terça-feira, 29 de abril de 2014

HISTÓRIA MOSTRA CRUZEIRO SEMPRE FORTE EM ASSUNÇÃO

Quem veste a camisa azul do Cruzeiro como segunda pele e a veste, também, pra agasalhar a alma a fim de se apegar até à história do clube tem outro motivo forte pra confiar que o time chegará às quartas de final da Copa Libertadores, com uma vitória nesta quarta-feira sobre o Cerro Porteño, no Estádio La Ola, em Assunção: jamais, em tempo algum, os azuis perderam pra qualquer time paraguaio, mesmo no campo dele.

Não acredito nessa história de números, místicas e tabus. Mas creio na forma espiritual do ser humano capaz de fazê-lo dobrar montanhas e mais, ainda, na capacidade técnica dos rapazes de Marcelo Pacote Oliveira, como aconteceu em Santiago do Chile, contra o Universidad. Basta querer e os santos do futebol darem um empurrãozinho pras oportunidades criadas sejam transformadas em gol, o que não tem acontecido.

Em todos os demais jogos que fez em terras guaranis, a Raposa venceu e com resultados suficientes pra classificá-la agora. Foram cinco jogos, como quatro vitórias e um empate em 2 a 2, resta, também, um placar interessante pro time de Everton Ribeiro e amigos.

Geovanni e Jairzinho Furacão são os artilheiros cruzeirenses em confrontos contra paraguaios fora de casa, ambos com dois gols. Para se classificar às quartas de final da Libertadores, o Cruzeiro precisa de uma vitória simples ou empate com mais de dois gols. Igualdade por 0 a 0 dá a vaga ao Cerro, e por 1 a 1 leva a decisão aos pênaltis.

Os jogos do Cruzeiro no Paraguai pela Libertadores:

1976
 – Luqueño 1 x 3 Cruzeiro
Gols de Roberto Batata, Nelinho e Jairzinho
1976 – Olimpia 2 x 2 Cruzeiro
Gols de Jairzinho e Darci
2001 – Olimpia 3 x 4 Cruzeiro
Gols de Geovanni (2), Jorge Wagner e Alessandro
2008 – Cerro Porteño 2 x 3 Cruzeiro
Gols de Thiago Heleno, Marcelo Moreno e Ramires
2011 – Guarani 0 x 2 Cruzeiro
Gols de Thiago Ribeiro e Ortigoza

TABU TAMBÉM NO GALO

Futebol sem a crença dos tabus, das macumbas, dos santos protetores, dos números estatísticos, sem as discussões de botecos, e os 80 milhões de técnicos brasileiros, seria missa de primeira comunhão. A moçada do Atlético foi informada que cinco times brasileiros já conquistaram o título da Libertadores após mudança de treinador.

Pronto, baixou espírito de renovação na moçada. O Galo trocou Paulo Autuori por Levir Culpi que fará contra o Atlético Nacional de Medellín, nesta quinta-feira, no Estádio Independência sua estréia como treinador atleticano na importante competição. Querem que a torcida esqueça a estreia de Levir Culpi em Porto Alegre, na derrota pro Grêmio ( 2 a 1) e confie na volta por cima no Horto.
  
À guisa de informação - que coisa chique, gente! - a Trincheira que acredita até em Papai Noel, volta ao assunto de abertura deste tópico. Já foram campeões da Libertadores, após a troca de treinadores,, num caso mais recente. o Santos, em 2011. Trocou Adilson Batista por Muricy Ramalho.

Um ano antes, Celso Roth assumiu o Inter após saída de Jorge Fossati, e foi campeão. No entanto, a maior curiosidade está com Paulo Autuori, demitido agora pelo Atlético. Autuori foi campeão duas vezes da Libertadores depois de assumir o cargo de alguém, no correr do torneio. Primeiro, no Cruzeiro, em 1997. Oscar Bernardi começou o trabalho, tropeçou e caiu. Em 2005, Autuori substituiu Emerson Leão, no São Paulo.

Em 1981, o Flamengo conquistou o título com Paulo César Carpegiani, que entrou no lugar de Dino Sani. Não é, contudo, feito exclusivo de brasileiro, conforme informa o Superesportes: o último estrangeiro a ganhar a Libertadores, por exemplo, também mudou de técnico. Leonardo Astrada deu lugar a Alejandro Sabella, no Estudiantes, da Argentina, na campanha de 2009.

LEVIR MUDA UM

No último e único treino tático e coletivo que Levir trabalhou no Atlético ele promoveu uma das mudanças anunciadas: Marion no lugar de Tardelli. Pro jogo desta quinta-feira, no Horto, o Galo terá Victor, Alex Silva, Leonardo Silva, Otamendi e Emerson da Conceição; Pierre, Leandro Donizete, Marion, Ronaldinho e Fernandinho; Jô. Confesso que não gostei e a torcida, pelas mensagens que recebi, também não. Queríamos Guilherme no lugar de Fernandinho que, também, não tem rendido nada.
E o Galo precisa vencer o Atlético Nacional, da Colômbia, por dois gols de diferença, no Independência, para uma classificação direta. E é importante, também, que não leve gol.  O jogo de ida, em Medellín, terminou em 1 a 0 para o mandante.

SHOW DOS MERENGUES
  

Quem podia imaginar que tal fato aconteceria, também. O Real Madrid, depois de vencer o primeiro jogo no Estádio Santiago Bernarbeu pelo magro 1 a 0 fosse golear com tanta facilidade o poderoso Bayer de Pep Guardiola lá em Munich. E goleou. Liquidou a partida em 19 minutos.

Não vi a partida, porque cuidava de outros problemas necessários. Vou me apegar ao vídeo-tape. Por isso, deixo a Globoesportes.com contar a hitória do jogo pra Trincheira: '

"Não foi fácil, mas o Real Madrid fez parecer ser. Com um baile tático e físico, o time espanhol, de Cristiano Ronaldo e companhia, mostrou frieza diante do "inferno" prometido pelo adversário e fez o Bayern de Munique comer poeira. Os comandados de Guardiola foram inferiores durante toda a partida, e não conseguiram frear os merengues, que aplicaram uma histórica goleada por 4 a 0, na Allianz Arena, e vão à final da Liga dos Campeões da Europa pela primeira vez após 12 anos, em busca do sonhado décimo título da competição."

"O clima de inferno, prometido pela torcida e diretoria do Bayern, estava lá, desde o começo. Foram 67.500 vozes gritando a plenos pulmões para apoiar o time alemão. Mas foram necessários apenas 19 minutos para três homens aparecerem com um gigantesco balde de água fria, apagarem o fogo e calarem o estádio. Os três algozes do Bayern foram Sergio Ramos, que marcou de cabeça os dois primeiros gols da partida e se vingou do goleiro Neuer, após ter sido zombado pelo alemão, quando perdeu um pênalti na eliminação de dois anos atrás; o técnico Carlo Ancelotti, destruidor no duelo tático com Guardiola; e, claro, Cristiano Ronaldo. 

O português fechou a goleada: no primeiro tempo, marcou em rápido contra-ataque e celebrou mais um recorde em sua carreira com a alegria de uma criança que acabava de ganhar um presente que buscava há muito tempo. Dançando com as mãos espalmadas e movendo uma delas, para somar 15,


Ronaldo gritou ao mundo que é o maior artilheiro da história em uma só edição da Liga dos Campeões, superando o rival argentino Messi, do Barcelona, e o brasileiro Mazzola, autores de 14. Aos 44 minutos da etapa final, brilhou de novo e aumentou a marca: em uma cobrança de falta genial, bateu por baixo da barreira, à la Ronaldinho Gaúcho e definiu a goleada. São 16 gols em 10 jogos nesta temporada da Champions".

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