundo de 2006, Carlos Alberto Parreira lamentou a brusca queda de rendimento do craque que jamais disputou outro evento deste porte após a edição realizada na Alemanha.
Ninguém discute a qualidade do Ronaldinho, um dos maiores jogadores que eu vi atuar na minha vida. Nossa, a fase dele anterior a Copa de 2006, jogando pelo Barcelona, foi uma coisa fantástica, de você ficar encantado, com as coisas que ele fez. De repente, a situação mudou bruscamente, o que não o favoreceu o no aspecto de ser novamente convocado”, afirmou o atual coordenador técnico do Brasil em entrevista ao jornal Zero Hora.
Aos 34 anos, Ronaldinho disputou duas edições da Copa do Mundo: 2002 e 2006. Na primeira delas, na Coreia do Sul e do Japão, o meio-campista era coadjuvante de Ronaldo e Rivaldo, que já haviam sido destaque no vice-campeonato de 1998. Entretanto, o atleta foi decisivo na vitória de virada por 2 a 1 sobre a Inglaterra, nas quartas de final, onde marcou belo gol de falta e ainda deu assistência para Rivaldo.
Em 2006, já como protagonista, o atleta gaúcho teve desempenho decepcionante. Na derrota por 1 a 0 diante da França, nas oitavas de final, Ronaldinho teve péssima atuação e viu o experiente Zinedine Zidane, então com 34 anos, conduzir sua seleção rumo à fase seguinte. Desde então, deixou de ser presença fixa nas convocações nacionais, sendo a última delas em abril de 2013, contra o Chile.
Não é que ele tenha perdido o foco, mas de certo modo ele não conduziu a carreira esportiva dele da maneira que você exige para a Seleção, com dedicação plena e total. O Ronaldinho, não sei, como vou analisar o comportamento de um ser humano que eu não conheço na intimidade?”, encerrou o ex-treinador.

TRINCHEIRA: Pelo que tenho visto e acompanhado, Parreira tem muita razão em várias partes do assunto levantado.

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