sexta-feira, 2 de maio de 2014

MISTÃO DO CRUZEIRO É ATRAÇÃO NESTE SÁBADO EM BRASÍLIA




                   Grande goleiro, capitão do time azul, líder positivo, modelo nos lançamentos
                     de uniformes, Fábio é a cara do atual Cruzeiro, atrás do tri da Libertadores.

Fábio no gol,  Maike na lateral, Bruno Rodrigo e Wallace na zaga; Nilton e Marlone no meio-campo, o mistão do Cruzeiro tá forte pro jogo contra o Atlético Furacão em Brasília, neste sábado. Mas poderia ir melhor, ainda, se Marcelo Pacote Oliveira não optasse pelo esquema de três volantes e tivesse mais ousadia, escalando Alisson no lugar de Tinga e Moreno na camisa 9, em vez de Borges. Um pelo outro, ambos bem fracos, ficaria com Marcelo por ser mais novo e ter melhor impulsão nas bolas aéreas.

Este jogo servirá pra gente avaliar melhor o menino Wallace, quarto beque, o melhor do elenco cruzeirense, porém, como é de feitio de Pacote, sem maiores oportunidades. Como é o caso de Marlone. Ambos jogam apenas no time B, em ocasiões especiais como esta de agora.

Outro que anda merecendo voltar é Nilton, principalmente nas partidas fora de casa, onde ele tem capacidade de tornar-se quarto beque, numa necessidade tática. Neste caso, é retaliação pelas declarações da esposa de Nilton e o Cruzeiro espera a abertura do mercado internacional pra ver se confirmam as propostas especuladas por aí.

Confirmadas, Nilton será passado nos cobres, lamentavelmente. Só espero que sua saída abra espaço pro garoto Eurico, em vez do aproveitamento de Souza, Tinga e o outro William, indicado por Pacote. Nesse Clube de amigos, Pacote não tem se dado bem; os seus amigos indicados só têm decepcionado.

A lista de relacionados pra este confronto contra o Furacão leva 19 nomes. A partida começa às seis e meia e me parece que vem pelo Sportv. Se for pelo "pagar pra ver" tô fora. Vou acompanhar a partida no meu Micro, de graça. Será a abertura da terceira rodada apenas, e os matemáticos de plantão já apontam os prováveis "caídos" e a turma do G-4. Caras batutas esses, hein? Minha Santa Maria do Céu.

O técnico Marcelo Oliveira confirmou o time sobre o qual já comentei no início da coluna, com Fábio; Mayke, Bruno Rodrigo, Wallace e Egídio; Nilton, Souza, Tinga e Marlone; Luan e Borges. Nomes fortes no banco de reservas: Dagoberto, Moreno e Martinuccio. Outros nomes: Elisson, Alex, Léo, Eurico, Souza, Willian Farias, Alisson.

PANELA ESQUENTA

O presidente do Atlético chamou pra si toda responsabilidade pela eliminação do time na Libertadores e prometeu que ninguém plantará crise no clube por causa disso. Acredito nele. Até aquela perigosa reação de Diego Tardelli contra sua substituição aposto que já sumiu na poeira da Cidade do Galo.

Sobre ela, Levir Culpi desprezou: "ele tem é que jogar". Ponto final. Se joga, não há crise. Até porque este tipo de procedimento de atleta é coisa de egoísmo e vaidade exageradas. A autoavaliação do jogador é justa, porém a avaliação que conta, realmente, afora as nossas críticas por dever de ofício, é a do treinador. Ele que haverá sempre de saber - pelo bem ou pelo mal - se o atleta tá dentro do esquema que transcorre na partida. Ainda que esteja, na avaliação geral, propondo-se participar efetivamente do jogo, dando tudo de si.

A eliminação no momento é coisa do passado. O presente é o Campeonato Brasileiro que pode levar o time de novo à Libertadores e a Copa do Brasil, outro caminho pra se chegar ao torneio continental.

No domingo, às seis e meia da noite, o Galo volta a campo pra enfrentar o Goiás pelo Campeonato Brasileiro, no Independência. Sobre o time desta partida, Culpi é todo segredo. Há quem diga que Ronaldinho e Tardelli correm perigo de banco. Não creio. Pode até ser um ou outro. Aliás, RG-10 nunca.
Além dos dois torneios citados, o Galo ainda tem a final da Recopa Sul-Americana. O Galo enfrenta o Lanús, da Argentina.

CRISE? ONDE?

Por mais que Kalil firme posição brava de que ninguém - muito menos uma pequena parcela - plantará crise no clube, ele terá de administrar (acredito que já tenha feito e Tardelli, (como sempre fazem os jogadores) pediu desculpa ao treinador e jogou a culpa na Imprensa. Mas o craque foi enfático na saída de campo:

" A mudança não deu certo. Não entendi por que fui substituído. Pergunta para o treinador, que é bom”. Na hora da troca, deixou o gramado de cara feia e sentou-se no banco de reservas resmungando, pego pelas câmeras e pelos leitores labiais. Estes informaram depois ser impublicáveis os ditos de Diego
Tardelli.

Na coletiva, com impressionante fleuma japonesa, Levir foi duro, todavia: “Quem tem de substituir é o treinador. E ele tem é de jogar. Por isso é que sai. Comigo vai sair. Ele precisa repensar, entender o recado. Se não chuta no gol, não dá assistência, por que quer ficar em campo?”

Sobre a fala do presidente, Levir Culpi, ainda calmo, tirou toda responsabilidade do mandatário: "Acho que a culpa é nossa, ninguém faz futebol sozinho. Ele é um investidor, sonhador e ele quer ver as coisas acontecerem. Ele não pode assumir sozinho. Ele tem elenco suficiente para estar em situação melhor que agora.” Depois da partida, um grupo de torcedores que criticava Kalil entrou em confronto com outro que o apoia e o pau quase quebrou. A PM precisou intervir.

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