domingo, 15 de junho de 2014

DROGBA ENTROU AOS 15M DO SEGUNDO TEMPO E COSTA DO MARFIM VIROU SOBRE JAPÃO: 2 a 1.



Ele é um dos grandes ídolos da Costa de Marfim, senão o maior. Estava humildemente sentado no banco de reservas, por falta de melhores condições físicas. O Japão dominava a partida disputada na Arena Pernambuco, no Recife, pelo Grupo C, o mesmo que teve Colômbia 3 x 0 Grécia, no Mineirão. O craque japonês Honda, num chute fortíssimo, havia feito 1 a 0 aos 16m do primeiro tempo. Costa do Marfim não se apavorou e continuou no toque de bola, só que agredia pouco os japoneses. O panorama foi até aos 15m do segundo tempo, quando Didier Drogba ( na foto com Gervinho) entrou. O vento passou a soprar apenas pros lados da Costa de Marfim. O lateral direito Aurier cruzou, aos 20m na cabeça de Boni, que empatou a partida. Dois minutos depois, o lance se repetiu: Aurier cruza e Gervinho, de cabeça, coloca entre o goleiro Kavashima, que segundo o comentarista Júnior, tinha sabonete dentro das luvas, ou mãos de alface. Costa do Marfim venceu por 2 a 1. Didier Drogba foi o fator psicológico necessário. Após sua entrada, nas bolas cruzadas, a defesa japonesa preocupou-se apenas com ele e deixou os demais livres.

EM DERREDOR DOS JOGOS

* O ex-árbitro, - ou soprador de apito? - Paulo César de Oliveira, agora comentarista de arbitragem durante a Copa do Mundo, na Rede Globo, como todos esses grotescos personagens que a Poderosa contratou pra "reforçar" sua equipe, caiu no erro comum aos verdadeiros profissionais analistas/jornalistas, que, no entanto, têm jogo de cintura suficiente pra engrupir os telespectadores. Durante o jogo Costa do Marfim x Japão tentou enrolar pra opinar se houve pênalti, ou não, num lance de Morishige sobre Yaya Tourê e deu-se mal. Primeiro falou que teve a impressão de um toque do japonês no atacante marfinense. Veio o tira-teima e mostrou que não aconteceu nada. Imediatamente, PC retificou e não assumiu o erro. Disse que ele e o juiz Henrique Osses estavam certos. Assim até eu!


* Mais uma de ex-árbitro. Renato Marsiglia, também comentarista global, consultado sobre a reclamação de pênalti cometido por Lugano, foi categórico: "Não houve nada, Lugano foi empurrado antes e botou a mão na bola. Não existiu pênalti. Foi "foul. " Cruzes, coisa que só ouvi em tempos de "antanho", quando era adolescente.

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